<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476</id><updated>2011-12-19T08:06:11.448-02:00</updated><title type='text'>Meu quadro-negro</title><subtitle type='html'>Compartilhando para crescermos</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-5053463693470755884</id><published>2011-10-21T10:27:00.004-02:00</published><updated>2011-10-21T17:20:58.081-02:00</updated><title type='text'>A Digital Eterna</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8cU-eOZAg4c/TqFkxV1PS1I/AAAAAAAAARE/9l3KOBhUkjk/s1600/Folha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-8cU-eOZAg4c/TqFkxV1PS1I/AAAAAAAAARE/9l3KOBhUkjk/s200/Folha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Um pouco mais de filosofia. Novamente, penso em assuntos da existência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu, não és tu verdadeiramente. Um dia verei quem realmente sou. Acordarei deste sonho e verei o real. A Bíblia afirma que, no evento da morte, o espírito volta a Deus; enquanto o corpo, ao pó. Ela não afirma que, o espírito dos bons voltam a Ele e que o dos maus não. Todos voltam à única Fonte. O verdadeiro eu é somente aquilo que a Deus volta, enquanto, o resto, são como pinceladas numa tela, numa folha de papel em branco que um dia despertou neste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós tivemos uma chance. De repente, nosso verdadeiro eu é envolvido por uma personalidade vivente e habitamos um corpo. Em outras palavras, uma essência coberta por uma casca física e psíquica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra ocasião, escrevi sobre o sentido do nascer. Relacionando o tema com a salvação do homem, conquistada por Jesus, perguntava-me: como poderia Deus, permitir um nascimento que um dia será lançado no inferno e sofrerá eternamente? Não seria melhor que o tivesse poupado? Naquela ocasião, conclui que poupá-lo seria mais cruel que o risco que se corre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo deste ponto de vista, a alma, seria viável a ideia de aniquilá-la ou separá-la eternamente. O verdadeiro “eu”, o espírito, se conservaria para sempre. Seria como manter o DNA, mesmo depois que o corpo não mais existisse e a alma, a vontade, a mente e emoções fossem apagadas.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se este eu, esta essência, tivesse uma segunda chance, certamente, teria outra alma. Eis o porquê não ocorre. E a anterior? Perdeu-se completamente, como se nunca houvesse sido escrita. Por quê? Bem, as percepções, experiências e decisões (pessoais e sofridas), traçariam novas marcas, mesmo se tratando da mesma essência. E mesmo que a essência tenha o poder de gerar e promover traços semelhantes aos do eu que um dia foi, reviveria histórias distintas. Por isto, ela não seria reconhecida. O eu, a essência, é uma impressão digital espiritual (portanto única), eterna, que gera um registro vivente, uma alma também única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o mais interessante mesmo, é a ideia de que a alma pode ser conservada. Afinal, cada registro, cada alma, traz uma riquíssima soma de tudo o que se viveu e sentiu na terra. É uma jóia, um tesouro maravilhoso do qual jamais se poderia obter outro igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo uma escultura feita na areia do mar. A mais bela, a mais perfeita. É uma pena que quando a maré subir, aquela obra de arte seja completamente apagada pelas ondas. É isto o que aconteceria com a alma de quem parte? Quão maravilhoso seria poupá-la!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta um coração de historiador para compreender esta dor. Qual deles não se comove com a destruição da Biblioteca de Alexandria? E todos nós somos como uma biblioteca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginemos Leonardo da Vinci, após concluir a Monalisa. Caso lhe fosse proposto lançá-la ao lixo, aceitaria? Entendo que, mesmo que ele lançasse, por um motivo ou outro, estaria convicto de que nunca conseguiria outra como aquela. Pintaria uma cópia registrada em sua mente e, de seu ponto de vista estético ou de outrem, melhor ou pior. Contudo, a primeira nunca se repetiria. É por isto que cada registro é tão precioso, afinal, sua unicidade o torna exclusivo e uma jóia rara no universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria uma pena que tantos belos registros fossem simplesmente apagados? É em nossa alma, onde estão guardados os sentimentos, as lembranças, a dor, a beleza, a música, a poesia, a alegria... Toda esta soma faz o que pensamos sermos nós. Mas, eu seria somente minha alma? Obviamente, queremos salvar o nosso eu, pois, parece-nos injusta e absurda a ideia de que, um dia, desapareceremos como se nunca tivéssemos existido. Por algum motivo isto é assim. Queremos permanecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma folha de árvore também é única. Suas ranhuras são impressões que nunca se repetirão. No entanto, ela passará. Seu registro físico foi apagado para sempre, mesmo que, nunca um de nós tenha se dado conta. Ela estará gravada somente na mente de Deus. Nossa consciência não intervém neste processo. Será que há falta de amor nisto, de que ela se perca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se o destino de minha alma é como o desta folha, cremos que seria cruel, apagá-la ou lançá-la ao fogo. Em algum lugar, precisamos crer que a folha que tanto amamos, esteja bem, esteja feliz. E que nós mesmos igualmente quando partirmos. Alguns desejam ardentemente que elas retornem melhores do que foram. E até mesmo, defendem que é exatamente por isto que ela passou por aqui. Desejamos o que amamos. Não queremos nos separar do nosso amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, porque, normalmente, não amamos uma folhinha de árvore, não nos importamos se tantas a cada instante, em todas as eras, tenham passado por aqui ou continuem a partir sem que alguém se importe com isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que Jesus entendeu quão precioso é este tesouro. Sua obra de remissão e salvação prevê conservar todos os preciosos registros que se possa. Contudo, haverá dos que serão verdadeiramente apagados para sempre. Crueldade? Falha da essência? Não, apenas questão de escolha de uma vontade que não se rende. E nisto, justifica-se o porquê da permissão de um nascimento, cuja alma será perdida. Ele acabará com as histórias mal escritas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gritos de nossa consciência são clamores de nossa essência que apelam à própria alma. A essência sente o maravilhoso e sem igual projeto para o qual foi convocada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o espírito volta ao Senhor que o deu, algo será preservado. Por isto, creio que não somos o que verdadeiramente parecemos ou pensamos ser. Eis ai um aspecto de sua misericórdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua verdadeira essência, sua digital eterna, voltará a Deus. Destas, haverá das que nunca mais interagirão com um mundo, exatamente como aqueles que ainda não nasceram. Permanecerão guardadas como um dia foi. A história foi apagada, a pintura lançada ao fogo, sua marca foi desfeita. Sua alma não foi digna de continuar, pois, obstinada, rejeitou o amor de seu Criador, d’Aquele que o amou primeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, somos obrigados a amá-Lo? É claro que não. Somente somos advertidos de que, o mal cessará. E se sofremos, é uma prova de que nenhum de nós deseja que este mal permaneça. Queremos ser livres. Não há outra forma de alcançar liberdade, se não for através do seu Filho, chamado, Autor da vida. Exatamente porque não existem dois salvadores, um para as que escolhem a luz, outro, para as que escolhem as trevas. Ele nos deu uma chance de vivermos, interagirmos, pisarmos aqui. Ele nos dá uma chance de permanecermos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-5053463693470755884?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/5053463693470755884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=5053463693470755884&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5053463693470755884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5053463693470755884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/10/digital-eterna.html' title='A Digital Eterna'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-8cU-eOZAg4c/TqFkxV1PS1I/AAAAAAAAARE/9l3KOBhUkjk/s72-c/Folha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7724397908826853116</id><published>2011-10-13T10:24:00.003-03:00</published><updated>2011-10-13T10:42:59.031-03:00</updated><title type='text'>Quebra-cabeça</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VzuB-ca4e58/TpbomCRRcGI/AAAAAAAAAQ4/M_d9WkvOlCc/s1600/Quebra.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://2.bp.blogspot.com/-VzuB-ca4e58/TpbomCRRcGI/AAAAAAAAAQ4/M_d9WkvOlCc/s200/Quebra.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Existem assuntos sobre os quais há muito tempo medito. Um deles, a minha vocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um balanço destes anos, envolvido em Sua obra, fazem-me continuamente refletir: por que faço o que faço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admiro aqueles que, segundo minha observação, demonstram firme convicção de seus papéis e suas obras. Confesso que até mesmo hoje, sinto como um vazio em meu discurso. É como se eu ainda buscasse crer naquilo que faço, ou acreditar naquilo que devo fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que se refere a assuntos de salvação, creio compreendê-los. É verdade que senti genuína vontade de compartilhá-la. Diante do sofrimento humano, também senti genuína compaixão e o desejo de preencher as lacunas do que carece o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como disse, sempre que me deparo diante de alguém que parece convicto daquilo que anuncia, admiro-o. Compreendo que tal pessoa entendeu algo que eu mesmo ainda não.&lt;br /&gt;Diante desta situação, comecei a clamar por entendimento e, minhas palavras foram: “Faz-me entender aquilo que ainda não entendi”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, percebia que algo mudava na maneira como enxergava algo. Repentinamente, alguma coisa fazia real sentido para mim. Minha defesa já não era da boca para fora, no entanto, tratava-se daquilo que verdadeiramente cria e ardia em meu coração. A consequência imediata disto foi a necessidade de compartilhar. Daquele momento em diante, todos os meus pensamentos e ações passariam pelo clivo desta nova maneira de pensar.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na caminhada também compreendi, não preciso buscar o mesmo entendimento que vejo em outrem. Isto porque tenho uma obra e uma função no corpo, diferente das de outros. Os assuntos os quais se me esclarecem ao coração não precisam ser necessariamente idênticos aos do meu irmão, mas, na medida necessária para a obra que compete a mim. Eis porque alguns vão aos judeus, outros, aos gentios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos exemplos mais marcantes desta mudança foi a compreensão de como realmente faria diferença no mundo. A busca do poder, antes almejado, como instrumento de promoção das transformações que julgava necessárias, pareceu-me na verdade, mais uma intenção velada de um coração corrupto e enganoso que buscava alguma notoriedade. A verdadeira mudança que eu desejava precisava primeiramente acontecer em mim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste processo, entendi o que o apóstolo Paulo ensinou em trechos de suas cartas. Ele falava sobre dons, poderes, negações de si mesmo e coisas extraordinárias. Depois de citá-las, explicá-las e até mesmo, incentivar os cristãos a buscá-las, ele afirma: agora, mostrarei um caminho ainda mais excelente... o caminho do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois daquele dia, percebi que nada é superior ao amor. Nada que pudesse fazer ou obter seria superior ao amor que pudesse sentir e demonstrar. Eis aqui um dos entendimentos que mudaram a maneira como passei a exercer meu papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, confesso, ainda não obtive todo entendimento que almejo. Ainda há um vazio que percebo no meu espírito, na consciência, acerca da minha vocação. Nem sempre estou convicto daquilo que gostaria. Muito do que peço não sinto ardendo dentro de mim. Tenho o discurso, mas não tenho o entendimento. É isto que chamo de vazio. Eu preciso preenchê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando aprendi acerca do amor, tornei-me liberto de mim mesmo. Tornei-me liberto de minhas ambições pessoais. Tornei-me liberto quanto ao resultado de meu próprio desempenho. Entendi que nada faria sentido, por mais extraordinário que isto parecesse, se não amasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto, não quero dizer que nada mais importa. É claro que importa. Importa impor as mãos, importa ser canal do Seu poder. Contudo, o amor é combustível que mantém a chama acesa e o filtro pelo qual passam todas as minhas intenções e ambições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes últimos dias, voltei a sentir a necessidade de buscar o sentido da minha vocação. Voltei-me à Palavra. Senti que Ele falou comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invadiu-me a ânsia de conhecer, de saber o que faço. Atualmente, dedico-me ao pastoreio, e amo fazê-lo, mas, até mesmo ele, vez ou outra, parece-me um pouco vazio. É como se, de vez em quando, não entendesse o que faço. E, se porventura, tento defender sua importância, sinto-me pouco sincero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta busca, ouvi o que Ele diz através do Seu servo Paulo: que existe daquilo que conhecemos em parte, enquanto a outra parte, cabe-nos profetizar. Foi então que, ouvi do Espírito a direção: profetiza, pois, esta é a parte desconhecida ao homem. E é assim mesmo, pois, se soubesse tudo, não O buscaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A angústia que sinto é como daquele que anseia enxergar o objeto, mas somente vê a sua sombra. Ainda está escondido de mim. Contudo, conclui que não devo preocupar-me. A medida que possuo agora, mesmo que deseje mais, é a porção justa. E enquanto isto, seguir ouvindo e caminhando. Ouvir e caminhar até o momento em que enxergue verdadeiramente o que desejei ver. E neste caminhar, é inegociável que ame de todo coração, não se importando demasiadamente se ainda não tenho todas as respostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida não faz sentido se não for a manifestação da vontade de Deus. Esta conclusão foi para mim um marco, uma vez que, sempre temi render-me. Deixei de temer quando O conheci como a própria Sabedoria que tanto desejo e procuro. Descobri que de mim mesmo não tenho nada a oferecer. Descobri que meus pensamentos e interesses são tão insignificantes que não valem a pena. Quem mais conhece todas as coisas? Depois deste dia, um simples pedido faz-me refletir se porventura é um reflexo do Seu coração. “Seja feita a Tua vontade”, não me assusta tanto quanto antes. Porém, aqui confesso que ainda há um resquício deste temor, apesar do avanço. Falta-me render-me um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maravilhoso foi descobrir o significado de sua Santidade. Ao contrário de mim, Ele seria incapaz de me envolver em planos, cujos propósitos fossem-me mascarados deliberadamente por falsas impressões. Ele não trabalha com segundas intenções. Ele é puro e sincero. Não há como desconfiar de Sua fidelidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modo como alguns são chamados me fascina. A Moisés foi dito: tira meu povo do Egito. A Paulo foi dito: te pus como luz aos gentios. A Abraão foi dito: sai da tua terra.  A Pedro foi dito: apascenta minhas ovelhas. E quanto a mim, seria isto que me falta?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7724397908826853116?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7724397908826853116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7724397908826853116&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7724397908826853116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7724397908826853116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/10/quebra-cabeca.html' title='Quebra-cabeça'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-VzuB-ca4e58/TpbomCRRcGI/AAAAAAAAAQ4/M_d9WkvOlCc/s72-c/Quebra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-5678791370432307286</id><published>2011-09-12T14:07:00.002-03:00</published><updated>2011-09-12T14:16:59.650-03:00</updated><title type='text'>Lágrimas à grega</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NaN3GvVbHBg/Tm48IhhcBXI/AAAAAAAAAQk/ESKh9CUNYdc/s1600/Lagrima.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="178" src="http://3.bp.blogspot.com/-NaN3GvVbHBg/Tm48IhhcBXI/AAAAAAAAAQk/ESKh9CUNYdc/s200/Lagrima.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;As Escrituras Sagradas descrevem duas ocasiões em que Jesus chorou. Na primeira delas, Jesus chora diante do túmulo do amigo Lázaro (João 11:35).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra “chorou” neste trecho, é a palavra grega edakrusen, derivada da palavra δακρύω (Dakruo, ver Strong #1145). Dakruo faz referência preferencialmente a um choro silencioso, um discreto verter de lágrimas. Esta é a única ocasião em que esta palavra aparece em todo Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, a palavra κλαίω (Klaio, ver Strong #2799), denota lamentar-se alto, gemer e soluçar, ou seja, um choro extravagante. Entretanto, mesmo o verter discreto das suas lágrimas chamou atenção, como se vê no verso 36: “Disseram, pois, os judeus: Vede como o amava”. Jesus não escondeu seu choro, e este sinal motivou tal reconhecimento da parte dos judeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar que, nos versos 31 e 33, as palavras klause, klaiousan e klaiontas (derivadas de klaio), descrevem o choro de Maria irmã de Lázaro e, alguns judeus que a acompanhavam. Isto quer dizer que, enquanto estes choravam desesperados a morte de Lázaro, Jesus chorava sereno.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, há um momento em que Jesus também chorou de forma extravagante. Em Lucas, capítulo 19, verso 41, está escrito: “E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela...”. A palavra choro, no grego, é eklausen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca do porquê Jesus chorou, imagina-se, inicialmente, que fora pelo sentimento provocado pela morte do amigo. Vale a pena observar, contudo, que esta foi uma sugestão dos judeus que o viram chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus agitou-se e perturbou-se diante do sofrimento das irmãs de Lázaro e demais presentes (verso 33). Porém, não chorou quando soube que Lázaro morrera. Pelo contrário, o verso 15, afirma que Jesus sentia-se bem, mesmo diante do conhecimento da morte. Então, por que chorou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que a chave encontra-se no verso 38. Nele, João descreve o lugar onde sepultaram o corpo de Lázaro: “era uma gruta, e tinha uma pedra posta sobre ela”. Porventura, não remeteria esta imagem ao próprio local onde sepultaram Jesus? Entendo que João também tivera esta percepção, uma vez que narrou estes fatos após a morte e ressurreição do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus chorou somente diante do túmulo. Ele observou a caverna e a pedra que tapava a entrada. Que passou em seus pensamentos? Talvez, a cena de sua própria condição dentro em breve. Assim, Jesus chorou.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-5678791370432307286?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/5678791370432307286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=5678791370432307286&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5678791370432307286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5678791370432307286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/09/lagrimas-grega.html' title='Lágrimas à grega'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-NaN3GvVbHBg/Tm48IhhcBXI/AAAAAAAAAQk/ESKh9CUNYdc/s72-c/Lagrima.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-5777688934930148690</id><published>2011-08-19T15:26:00.009-03:00</published><updated>2011-08-19T17:19:59.511-03:00</updated><title type='text'>Irão realmente os tímidos para o inferno?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V287vXpiUOA/Tk6qyme-aZI/AAAAAAAAAQc/UXMNX_BZarA/s1600/Timidez.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-V287vXpiUOA/Tk6qyme-aZI/AAAAAAAAAQc/UXMNX_BZarA/s200/Timidez.JPG" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Foram muitas as ocasiões que sentado em frente a um pregador da Palavra de Deus, ou até mesmo, da boca de outros irmãos, ouvi afirmações tais como: "Os tímidos não herdarão o reino dos céus" ou, "Deixe sua timidez de lado. Fale de Cristo, pois, os tímidos não herdarão o reino dos céus", ou ainda, "Cante, dance, deixe a liberdade do Espírito tomar conta de você e não seja tímido, pois os tímidos não herdarão o reino dos céus..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma pessoa tímida, o que seria mais amedrontador? Todas as vezes em que fora empregada, o apelo trazia explícito a condenação da inibição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após algum tempo de estudos, análises e meditação, resolvi escrever este pequeno artigo, para que, de acordo com o entendimento que adquiri, esclareça a quem se refere o Autor do texto Sagrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, para iniciarmos, não existe nenhum texto bíblico que afirme que os tímidos não herdarão o reino dos Céus. Existe, porém, neste contexto, a expressão “herdar o reino de Deus”, aliás, muito utilizada pelo Apóstolo São Paulo. Numa de suas cartas, ele nomeia algumas classes de pecadores que não herdariam o reino de Deus, tais como, idólatras, adúlteros, homossexuais, ladrões, entre outros (I Coríntios 6:10). Encontramos também algo semelhante em Efésios 5:5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro texto, no livro de Apocalipse, São João descreve uma lista semelhante à de São Paulo, onde, os tímidos são elencados como aqueles que sofrerão a segunda morte, lançados no lago de fogo e enxofre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, os cristãos misturam os dois textos. Logo, atribuem o castigo descrito por São Paulo a um dos presentes na lista de São João. Apesar de castigo e condenados aparecem em listas separadas, creio que se trata do mesmo julgamento. Somente deixo claro que são textos diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário que tenhamos um entendimento correto da Palavra de Deus para não cairmos em erros e levarmos muitos a praticá-los. Por causa disto, infelizmente, existem muitas heresias e falsos ensinamentos. Acredito que tais erros, na maior parte, surjam, não de forma intencional (afinal de contas, qual pregador consciente de sua responsabilidade em Cristo gostaria de cometer uma heresia?). Todavia, falsas interpretações podem levar milhares ao inferno e, é verdade que muitos são usados pelo diabo.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, ouvi de um pregador que Martinho Lutero ajudou na colonização dos Estados Unidos da América, indo de cidade em cidade e fundando vilarejos (motivo pelo qual esta seria uma nação de maioria protestante). Pelo que a história conta, Martinho Lutero começou a Reforma, por volta do ano de 1517, na Europa, século XVI, ou seja, a América era recém descoberta. Os Estados Unidos da América foram colonizados pelos ingleses muitos anos depois e, Martinho Lutero, um alemão, nunca colocou seus pés em continente americano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não serei conservador e farisaico a ponto de elevar a erudição ao princípio mais importante na pregação do Evangelho. Os próprios Apóstolos Pedro e João foram considerados "indoutos e iletrados" (Atos 4:13), porém, o Espírito de Deus agia através deles e os doutores da lei ficavam admirados com sua sabedoria. Tenho consciência de que a revelação do Espírito Santo está acima de qualquer conhecimento humano. Contudo, preocupa-me que um erro como o citado anteriormente coloque em xeque a credibilidade do pregador e da pregação, pois, se há um erro como este, quantos outros conceitos e informações incorretas existiriam na mensagem transmitida? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessitamos manejar bem a Palavra de Deus, como sugere o Apóstolo São Paulo a Timóteo (II Timóteo 2:15) e, vigiar, para não transmitir mentiras e falsos ensinamentos ao povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto a seguir, foi retirado do livro do Apocalipse, mais precisamente de seu capítulo 21, versículo 8. Na tradução em português Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida (1990), texto tradicional usado e preferido na maioria das igrejas protestantes, encontra-se escrito da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Mas quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte"&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto é fortíssimo e coloca os tímidos no mesmo patamar que todos os outros pecadores, tais como, homicidas e feiticeiros, que não herdarão os novos céus e a nova terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginemos como se sente uma pessoa cristã e tímida ao ouvir a palavra citada acima. A verdade é que nunca concordei que Deus jogaria alguém num lago de fogo e enxofre devido sua timidez. Então, contrario a palavra de Deus? Não. Nunca tive tal pretensão e tamanho sentimento de rebeldia, porém, sempre estive atento para bem entender o que Deus quis revelar ao transmitir estas palavras ao Apóstolo São João, em seu exílio, na ilha de Patmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, eu observava o comportamento de uma criança. Ainda era muito jovenzinha e, assim que se aproximou um estranho, simplesmente tornou-se tão envergonhada, que seu comportamento mudou instantaneamente. Aquilo me levou a esta reflexão: Como pode uma criança que está apenas começando sua vida ser tão tímida? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes, eu imaginava que a timidez era provocada por traumas e frustrações (o que pode também estar correto), porém, como uma criança tão nova adquirira tais traumas? Conclui que, a timidez seria uma característica da personalidade tal como qualquer outra característica. Existem pessoas que desde muito jovens são muito extrovertidas, falam bastante; outras, dificilmente riem, enquanto há das que são muito divertidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A timidez é nada mais nada menos que, mais uma das inúmeras características que compõem a personalidade de cada ser humano. Também entendo que a timidez exacerbada ou excessiva, pode decorrer de uma psicopatologia. E quaisquer outras características podem, da mesma forma, apresentarem-se doentias. Existem casos de pessoas que buscam tratamento médico especializado. Conta-se a respeito de doentes que, não conseguem assinar uma simples folha de cheque em público. Alma, sentimentos e personalidade estão intimamente ligadas. A característica, timidez, expressa-se dentro dos limites da normalidade ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um filho tira uma boa nota na escola e não recebe a devida apreciação, dos seus pais, por exemplo, é possível que seja exposto a um sentimento de frustração,  que marcará sua personalidade. O mesmo ocorre com o filho que é mandado calar-se todo momento. Talvez, ele pense que ninguém goste de ouvi-lo e passe a evitar o diálogo ou expor suas ideias publicamente. Como não sou psicólogo, ficarei por aqui e volto ao texto bíblico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro de São Marcos, capítulo 4, versículo 40, no relato em que Jesus apazigua a tempestade, encontra-se: &lt;b&gt;"E disse-lhes: Por que sois tão tímidos? Ainda não tendes fé"?&lt;/b&gt; (Tradução de João Ferreira de Almeida).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste pequeno trecho, Jesus faz alusão à timidez dos seus discípulos. Será que Jesus repreendeu seus discípulos por serem envergonhados? Pela análise da conjuntura em que se dá a repreensão, e da indagação que advém, percebe-se: a timidez a qual Jesus se referia é o mesmo que a carente e pequena fé. Os discípulos não estavam acanhados, encabulados ou envergonhados, porém, desconfiados e amedrontados. A sua timidez era o sentimento de incapacidade, insegurança e temor. Obviamente, a timidez com senso de acanhamento encerra o temor. Contudo, um indivíduo por mais acanhado ou recatado que seja, em meio a tão presente perigo, esquece-se de seus pudores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um jornal trouxe a seguinte manchete: "Orçamento elaborado pelo governo prevê tímidos investimentos para saúde". Não precisamos ser doutores em interpretação para compreendermos o que o texto quer dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, editora Objetiva, conceitua a palavra tímido de duas principais formas: acanhado, falto de desembaraço, ou, que tem temor, receoso. O que os discípulos sentiram foi o temor e o receio. Eles não colocavam sua fé em prática e aceitavam o fato de que todos pereceriam em meio à tempestade. Por isto, Cristo os questionou: "...Ainda não tendes fé"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra grega original que aparece nesta passagem deriva de &lt;b&gt;δειλός&lt;/b&gt; (Deilos, ver Strong # 1169). Por que sois tão “deiloi”, perguntou Jesus. Esta é a mesma palavra encontrada nos textos já citados de Apocalipse, São Marcos e ainda, São Mateus, capítulo 8, verso 26. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra, tímidos (deilos), aparece três vezes no Novo Testamento e é traduzida, em diversas versões, por covardes e medrosos. Então, não seriam os covardes aqueles que temem? Mais uma vez, faz sentido. Estes covardes serão aqueles que não depositaram sua fé em Cristo, os medrosos que devido a perseguição, negaram a fé e fugiram do compromisso. Envergonharam-se de Cristo e preferiram não se envolver na causa cristã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vemos, a palavra original do texto grego não faz referência à timidez no sentido de acanhamento, que, para o caso, apresenta as palavras derivadas de &lt;b&gt;αἰσχύνη&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Aischune&lt;/i&gt;, ver Strong #152 e 153) ou &lt;b&gt;ἐπαισχύνομαι&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Epaischunomai&lt;/i&gt;, ver Strong #1870) e aparecem inúmeras vezes no Evangelho e nas Epístolas. Como exemplo, sugiro a leitura dos textos de São Lucas 14:9, 16:3 e Romanos 1:16, para entender onde foram empregadas (talvez existam outras palavras que nos remetam ao mesmo sentido, no entanto, creio que estas bastam para esclarecimentos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão inglesa King James da Bíblia Sagrada (KJV), traduz a palavra grega &lt;i&gt;deiloi&lt;/i&gt;, no texto de Apocalipse, &lt;i&gt;fearful&lt;/i&gt;, como vemos a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“But the fearful, and unbelieving, and the abominable, and murderers, and whoremongers, and sorcerers, and idolaters, and all liars, shall have their part in the lake which burneth with fire and brimstone: which is the second death”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em língua portuguesa, &lt;i&gt;fearful&lt;/i&gt;, segundo Michaelis, é também o mesmo que medroso ou receoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, está claro que são os &lt;i&gt;deilos&lt;/i&gt; os que não herdarão o reino dos céus, e não os &lt;i&gt;aischune&lt;/i&gt;. Embora, aqueles que se &lt;i&gt;epaischunomai&lt;/i&gt; do Evangelho, correm igual risco de ficar do lado de fora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que à luz da palavra de Deus dada pelo Espírito Santo revelador, e à luz da razão, da qual o Senhor nos tem dotado a fim de que também a utilizemos, possamos a cada dia obter o entendimento necessário para o nosso crescimento e, consequentemente, do maravilhoso Corpo de Cristo do qual fazemos parte. Escrito em 2004, Rouen, França.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-5777688934930148690?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/5777688934930148690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=5777688934930148690&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5777688934930148690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5777688934930148690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/08/irao-realmente-os-timidos-para-o.html' title='Irão realmente os tímidos para o inferno?'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-V287vXpiUOA/Tk6qyme-aZI/AAAAAAAAAQc/UXMNX_BZarA/s72-c/Timidez.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-4521706247935062799</id><published>2011-08-10T16:49:00.009-03:00</published><updated>2011-08-10T17:17:19.950-03:00</updated><title type='text'>Último amor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fzOs5uN4AHA/TkLgosPf3gI/AAAAAAAAAQU/cH4RZNpIFX0/s1600/Last.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="http://2.bp.blogspot.com/-fzOs5uN4AHA/TkLgosPf3gI/AAAAAAAAAQU/cH4RZNpIFX0/s200/Last.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dentre todas as palavras que escolhesse,&lt;br /&gt;Ou sentenças que escrevesse&lt;br /&gt;A teu respeito o que penso,&lt;br /&gt;Desnecessárias, pois, seriam.&lt;br /&gt;Bastaria, eu te amo, Letícia, &lt;br /&gt;E oxalá tu me entendesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, não importará a cor de seus cabelos,&lt;br /&gt;O tom de sua pele, a espessura dos seus lábios&lt;br /&gt;Por mais lindo e desejado&lt;br /&gt;Que seja a forma do teu rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou a beleza do sorriso,&lt;br /&gt;O olhar leve, a boca macia,&lt;br /&gt;As mãos quentes e a voz suave&lt;br /&gt;Com que ouço melodias&lt;br /&gt;Dentro do coração.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ousarão artistas muitos,&lt;br /&gt;Eternizar-te alegres olhos&lt;br /&gt;Que iluminam tua face &lt;br /&gt;Junto ao traço que te molda &lt;br /&gt;E parte do teu peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pobres homens posto que não&lt;br /&gt;Saberão nunca qual fora&lt;br /&gt;O charme com que olhavas ou&lt;br /&gt;O sino com que soava&lt;br /&gt;O timbre de sua voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do perfume de teu corpo,  &lt;br /&gt;Emanavam sentimentos&lt;br /&gt;Inspirados pelos ventos&lt;br /&gt;Que os trouxeram até mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quão injustas as pinturas,&lt;br /&gt;Mentirosas as palavras e &lt;br /&gt;Enganosos os espelhos, &lt;br /&gt;Tal qual paisagem que se tem&lt;br /&gt;Da infância uma lembrança,&lt;br /&gt;Referência a ti fizeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que importa fora sim, a viva semente &lt;br /&gt;De amor cadente, &lt;br /&gt;Semeadura tua dentro de mim:&lt;br /&gt;Letícia, Alegria do meu jardim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brisa que refresca, vista deleitosa&lt;br /&gt;Campos verdejantes, pétalas coloridas&lt;br /&gt;Hão de te lembrar para sempre em minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As páginas mostrarão que fez comigo&lt;br /&gt;Uma paixão, que pareceu tão inocente&lt;br /&gt;Quanto um ovo de serpente&lt;br /&gt;Guardado no meu colo, disfarçado de ilusão,&lt;br /&gt;Engano que insiste ser verdade&lt;br /&gt;E não desiste, pelo que teme o triste&lt;br /&gt;Sentimento do correr atrás do vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerro aqui palavras prudentes,&lt;br /&gt;Ciente de que poucas, &lt;br /&gt;Menores serão minhas culpas,&lt;br /&gt;Porque mais a flor se alisa,&lt;br /&gt;Há chance de feri-la, e, ao tomar&lt;br /&gt;A borboleta, arrisca-se perdê-la. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 10/08/2011.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-4521706247935062799?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/4521706247935062799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=4521706247935062799&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4521706247935062799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4521706247935062799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/08/ultimo-amor.html' title='Último amor'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fzOs5uN4AHA/TkLgosPf3gI/AAAAAAAAAQU/cH4RZNpIFX0/s72-c/Last.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6927372116372965567</id><published>2011-07-27T11:32:00.001-03:00</published><updated>2011-09-13T17:26:34.830-03:00</updated><title type='text'>Sopa de letrinhas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4PI8qnGRV_s/TjAhIxf9N5I/AAAAAAAAAQE/RDiNXgE0Sew/s1600/Sopa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://3.bp.blogspot.com/-4PI8qnGRV_s/TjAhIxf9N5I/AAAAAAAAAQE/RDiNXgE0Sew/s200/Sopa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sei que já o afirmei, às vezes, surge-me uma profunda necessidade, um desejo ardente de escrever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrever não é tarefa fácil. Alguns dias atrás percebi, ao ler um texto no jornal, que me utilizei de uma fórmula um pouco desgastada na arte de expressar. Senti desgastada por senti-la familiar demais. Um pouco sem graça, diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele texto, o autor, ousava um tom melancólico, declarado por ele mesmo, e descrevia sua experiência acerca de um passeio descompromissado pela cidade. Para mim, nada de novo. O texto tinha um gosto de isopor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não seria suficientemente insensível para que não o observasse de outro ponto de vista. Se eu misturasse um pouco daquela mesma melancolia, é provável que a leitura me transmitisse a mesma sensação. Creio que falhou em enviar junto ao texto seus condimentos. Não havia comigo nenhuma pitada daquela especiaria no dia em que o li.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta experiência fez-me refletir sobre que escrevo e do modo como escrevo. Não quero que meus leitores sintam-se como que mastigassem um pedaço de bucho destemperado.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li dois livros que me marcaram profundamente. Sucesso de vendas, felizmente emprestados e não comprados. Os dois livros continham o mesmo gosto de talher. Decepcionou-me não a mensagem, mas, como eram travados os diálogos. Aquelas conversinhas lembravam-me uma “tempestade”: sabemos que depois de um relâmpago, ouve-se o trovão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A surpresa de sua falta gostaria de tê-la experimentado. Esta é a cena: mãos aos ouvidos, cenho franzido, olhos serrados, sem que ouvisse qualquer coisa. Na sequência, perguntaria: que ocorreu com o trovão? E, numa investigação ainda mais acurada subsequente, duvidaria dos meus próprios olhos: fora mesmo um relâmpago? Entretanto, tudo soava previsível, planejado no melhor estilo “apresentação jogral”, ensinado no ensino fundamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquilo foi um atentado à inteligência e uma crueldade contra a imaginação, pobrezinha. Psicologia pretensiosa na tentativa de melhorar o coração das pessoas.  Jograis caem bem mesmo em corais, e ainda, muito bem enlatados, digo, muito bem ensaiados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em última análise, quem sabe, esteja sendo rigoroso demais. E se as palavras possuírem mesmo sabor? Esta deve ser a única explicação para tantos sucessos editoriais, uma vez que aceito quiabo, mas não suporto berinjela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, compreendo o ponto de vista de quem lê e se delicia com o estilo “onde há fumaça há fogo”, primo próximo do estilo “tempestade”, ou quaisquer outros. Afinal, quem pode discutir preferências desta natureza? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas semanas, encontrei-me angustiado pela sétima arte. Era fim de noite. De repente, as primeiras cenas daquele que fora um grande sucesso de bilheteria, geravam tantos e tamanhos maus sentimentos dentro de mim que me sentia deveras perturbado, tenso e irritado. Alguns o classificam como entretenimento... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, sabia tratar-se de uma ficção (dita baseada na realidade), contudo, admito, os diretores e roteiristas estão se tornando cada vez melhores (ou piores), o que requer cada vez mais atenção de minha parte. Resta-me lamentar pelos fabricantes de alicates de unhas. Mas, como aprendi, inventaram o botão liga/desliga, decidi com serenidade, não seria apropriado que aquela película ditasse a maneira como eu acabaria a noite. Foi bom economizar energia, e não me refiro somente à elétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, não posso culpá-lo (ao filme) tão veementemente, afinal, salas de finos concertos, onde afortunadamente poupam-nos dos palavrões, exercem o mesmo fascínio e efeitos colaterais, amenizados por quebras em movimentos e não por intervalos comerciais. Logo, questão de sensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando escrever, tomarei este cuidado: enriquecerei de vitaminas a minha receita, pois, caso os temperos não toquem aos paladares, pelo menos, o prato fará muito bem, mesmo que não o saibam.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6927372116372965567?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6927372116372965567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6927372116372965567&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6927372116372965567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6927372116372965567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/07/sopa-de-letrinhas.html' title='Sopa de letrinhas'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-4PI8qnGRV_s/TjAhIxf9N5I/AAAAAAAAAQE/RDiNXgE0Sew/s72-c/Sopa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-1723102827820209476</id><published>2011-07-18T14:08:00.003-03:00</published><updated>2011-07-18T14:17:52.475-03:00</updated><title type='text'>Pinceladas</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VOfIEEvlnKE/TiRoeXkP1BI/AAAAAAAAAP8/cBF_yqx72IQ/s1600/Zolan.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-VOfIEEvlnKE/TiRoeXkP1BI/AAAAAAAAAP8/cBF_yqx72IQ/s200/Zolan.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Na manhã daquele domingo vi algo diferente, e tem a ver com pincéis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vi um pintor que, usava um único pincel numa de suas obras mais sensíveis e delicadas. Tratava-se de uma pintura complexa, repleta de detalhes e rica em nuanças. Ao finalizar a obra, o artista não expressava verdadeiramente seu sentimento, pois, com tantos traços diferentes a desenhar, e utilizando-se do mesmo pincel, era-lhe impossível que conseguisse. O resultado não foi satisfatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, o artista tinha agora a sua disposição inúmeros tipos de pincéis. Pincéis largos, pincéis curtos, chatos e redondos. Para cada necessidade, enriquecia-se a obra pelo pincel cujo traço era o mais adequado e apropriado. O resultado sobrepujou sobremaneira a qualidade da primeira pintura.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, entendi que somos como aqueles pincéis. Dependendo do trabalho, alguns pincéis são mais requisitados que outros. Participamos de muitas obras durante a vida e não seremos sempre protagonistas, e nem poderíamos. No entanto, somos iguais em importância e relevância para o alcance da exatidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada qual tem uma função, um dom, imprescindível e irrevogável que não pode ser substituído por nenhum outro. Portanto, adequabilidade é um conceito que cabe somente ao artista e não ao instrumento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pelo traço pretendido que se escolhe o pincel e ele não se ensoberbece, pois, o traço não é a obra, mas, parte dela.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-1723102827820209476?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/1723102827820209476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=1723102827820209476&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1723102827820209476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1723102827820209476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/07/pinceladas.html' title='Pinceladas'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-VOfIEEvlnKE/TiRoeXkP1BI/AAAAAAAAAP8/cBF_yqx72IQ/s72-c/Zolan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8112877221006861742</id><published>2011-07-15T14:52:00.007-03:00</published><updated>2011-07-18T09:17:39.244-03:00</updated><title type='text'>Vaidade e necessidade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-b-MvPsV26u8/TiB91cdFFUI/AAAAAAAAAPs/FtXbhcyUt1s/s1600/Contrastes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="98" src="http://1.bp.blogspot.com/-b-MvPsV26u8/TiB91cdFFUI/AAAAAAAAAPs/FtXbhcyUt1s/s200/Contrastes.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No capítulo 10, Evangelho de São Marcos, a Bíblia narra o encontro de Jesus com uma grande multidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhavam todos quando, de repente, Tiago e João preparam um pedido ao Senhor: &lt;b&gt;Mestre, queremos que nos faça o que te pedimos&lt;/b&gt;, verso 35.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tom empregado soa mesmo como uma exigência, ou, uma sugestão no mínimo irrecusável. Jesus deu-lhes a oportunidade para que abrissem seus corações: &lt;b&gt;Que quereis que vos faça?&lt;/b&gt;, verso 36.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele instante, Jesus dirigia-lhes a atenção e, creio, capricharam no pedido, que, creio ainda, havia algum tempo acalentavam em seus corações: &lt;b&gt;Concede-nos que na tua glória nos assentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda&lt;/b&gt;, verso 37. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta imediata de Jesus foi: &lt;b&gt;Não sabeis o que pedis...&lt;/b&gt;, verso 38.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Jesus continua: &lt;b&gt;...o assentar-se à minha direita, ou à minha esquerda, não me pertence a mim concedê-lo, mas isso é para aqueles a quem está reservado&lt;/b&gt;, verso 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após os esclarecimentos, continuaram seu caminho, quem sabe, um pouco frustrados. Fora como um balde de água fria em suas tão legítimas pretensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adiante, havia um cego chamado Bartimeu que, mendigava junto ao caminho. Ele clamava por encontrar Jesus, ao passo que, a multidão o repreendia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto gritou o homem que Jesus pediu que o trouxessem. Ao se encontrarem, Jesus dá-lhe a oportunidade para que abrisse seu coração: &lt;b&gt;Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista&lt;/b&gt;, verso 51.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele instante, Jesus o cura e diz: &lt;b&gt;Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho&lt;/b&gt;, verso 52.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste texto, Jesus fez a mesma pergunta em duas ocasiões próximas, porém, suas respostas foram distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, vejo aquela mesma multidão a desaparecer no horizonte com Jesus. Ao lado dele, um homem agora salvo, saltando de alegria pelo que lhe havia sido concedido. Do outro lado, os dois irmãos, quem sabe, tristes e pesarosos por não haver recebido o que queriam. Ironicamente, Bartimeu enxergava perfeitamente qual era sua verdadeira necessidade, enquanto que, Tiago e João, não. Sua vaidade os cegava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quanto a nós?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 15/07/2011.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8112877221006861742?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8112877221006861742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8112877221006861742&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8112877221006861742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8112877221006861742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/07/vaidade-e-necessidade.html' title='Vaidade e necessidade'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-b-MvPsV26u8/TiB91cdFFUI/AAAAAAAAAPs/FtXbhcyUt1s/s72-c/Contrastes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7875486214987261601</id><published>2011-06-08T11:45:00.004-03:00</published><updated>2011-07-15T15:22:48.539-03:00</updated><title type='text'>Chocovaca ou Vacatoni?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HblmwBX7XWM/Te-KvyTA-oI/AAAAAAAAAPk/izsy7b8D-tM/s1600/Chocovaca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="162" src="http://1.bp.blogspot.com/-HblmwBX7XWM/Te-KvyTA-oI/AAAAAAAAAPk/izsy7b8D-tM/s200/Chocovaca.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Esta aconteceu hoje e, tão logo soube do caso, resolvi colocá-lo no papel...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu não vieste ver-me ontem, disse-lhe a vaca, um tanto consternada.&lt;br /&gt;- Desculpa... é que... eu estava muito ocupado com pensamentos.&lt;br /&gt;- Pensamentos? Posso saber?&lt;br /&gt;- Eu pensava naquilo que provavelmente falta em minha vida.&lt;br /&gt;- Falta em tua vida? Mas... que poderia te faltar?&lt;br /&gt;- Também não sei... Pensei, pensei, pensei... mas, não encontrei.&lt;br /&gt;- Então que te faz pensar que te falta algo?&lt;br /&gt;- É que sinto como se faltasse. Não sei bem como explicar... às vezes, a vida parece tão monótona...&lt;br /&gt;- Eu poderia ajudá-lo a descobrir.&lt;br /&gt;- Tu farias isto por mim? Se tu podes, continues!&lt;br /&gt;- Pois bem, antes de continuarmos, corra até tua casa e traga o livro de receitas de tua mãe.&lt;br /&gt;- Livro de receitas? Como assim?&lt;br /&gt;- Vamos, corra lá e traga o livro. Tu não queres que te ajude?&lt;br /&gt;- Eu não entendo como isto pode me ajudar, mas, se tu insistes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino correu até a casa e voltou cerca de uma hora depois com o livro de receitas de sua mãe. Ficou contente em trazê-lo sem que algum adulto o questionasse do porquê levava-o consigo ao campo.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eis o livro de receitas! Poderias me explicar agora do que se trata?&lt;br /&gt;- Tu já fizeste um bolo antes?&lt;br /&gt;- Sozinho ainda não. Eu já ajudei a minha vovó e a mamãe a fazê-los, mas nunca antes fiz um por conta própria.&lt;br /&gt;- Ótimo, creio que isto já basta. Escute-me, procure no livro o bolo que tu mais gostas.&lt;br /&gt;- Bem, deixe-me ver... eu amo aquele com frutas cristalizadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino procurou pela foto do bolo que mais gostava e mostrou à vaca. Colocou o livro aberto sobre o palanque mais baixo da cerca, enquanto sua amiga observava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ótimo, disse ela. &lt;br /&gt;- Quer me explicar agora?&lt;br /&gt;- Diga-me, como se faz tal bolo?&lt;br /&gt;- Bem, este bolo se faz... E começou a ler a receita, passo a passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ele lia, a vaca prestava atenção em cada detalhe. Quando terminou, disse ao menino:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ótima receita, mas, falta uma coisa.&lt;br /&gt;- Falta? Eu li a receita exatamente como ela está descrita!&lt;br /&gt;- Falta-nos chocolate! Eu amo chocolate!&lt;br /&gt;- Desculpe, mas não posso concordar. Minha mãe não usa chocolate e, apesar de também gostar de chocolate, não creio que mudar a receita desta maneira seria bom. Eu acho que o bolo se transformaria em outro que não aquele que sempre gostei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, agora acho que tu entendes o que quero dizer.&lt;br /&gt;- Amiga vaca, ainda está confuso!&lt;br /&gt;- Ótimo, eu esclareço... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino sentou-se sobre a relva com grande expectativa. Esperava aprender algo precioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O segredo para tua cura é simples: aprenda a fazer a pergunta correta.&lt;br /&gt;- Continue... dizia ele, como quem já sabia ser perda de tempo resistir.&lt;br /&gt;- Ora, se tu fosses aquele bolo de frutas cristalizadas, estaria correto dizer que te falta o chocolate?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Meu amigo, aquilo que te falta, tu só saberás no dia em que tu souberes quem tu és. Só ai, tu saberás a resposta exata daquilo que te falta para viver. Tua insatisfação é legítima, mas, sem saber quem tu és, corres o risco de te acrescentar daquilo que não te convém e, não buscar daquilo que te é essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino estremeceu. Enganaria-se quem afirmasse que aquele olhar fixava-se em um ponto qualquer entre os olhos da vaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 06/05/2011.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7875486214987261601?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7875486214987261601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7875486214987261601&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7875486214987261601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7875486214987261601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/06/chocovaca-ou-vacatoni.html' title='Chocovaca ou Vacatoni?'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-HblmwBX7XWM/Te-KvyTA-oI/AAAAAAAAAPk/izsy7b8D-tM/s72-c/Chocovaca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-1974764677914517916</id><published>2011-06-03T16:38:00.001-03:00</published><updated>2011-06-03T16:45:06.785-03:00</updated><title type='text'>Coração, bastão, interpretação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tXOQx6bXQVA/Tek4Dq7tjvI/AAAAAAAAAPY/cNyB24yHgjM/s1600/Coracao_papel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-tXOQx6bXQVA/Tek4Dq7tjvI/AAAAAAAAAPY/cNyB24yHgjM/s200/Coracao_papel.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Hoje, parei para escrever. Às vezes, brota-me uma vontade incrível de expressar algo. Esta vontade muitas vezes nasce de uma percepção. Mas, agora, confesso que nenhuma delas passou por aqui. Simplesmente, senti um movimento no peito e um desejo do que não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitos os motivos que levam alguém a colocar algo no papel. Este impulso é um mistério. É uma força capaz de nos mover de uma zona qualquer (confortável ou não), para traduzir pensamentos e sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal impulso é poderoso. Afinal, quantas coisas na terra seriam tão fortes e capazes de mover a nós mesmos? O homem, sabe-se, é uma fortaleza inescrutável quando assim decide ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, o que eu gosto mesmo é falar de sentimentos. Sabe, aqueles sentimentos que impossível se é traduzir em palavras? É justamente por ser difícil que amo o desafio. Não sei se consigo, ou melhor, muitas vezes sei que não sou capaz de expressar exatamente aquilo que vi com o coração. Outras vezes, surpreendo-me eu mesmo com a forma como descrevo uma emoção. E quando eu mesmo gosto, sinto que alcancei meu objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias atrás, criei a frase: sensibilidade é a arte de se espremer a pedra e se tirar poesia. Eu gostei dela. No entanto, confesso: não nasceu assim. Na cena que vi, havia uma pedra que vertia suco de laranja. Então eu escrevi: sensibilidade é espremer a pedra para se beber poesia... E confesso mais uma vez: nem mesmo esta última saiu pronta desta forma.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através dela, quis dizer, uma pessoa sensível é aquela cuja percepção a capacita olhar coisas brutas, sem valor, sem forma definida, sem beleza, esquecidas, rejeitadas, desapercebidas e, daquilo, extrair algo bonito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após tê-la escrito e modificado algumas vezes, divulguei-a entre amigos. Já era passado algum tempo e eu ainda continuava a pensar na frase. Foi neste instante que ela reinterpretou-se para mim. Como? Bem, foi assim... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase fazia parte de um poema que escrevi. Resolvi criá-lo como uma brincadeira, após, numa dinâmica de grupo, ser submetido a uma avaliação acerca de meu grau de sensibilidade (do ponto de vista sentimental). Então, a reinterpretação que me surgia consistia em: “apesar da crítica (pedra), eu a transformava em poesia (texto)”. Logo, entendi que talvez meus avaliadores a tenham interpretada desta forma e, consequentemente, eu os consideraria apedrejadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, imaginei, que besteira fizera. Agora sim, de uma vez por todas, deveras estariam perante um sujeito com muito pouca sensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equívocos como estes acontecem às pencas, em todo lugar, a toda hora, em todo momento, com toda classe de pessoas. Talvez seja este um dos motivos pelo qual Jesus nos instruiu: não julgues... Ao fazê-lo, o risco de cometermos injustiças é potencialmente alto. O coração é o que há de mais sensível. Sensibilidade é saber entender o que ele fala. Sensibilidade é perceber que no mundo, não só de bastão sofre um coração, mas também, de interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 03/06/2011&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-1974764677914517916?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/1974764677914517916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=1974764677914517916&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1974764677914517916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1974764677914517916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/06/coracao-bastao-interpretacao.html' title='Coração, bastão, interpretação'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tXOQx6bXQVA/Tek4Dq7tjvI/AAAAAAAAAPY/cNyB24yHgjM/s72-c/Coracao_papel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-829858496886116056</id><published>2011-05-31T10:39:00.005-03:00</published><updated>2011-05-31T13:18:15.979-03:00</updated><title type='text'>A lenda da Sensibilidade</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-B06aEfCP2jo/TeTuqbGk-4I/AAAAAAAAAPQ/izk35naNM78/s1600/Indio_rede.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://4.bp.blogspot.com/-B06aEfCP2jo/TeTuqbGk-4I/AAAAAAAAAPQ/izk35naNM78/s200/Indio_rede.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Morava um indiozinho&lt;br /&gt;Numa oca da floresta&lt;br /&gt;Era simples sua casa&lt;br /&gt;E na porta tinha fresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu pai era caçador&lt;br /&gt;E o menino também seria&lt;br /&gt;Ajudava lá no campo&lt;br /&gt;E trabalhava com alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte o menino aprendeu&lt;br /&gt;Seu pai ficava em casa&lt;br /&gt;Já estava velho, coitadinho&lt;br /&gt;E na esteira descansava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tossia muito o velhinho&lt;br /&gt;Não se sabia o porquê&lt;br /&gt;E logo, algo veio&lt;br /&gt;À cabeça de Cauê:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas noites onde há ventania&lt;br /&gt;Ouço a porta que sibila&lt;br /&gt;O vento que aqui entra&lt;br /&gt;Ele engole e não aguenta!&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cauê fechou a fresta&lt;br /&gt;A porta se calou&lt;br /&gt;O pai velho se levanta&lt;br /&gt;E a tosse já passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aldeia todos criam&lt;br /&gt;Que um milagre aconteceu&lt;br /&gt;Por um filho tão sensível&lt;br /&gt;O paizinho não morreu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pajé fez uma festa&lt;br /&gt;E chamou o caçador&lt;br /&gt;Aguardavam a resposta:&lt;br /&gt;Quê findou com sua dor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filho entendeu o motivo&lt;br /&gt;E virou lenda até a cidade&lt;br /&gt;O segredo da alegria&lt;br /&gt;É viver sem sibilidade... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensibilidade é o dom de se espremer a pedra e se tirar poesia. &lt;br /&gt;Escrito em maio de 2011.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-829858496886116056?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/829858496886116056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=829858496886116056&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/829858496886116056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/829858496886116056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/05/lenda-da-sensibilidade.html' title='A lenda da Sensibilidade'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-B06aEfCP2jo/TeTuqbGk-4I/AAAAAAAAAPQ/izk35naNM78/s72-c/Indio_rede.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8847398575381289434</id><published>2011-03-21T14:14:00.003-03:00</published><updated>2011-03-25T17:25:09.104-03:00</updated><title type='text'>Lembranças da casa dos avós</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-wwZx7tysBwc/TYeHTnXPnHI/AAAAAAAAAPE/joF69fkx_xY/s1600/Avo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-wwZx7tysBwc/TYeHTnXPnHI/AAAAAAAAAPE/joF69fkx_xY/s200/Avo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Lembro-me que amava a casa dos meus avós. Uma casa de madeira, simples, muito simples, nem pintura tinha. Os objetos me encantavam... Gostava muito da passadeira emborrachada, decorada de arabescos. Eu contornava suas linhas com os olhos e amava sentir sua textura lisa e gelada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala havia um armário em madeira. Era o tempo dos móveis que duravam bastante. Ele ficava encostado na parede à direita da porta da cozinha. As janelas da sala eram em madeira, e os vidros eram erguidos e presos no alto por travas em forma de borboletas. Também tinha duas abas que se abriam, uma para a esquerda e outra para a direita. Nas manhãs, quando fechadas, os raios de sol penetravam por entre as frestas. Dela, era possível ver o cajueiro. Foi naquela janela que vi meu avô pela última vez. Eu passava no caminho e ele, sentado em sua cadeira, com os braços cruzados na base da janela, descansava o queixo sobre eles. Parecia triste. Aquela foi a última vez que o vi. Se eu soubesse disto, teria olhado uma vez mais.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O armário era alto, na altura do umbigo de um adulto. As gavetas estavam no centro, umas três, como três andares. Nas laterais, separadas pelas gavetas, havia portas. Elas só ficavam fechadas porque meu avô providenciara tramelas. No entanto, o que mais me agradava, era girar os puxadores adaptados por ele também. Não sei como ele os conseguiu, pois, os puxadores não pareciam originais. Eram peças de plástico que giravam, presas no centro por um prego ou parafuso. Ficava feliz em girá-los, girá-los e girá-los, especialmente o puxador vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o armário, havia uma caixinha de música. Na verdade, uma caixinha de vidro que comportava um relógio. A peça tinha uma estrutura metálica, cor de bronze, e parecia um carrossel fechado. Abaixo do mostrador, um objeto esférico do tamanho de uma bola de gude, de onde saiam quatro perninhas (como se fosse uma cadeira com um acento arredondado). Ele ficava suspenso, preso pelo eixo até a base, onde, havia uma gavetinha. Quando eu a abria, automaticamente aquela cadeirinha girava acompanhada de uma melodia. Costumava chamá-la de robô. Na parte traseira, havia uma borboleta para dar a corda no relógio e, abaixo, no robozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parede em que o armário encostava, à esquerda da janela, ficava uma placa de madeira branca, com inúmeros ganchos que sustentava a coleção de chaveiros do meu avô. Nunca soube quantos eram, mas toda placa estava repleta. Dentre os que eu me recordo, existia a réplica de uma moeda. O que me chamava atenção era o diâmetro dela, pois, nenhuma moeda que eu conhecia era grande como medalhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado da coleção de moedas, meu avô tinha um quadro interessante. Nunca vi outro igual até os dias de hoje. Era um quadro grande, mais comprido que largo. Nele estava escrito: A Vida do Lápis. Então, abaixo do texto, um pedaço de madeira bruta sucedia outro, evoluindo lentamente e se transformando numa coleção de diversos tipos de lápis. Era o processo de fabricação. Um deles sumiu. Tratava-se de um lápis de carpinteiro. Meu avô tirara quando precisou dele. Abaixo, estavam alguns tubinhos cheios de pós escuros e coloridos, o grafite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sala, ficava a poltrona do meu avô. Era o seu trono. Ele se sentava lá, nas tardes, e quando percebíamos, escutávamos seus roncos. A poltrona era velhinha, rasgada, e em cada um dos braços, um buraco, como se meu avô, tivesse navalhas nos cotovelos. De vez em quando, ele a submetia a algum conserto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chão era de madeira, e gostava muito quando minha avó o encerava. Era diferente. Em alguns pontos da casa, o assoalho tinha frestas e eu podia com os olhos bem rentes ao chão enxergar o porão. Aliás, muitas vezes me aventurei ao engatinhar naquele misterioso lugar, que exalava o cheiro de terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num cantinho da sala, após tê-la atravessada por completo, ficava um sofá. Eu gostava muito daquele cantinho, pois, sentia uma sensação de proteção. O velho sofá, ao levantar-me nele, permitia-me alcançar a janela e ver o quintal com o grande pinheiro araucária bem pertinho da casa. Bem abaixo da janela, um jardim, onde meus avós cultivavam algumas plantas e rosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos cômodos que mais me agradavam era o quartinho de costura. Uma cama, à esquerda da porta, era coberta por muitos pedaços de retalhos de tecidos ou roupas limpas para passar. Amava mergulhar e me cobrir. Às vezes, eu me sentava na cama e observava minha avó costurar. A máquina, de fabricação alemã, funcionava a pedaladas, e após o uso, era recolhida, bastando que a baixasse para dentro de sua caixa. A luz entrava pela janela, na parede onde a máquina encostava. Acima da máquina ao lado da janela, uma lâmpada incandescente ajudava a iluminar o trabalho. Daquela janela, observa o quintal, um abacateiro, uma parreira de uvas verdes que escondia uma valeta por onde escorria a água que saia do banheiro. O banheiro já não era apenas uma casinha com um assento vazado, mas, já tinha um sanitário e um chuveiro. O chão era em cimento bruto, as paredes de madeira, e ficava do lado de fora da casa. Tudo feito pelo meu avô. Quando havia falta de água, costumava usá-lo, pois, devido ao declive do terreno, a casa dos meus avós era a primeira a chegar água na torneira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cômodos internos da casa não tinham portas, mas sim, cortinas, por exemplo, entre o quarto dos meus avós e a sala. Sendo assim, se meu avô dormia, não era muito aconselhável fazer barulho na sala. O guarda-roupa dividia um único cômodo em dois: o quartinho de costura e o quarto do casal. Eu tinha muito pudor ao entrar nele. Isto, porque, era lá que ficava o guarda-roupa. Não me recordo de algum dia tê-lo aberto sem autorização. Em seu interior, era o lugar onde guardavam as coisas mais preciosas da casa, como os documentos, comprovantes de contas pagas e até uma das jóias do casal, que, no dia em que fiz 18 anos, meu avô me presenteou. Na semana em que ele se foi, voltei a casa. Estávamos eu e minha avó no quarto. Ela abriu o guarda-roupa. Tirou o atestado de óbito para me mostrar. Enquanto isto, eu ouvi uma voz masculina na porta da cozinha. Corri, na esperança de que ele tivesse voltado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quadros suspensos me encantavam. Lembro-me que aprendi a desenhar rostos observando as pinturas. Eu estudava minuciosamente cada traço, e isto me ajudou a reproduzir detalhes da figura humana mais tarde. As molduras eram trabalhadas e ficavam inclinadas presas por um barbante, como se os retratados desejassem observar quem passava abaixo. As faces eram pintadas a óleo. Num dos quadros, minha mãe quando criança, em outro, meus tios quando pequenos vestidos com terninho, e ainda, meu avó e minha avó quando jovens. Minha bisavó falecida (de quem eu costumava balançar o monte de pele flácida e enrugada dos braços enquanto ela assistia a novela), também tinha o seu retrato. Nesta época, ela era a única que deixava saudades. Hoje, também o meu avô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na cozinha, minha avó colocava uma lata de mantimento sobre a cadeira. Depois, na hora do almoço, sentava-me sobre a lata para regular minha altura na mesa. Enquanto ela lavava a louça, ficava em pé numa cadeira ao lado da pia. Na varanda, lembro-me do fogão a lenha onde era cozido o feijão e das cascas de laranja cortadas em espiral, secas, suspensas em um arame. Ao lado do fogão, um banco cujo assento era móvel, ou seja, servia como baú. Em seu interior, guardavam-se pacotes de papel em que vinham embrulhados os pães. Depois, eram cortados em forma de retângulos, onde meu avô espalhava fumo e enrolava como um canudo. Depois, colava com saliva para fumá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único cômodo onde havia uma porta, era um quartinho ligado à cozinha. Fora o quarto dos meus tios enquanto solteiros. Um dos tios de minha avó, de idade avançada e saúde debilitada dormia ali. Ele costumava levar doces para as crianças todos os fins de tardes enquanto ainda caminhava. Foi ali também, que ele se foi. Quando isto aconteceu, minha avó estava com ele. Lembro-me da vela acesa ao lado da cama de um quarto agora vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das colunas da varanda, era um tronco de madeira bruta, onde meu avô coçava as costas. Eu o observava roçando o corpo nela. Era também na varanda que meu avô “consertava” os peixes, e as escamas pulavam por todos os lados ao raspar a faca neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coisas mudaram muito desde estas lembranças. Poucas coisas sobraram. As lembranças permanecem. As crianças crescem. Recordar, faz-me sentir a infância novamente... E depois, sinto a velhice que ainda não chegou: que lembranças deixarei se um dia for avô?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8847398575381289434?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8847398575381289434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8847398575381289434&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8847398575381289434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8847398575381289434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/03/lembrancas-da-casa-dos-avos.html' title='Lembranças da casa dos avós'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-wwZx7tysBwc/TYeHTnXPnHI/AAAAAAAAAPE/joF69fkx_xY/s72-c/Avo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-3251955932609344306</id><published>2011-02-28T11:53:00.007-03:00</published><updated>2011-02-28T15:37:31.061-03:00</updated><title type='text'>Por que brilham as estrelinhas?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QV9pmDKF_y0/TWu1uM1hmnI/AAAAAAAAAOs/5zqHRaZtcp4/s1600/Estrelinha_menino.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="90" src="http://3.bp.blogspot.com/-QV9pmDKF_y0/TWu1uM1hmnI/AAAAAAAAAOs/5zqHRaZtcp4/s200/Estrelinha_menino.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Esta manhã me perguntava: por que brilham as estrelinhas? Entendi que toda estrela deseja ser criança. Então, elas emitem sua luz e correm para a Terra na esperança de que, ao olhar o céu, contemplem o seu brilho. E estes pensamentos, inspiraram-me alguns versos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta manhã me perguntava:&lt;br /&gt;Por que brilha uma estrelinha?&lt;br /&gt;Entendi que seu desejo&lt;br /&gt;É ser menino ou menina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela emite sua luz&lt;br /&gt;E corre para a Terra&lt;br /&gt;O seu brilho no escuro&lt;br /&gt;Não se apaga como a vela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por isso fui pensando&lt;br /&gt;Nestas coisas do universo&lt;br /&gt;As tão belas pequeninas  &lt;br /&gt;Inspiraram-me estes versos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que a estrelinha que vemos hoje,&lt;br /&gt;É um sinal da estrelinha que foi um dia&lt;br /&gt;Um ponto de luz majestoso&lt;br /&gt;Suspenso no céu como um guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homens fitavam os céus&lt;br /&gt;As luzes inspiravam-lhes filhos,&lt;br /&gt;Navegantes aguardavam a noite&lt;br /&gt;Magos traçavam caminhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brilham, brilham muito longe,&lt;br /&gt;Estes pontinhos coloridos&lt;br /&gt;Fariam ideia como é &lt;br /&gt;Divertido ser menino?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As distâncias não as intimidam&lt;br /&gt;Pois nasceram pra brilhar&lt;br /&gt;Pouco importa aqui na Terra&lt;br /&gt;Quantos são a contemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz que vejo hoje,&lt;br /&gt;Foi a que um dia brilhou&lt;br /&gt;Quão bela, lá no alto&lt;br /&gt;A estrelinha cintilou!&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentre todas as estrelas&lt;br /&gt;Que existem no universo&lt;br /&gt;Encontrei uma, linda, que&lt;br /&gt;Eu descrevo nestes versos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela via a luz das outras&lt;br /&gt;Mas não entendia si mesma&lt;br /&gt;Sem um espelho que mostrasse&lt;br /&gt;Ou refletisse sua beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém lhe deu uma ideia&lt;br /&gt;Para ver a si brilhar:&lt;br /&gt;Vai correndo lá na Terra&lt;br /&gt;E criança se tornar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela olhava lá de cima&lt;br /&gt;Achava-se tão pequena&lt;br /&gt;Pensa ela bem quietinha:&lt;br /&gt;Este sonho vale a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança quando nasce,&lt;br /&gt;É a estrelinha que brilhou.&lt;br /&gt;Desceu logo, bem depressa&lt;br /&gt;E seu brilho dissipou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia toda criança&lt;br /&gt;Observa o céu surpresa&lt;br /&gt;Pergunta-se donde vem&lt;br /&gt;Tanto brilho e beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é aquilo, lá no céu?&lt;br /&gt;A resposta eu bem que sei&lt;br /&gt;A mais famosa que conheço&lt;br /&gt;É a Estrelinha de Belém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que uma estrela brilha?&lt;br /&gt;Porque quer ser criança!&lt;br /&gt;E da Terra ela verá &lt;br /&gt;Quão bela sua herança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia toda criança&lt;br /&gt;Retorna ao céu como estrela&lt;br /&gt;E do alto, ela se faz,&lt;br /&gt;A pergunta que entra em cena:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é aquilo, lá na Terra?&lt;br /&gt;A resposta eu bem que sei&lt;br /&gt;Quem sabe seja ela&lt;br /&gt;A luzinha que deixei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que a estrelinha que vemos hoje,&lt;br /&gt;É um sinal da estrelinha que foi um dia&lt;br /&gt;Um ponto de luz majestoso&lt;br /&gt;Suspenso no céu como um guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, quando olhamos alguém&lt;br /&gt;Que um dia nos magoou&lt;br /&gt;Como podemos julgá-lo&lt;br /&gt;Se no passado ficou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 25/02/2011&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-3251955932609344306?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/3251955932609344306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=3251955932609344306&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3251955932609344306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3251955932609344306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/02/por-que-brilham-as-estrelinhas.html' title='Por que brilham as estrelinhas?'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-QV9pmDKF_y0/TWu1uM1hmnI/AAAAAAAAAOs/5zqHRaZtcp4/s72-c/Estrelinha_menino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-815935903821758435</id><published>2011-02-10T11:34:00.005-02:00</published><updated>2011-02-10T13:28:14.748-02:00</updated><title type='text'>Nem sempre evitei amar</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AnEVphLmGwA/TVPnbsIb7BI/AAAAAAAAAOU/s7sAXUZEEc0/s1600/Expectativa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/-AnEVphLmGwA/TVPnbsIb7BI/AAAAAAAAAOU/s7sAXUZEEc0/s200/Expectativa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Frustração é o efeito colateral de uma expectativa não atendida... Acho que é assim que me sinto agora. Bem, surgem-me algumas lembranças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era criança, eu tinha um papagaio. Costumava deixá-lo subir nas árvores do quintal durante o dia. Ao entardecer, recolhia-o para dentro de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, uma das tardes foi diferente. Na tentativa de trazê-lo, o papagaio voou sobre o telhado. Corri na direção que tomou. Nunca mais o vi (Junior, perdoe-me por tê-lo assustado). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não chorei, até que, fui indagado sobre seu paradeiro. A confissão trouxe consigo o choro, a voz embargada e as lágrimas abundantes. Confessar, às vezes, faz doer o coração.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-z5-ddOa-lxo/TVPn3eCCmiI/AAAAAAAAAOc/sWEDZ_lMLSE/s1600/Papagaio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://1.bp.blogspot.com/-z5-ddOa-lxo/TVPn3eCCmiI/AAAAAAAAAOc/sWEDZ_lMLSE/s200/Papagaio.jpg" width="155" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em outra ocasião, eu tinha dois porquinhos-da-índia. Eu cuidava deles e encontravam-se dentro de uma caixa de papelão. Minha mãe pediu-me que fosse ao mercado. Quando eu voltei, estavam mortos. O cãozinho os matou (Porquinhos, perdoem-me por tê-los deixado sós).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jpl-4C565Kc/TVPolUaF1FI/AAAAAAAAAOk/kt0h4HVAuTQ/s1600/Porquinho.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="134" src="http://4.bp.blogspot.com/-jpl-4C565Kc/TVPolUaF1FI/AAAAAAAAAOk/kt0h4HVAuTQ/s200/Porquinho.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Novamente, as lágrimas surgiram e a dor desabrochou. Eu que tinha tanto amor, tanta expectativa na satisfação que aqueles bichinhos me davam, mas agora...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após isto tudo, como que as marcas das desventuras tornassem-se um filme diante de meus olhos, percebi que, a melhor maneira de evitar a dor da perda seria nunca tê-los recebido. Naquele dia decidi: nunca mais terei um bichinho de estimação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, não tenho outras histórias de bichinhos e dores para contar. Eu estava certo. Nunca mais uma única lágrima verteu de meus olhos quanto à perda de um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, também não tenho as boas lembranças... o biquinho que me mordia a orelha, o eco da sua voz, a cabecinha com as penas arrepiadas entre minhas mãos ao acariciá-la... Também não tenho lembranças tais como as manhãs em que, antes de ir à escola, cortava o capim para os roedores, a casinha de papelão onde se escondiam, os pulinhos desajeitados e engraçados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não sofrer, evita-se amar. E ao decidir isto, na verdade, matei antecipadamente a quem nunca encontrei. Nunca nos conhecemos e, talvez, este vácuo seja pior que qualquer dor, pois, onde estarão as boas recordações da minha vida? Escrito em 10/02/2011.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-815935903821758435?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/815935903821758435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=815935903821758435&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/815935903821758435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/815935903821758435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/02/nem-sempre-evitei-amar.html' title='Nem sempre evitei amar'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-AnEVphLmGwA/TVPnbsIb7BI/AAAAAAAAAOU/s7sAXUZEEc0/s72-c/Expectativa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8498214983303236122</id><published>2011-02-07T13:16:00.000-02:00</published><updated>2011-02-07T13:16:50.428-02:00</updated><title type='text'>Pão sujo</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TVALsM0APlI/AAAAAAAAAOM/NPeqbE9DVbw/s1600/Pao_sujo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TVALsM0APlI/AAAAAAAAAOM/NPeqbE9DVbw/s200/Pao_sujo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em certa ocasião, ouvi acerca de alguém que, ultrapassando os limites de sua própria continência, engravidara sua namorada. O pronto julgamento que ouvi foi: esta foi a consequência de seu pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ouvir o parecer, algo soou estranho aos meus ouvidos: consequência de pecado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, a fornicação foi um erro, no entanto, a gravidez não. A gravidez foi um acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A concepção jamais será consequência de qualquer pecado, pois, na realidade, uma concepção sempre será uma consequência natural. Não importa quão santo, ou quão impuro, quão lícita ou ilícita uma união; um ato sexual consumado encerra a possibilidade da geração de um novo ser.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um casal, em tese, possui a mesma probabilidade de gerar uma criança tanto um dia antes de seu casamento quanto na noite de núpcias. Que diríamos daqueles? Que a gravidez foi consequência do pecado, enquanto destes, consequência do quê? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, a fornicação, não traria consequência alguma? Traria sim, visto que pecado é. E esta consequência concentra-se em: uma profunda dor na alma, e o sentimento frustrante de que tudo que se experimentou, de outra forma, teria um sabor melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto também vale para o dinheiro que se ganhou, ou a medalha que se conquistou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como reflexão, sugiro: “Suave é ao homem o pão ganho por fraude, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas de areia”. Provérbios 20:17&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8498214983303236122?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8498214983303236122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8498214983303236122&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8498214983303236122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8498214983303236122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/02/pao-sujo.html' title='Pão sujo'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TVALsM0APlI/AAAAAAAAAOM/NPeqbE9DVbw/s72-c/Pao_sujo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-4997252923410991688</id><published>2011-01-24T11:35:00.011-02:00</published><updated>2011-02-22T13:17:00.702-03:00</updated><title type='text'>Psicologia bovina do pensamento humano</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TT1_e7gU8HI/AAAAAAAAAN0/SzKhh4biwkE/s1600/Vache_Vinci.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" s5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TT1_e7gU8HI/AAAAAAAAAN0/SzKhh4biwkE/s200/Vache_Vinci.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Na fazenda, ninguém conseguia compreender o fascínio que aquela vaca exercia sobre o menino. Todos sabiam onde encontrá-lo, no final da tarde, nos dias de festas e finais de semana. Empolgado como um cão na presença do dono amado, ele abusava da companhia da vaca amiga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Certo, mas agora eu tenho uma novidade para te contar!&lt;br /&gt;- Amo novidades!&lt;br /&gt;- Dentro em breve tu ganharás um novo médico!&lt;br /&gt;- Um novo médico? Bem, sei que estou ficando velha e, é natural que precise de atenção, mas, por que um novo médico?&lt;br /&gt;- Deixas disto, tu estás muito bem.&lt;br /&gt;- Que tu sabes que eu não sei?&lt;br /&gt;- É o filho do veterinário... ele vai morar na cidade para se formar na mesma profissão.&lt;br /&gt;- Uhm... isto é muito bom. No entanto, creio que ainda não existem garantias de que após se tornar doutor, ele venha para estas bandas.&lt;br /&gt;- Tu tens razão. Mas há a possibilidade!&lt;br /&gt;- Sim, nisto eu creio. Sempre há uma possibilidade. Mas, diga-me tu: quando irás a cidade estudar?&lt;br /&gt;- Olha... eu não sei. &lt;br /&gt;- Nunca pensaste nisto?&lt;br /&gt;-Os adultos sempre me lembram disto. Eles sempre perguntam: que queres ser quando crescer?&lt;br /&gt;- E o que tu respondes?&lt;br /&gt;- Não sei. Se eu fosse um girino da beira do lago, eu diria que seria um sapo, uma rã ou uma perereca. Mas, a única coisa que eu consigo pensar é que quando eu crescer serei eu mesmo, só que maior, como meu pai...&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;- Talvez um pouco mais gordo...&lt;br /&gt;- Quê?&lt;br /&gt;- Deixa para lá... Amigo, escuta... Que gostaria de fazer quando estiveres grande?&lt;br /&gt;- Tu me prometes que não contarás para ninguém?&lt;br /&gt;- Palavra de vaca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se revelasse um importante segredo, respondeu em tom baixinho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu gostaria muito de ser escritor. Daí, não precisaria te deixar. Não precisaria ir à cidade aprender, pois, contigo, já aprendo tantas coisas... Bastaria que eu tomasse nota do que dizes e, à noite, quando todo mundo fosse dormir, começaria a escrever. Depois, eu venderia os nossos livros lá na cidade, já que aqui na fazenda, não teriam pessoas suficientes para comprar todos.&lt;br /&gt;- Tu acreditas nisto mesmo?&lt;br /&gt;- Claro que sim. Por que tu achas que nós mandamos teu leite para vender lá?&lt;br /&gt;- Faz sentido...&lt;br /&gt;- Só uma coisa me incomoda... disse o menino, com sua voz carregada de frustração: Que faria se ninguém quisesse comprar nossos livros? Quando sobra do teu leite, papai trás de volta e, se não transforma em manteiga, faz bolos ou vira queijo. Mas, os livros, que faria com eles?&lt;br /&gt;- Eu nunca tinha pensado nisto antes... respondeu a vaca, um tanto abalada.&lt;br /&gt;- Eu bem que poderia vendê-los como calço para algum móvel, mas, até hoje, não vi mais que um único livro servir para este fim.&lt;br /&gt;- Parece-me que tu tens um enorme problema meu amigo. Mas, creio que posso te ajudar.&lt;br /&gt;- Eu sei, eu bem sei que tenho um enorme problema... Que tu pensas que eu deveria fazer com os livros?&lt;br /&gt;- Com os livros? Com eles, nada! Seu problema não são os livros.&lt;br /&gt;- Não são? Como assim “não são os livros”?&lt;br /&gt;- Seu problema não são os livros meu amigo, seu problema chama-se confiaaança... respondeu-lhe a vaca, pronunciando com destaque a palavra confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Confiança?&lt;br /&gt;- Sim, confiança! Ela é a força que te faz caminhar pela estrada, entre o estábulo e a casa da fazenda, mesmo que seja noite e esteja tudo escuro. E isto tu fazes porque, apesar da dificuldade em caminhar, não duvida de que em breve estarás lá.&lt;br /&gt;- Eu já senti esta força antes! E eu nunca duvidaria que eu pudesse mesmo chegar em casa.&lt;br /&gt;- Isto porque tua confiança venceu sua insegurança... concluiu a vaca.&lt;br /&gt;- Então vivemos sempre como nunca guerra?&lt;br /&gt;- Tu sempre me surpreendes com tuas perguntas...&lt;br /&gt;- E tu sempre me surpreendes com tuas respostas... Mas, diga-me... Se eu for confiante, eu conseguirei vender todos os meus livros?&lt;br /&gt;- Isto só tu podes responder... Venha cá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vaca caminhou e parou embaixo de uma sombra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conheço a história de um vendedor de livros. Um dia, colocaram-lhe um desafio: se ele vendesse cem livros por semana durante um ano, ganharia uma bela comissão. Após 12 anos de trabalho, o homem conseguiu vender seus cem livros semanais.&lt;br /&gt;- Um bocado de livros!&lt;br /&gt;- Bem, mas agora responda-me com toda sinceridade que há no teu coração... Se tu precisasses vender cem livros por semana, tu pensas que conseguirias?&lt;br /&gt;- Sei lá... Eu gosto mesmo é de escrever.&lt;br /&gt;- Entendo como te sentes... Então, não alcançarias a marca proposta?&lt;br /&gt;- Com a experiência, acho que venderia muitos... mas... sempre há uma possibilidade de não se conseguir. Assim, creio que não é possível afirmar com certeza se conseguiria.&lt;br /&gt;- Então, se tu querias uma resposta, ela é: tuas chances de fracasso são enormes.&lt;br /&gt;- Mas, por que, se eu disse que venderia muitos?&lt;br /&gt;- Tu pensas como um derrotado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino emudeceu. Sem compreender o que a vaca queria dizer, esperou que ela esclarecesse. Na verdade, sentiu-se um pouco ofendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A maneira como tu pensas é que faz a diferença, meu caro. Outra resposta que não um convicto sim, não serve para alguém que deseja vencer. Em tua mente, tu te consideras incapaz, julgas obstáculos que ainda não existem, confere-lhes força e aceitas desde já a possibilidade do fracasso. Meu amigo, tu não estás seguro de ti mesmo e de tua capacidade de alcançar o teu objetivo.&lt;br /&gt;- Não posso concordar contigo. Como eu afirmaria com certeza que sim?&lt;br /&gt;- E como tu afirmas com certeza que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta hora, o menino sentia-se como que em xeque-mate. A vaca sorria contente de que algo novo estivesse por acontecer no coração do seu amigo. E ele, tentou não gaguejar na hora de responder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha, as coisas na vida real não são tão simples assim. Eu posso te dar o exemplo do meu pai. Ele nem sempre consegue vender todo leite que leva à cidade e tu, já sabes disto. Isto me soa coisa de gente metida...&lt;br /&gt;- Queres dizer, arrogante?&lt;br /&gt;- Que seja...&lt;br /&gt;- Amigo, a humildade leva-nos a reconhecer a derrota, no entanto, admitir a possibilidade de derrota é a fraqueza que leva ao fracasso. A arrogância não está em não admitir a possibilidade de derrota; tampouco, a humildade está em admitir a possibilidade de fracasso.&lt;br /&gt;- Está ficando tudo misturado...&lt;br /&gt;- Olha, deixa-me esclarecer algo. Na verdade, não importa nem um pouquinho se tu conseguirias vender seus cem livros.&lt;br /&gt;- Não? Perguntou o menino ainda mais surpreso.&lt;br /&gt;- Claro que não! Sabe por quê? Porque a vida é assim! Um dia as vendas vão bem, outro dia, mal. Não importa muito que obstáculos tu encontrarás, mas com que disposição tu te colocas perante eles. Quando tu achas que não os vencerás e, não confia que é possível, já perdeu antes mesmo de ter tentado. &lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;- Por que o teu limite sempre te será desconhecido. Não crer na possibilidade de êxito é o mesmo que se entregar antecipadamente. &lt;br /&gt;- Acho que agora as coisas estão mais claras para mim... Por que não conheceria meu limite?&lt;br /&gt;- Quanta força tu tens?&lt;br /&gt;- Que força?&lt;br /&gt;- Tu não conheces tua força?&lt;br /&gt;- Para carregar uma carroça com leite?&lt;br /&gt;- Pode ser...&lt;br /&gt;- Não muita.&lt;br /&gt;- Então tu nunca carregarias uma carroça com leite?&lt;br /&gt;- Carregarias sim.&lt;br /&gt;- Tu não tens força para isto! &lt;br /&gt;- Mas eu posso usar os carrinhos, e além do mais, aos pouquinhos eu poderia carregá-la.&lt;br /&gt;- Então tu concordas que, apesar de tua pouca força física, a carroça do leite seria carregada por ti?&lt;br /&gt;- Claro!&lt;br /&gt;- Eu chamo isto de preparo.&lt;br /&gt;- Uhm...&lt;br /&gt;- E o que aconteceria se tu olhasse a quantidade do leite e isto te fizesse sentir incapaz?&lt;br /&gt;- Eu acho que não tentaria, ou, se tentasse, não terminaria o serviço.&lt;br /&gt;- E por que não terminaria?&lt;br /&gt;- Eu me sentiria cansado e, indicaria que não poderia mais, assim como eu havia previsto. &lt;br /&gt;- Ou seja, assim como tu achavas que não te seria possível. Percebes? Tu terias a força necessária, mas, a barreira fez-te acreditar que aquele era o teu limite e tu desististe. É por isto que teu limite sempre te seria desconhecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não conheceria meu limite porque teria desistido antes de tê-lo verdadeiramente conhecido... gostei disto.&lt;br /&gt;- Tu entendes agora? Tu tens força para alcançar teu objetivo, mas, quando achas que as barreiras te vencerão, tu te permites acreditar que não terás força suficiente para fazer o que tu poderias fazer. Portanto, sejas humilde em sua realidade, mas guerreiro em sua confiança.&lt;br /&gt;- Agora eu entendo um pouco mais.&lt;br /&gt;- Que ótimo!&lt;br /&gt;- Amiga, prepara-te!&lt;br /&gt;- Por quê?&lt;br /&gt;- Porque amanhã cedo, virei à ordenha e tirarei o maior número de litros de leite que alguém já pôde ter tirado de uma vaca no mundo todo!&lt;br /&gt;- Sabe de uma coisa?&lt;br /&gt;- De quê?&lt;br /&gt;- Agora sim precisarei de um novo médico. Vai com calma meu amigo! Tu não gostarias de usar toda esta energia para escrever? Céus, que fui ensinar a este menino. As demais companheiras me matarão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, o menino ficou imóvel e, a vaca desaparecia no horizonte da campina como um raio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E para refletir, sugiro:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê" Marcos 9:23&lt;br /&gt;"Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece" Filipenses 4:13&lt;br /&gt;"Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou" Romanos 8:37&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-4997252923410991688?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/4997252923410991688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=4997252923410991688&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4997252923410991688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4997252923410991688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/01/psicologia-bovina-do-pensamento-humano.html' title='Psicologia bovina do pensamento humano'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TT1_e7gU8HI/AAAAAAAAAN0/SzKhh4biwkE/s72-c/Vache_Vinci.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7975672199498759714</id><published>2011-01-20T16:01:00.010-02:00</published><updated>2011-01-21T09:51:08.271-02:00</updated><title type='text'>O modelo da criação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TTh4T1buU9I/AAAAAAAAANk/Sq7npiyOvTI/s1600/Creation2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="129" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TTh4T1buU9I/AAAAAAAAANk/Sq7npiyOvTI/s200/Creation2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mais um se ano se inicia. Para muitos, este é um tempo de reflexão, correções e novos planos. Para nós, cristãos, são constantes as questões: Como construir algo sob a bênção e orientação de Deus? Como alcançar êxito em nosso projeto? Bem, antes de continuar a leitura deste texto, eu sugiro a leitura do primeiro capítulo do livro de Gênesis. Vamos lá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um modelo perfeito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Gênesis, está o relato da criação, da construção da terra. Este é o modelo escolhido por Deus para construí-la e tudo o que nela há. O Senhor, em sua sabedoria, seguiu alguns passos na realização do seu projeto, que servem de exemplo para a construção dos nossos. Lembremo-nos de que: &lt;b&gt;“O SENHOR com sabedoria fundou a terra, com inteligência estabeleceu os céus”&lt;/b&gt; Provérbios 3:19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O DESPERTAR DE DEUS (1º DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Disse Deus: Haja luz, e houve luz.."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repentinamente, a luz se fez. No transcorrer da vida, de repente, somos pegos de surpresa. O entendimento de algo se acerca de nós, como que raios de luz sobre nossas vidas. Este entendimento traz mudança à mente e ao coração.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz é aquilo que o Senhor mostra. É o despertar. Com a luz, há a divisão entre o claro e visível, daquilo que está oculto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz é um pensamento, uma ideia que ilumina a vida e que aquece o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz faz enxergar o óbvio que estava oculto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luz vem e traz consigo mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ALIMENTANDO MEUS SONHOS (2º DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a luz, o Senhor cria o firmamento. O firmamento é a atmosfera que envolve a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto, a atmosfera é o ambiente do qual sou rodeado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o Senhor nos entrega um projeto e nos ilumina, devemos tomar o cuidado de mantê-lo numa atmosfera, num ambiente adequado. Um bom ambiente gera ânimo, motivação, onde os sonhos são alimentados. Um mau ambiente leva a frustração e a decepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta etapa, algo acontece no coração. O desejo do que se quer e o desejo de efetuá-lo começa a ser moldado. A importância do ambiente está em não permitir que a fé seja apagada pelo pessimismo. Por isto, deve-se tomar muito cuidado com aquilo do qual se está rodeado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Às vezes, um amigo com menos fé.&lt;br /&gt;- Às vezes, um conselheiro sem visão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, assim como a atmosfera protege o projeto terra, uma atmosfera é preciso na proteção dos nossos sonhos. E é claro, O Senhor pode transformar ambientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ESTABELECENDO A BASE (3º DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“e apareça a porção seca [...] Produza a terra...”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base é a que sustenta todo projeto. É o lugar onde se edifica. Em se tratando de vida cristã, a base dela é “Jesus Cristo é o Senhor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção do coração é a base de um projeto. Toda vez que desejarmos nos mover em alguma direção, devemos nos perguntar: baseados em que queremos isto ou aquilo? Ou seja, quais são as legítimas e verdadeiras intenções que estão dentro do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A base é a plataforma que sustenta toda vida. A base precisa ser fértil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa base (intenção), dá boa vida (bons frutos). Uma base má gera frutos maus. Quando a base é boa, ela gera vida facilmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando um exemplo comum entre os jovens, muitos estão à procura “da pessoa certa”. Bem, perdoem-me, não existe a tal pessoa certa. O que existe são afinidades. Mais do que a pessoa certa, há a intenção certa. Provérbios 21:2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da base, da terra, vem o sustento para o homem e aos demais seres. Se esta base for infértil, toda vida perecerá, sinal de que, temos grande responsabilidade ao lançarmos um projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terra precisa ser cultivada, revista constantemente, para que não perca seu foco, ou seja, as intenções do coração precisam ser tratadas. A vida surge mediante exposição à luz, o entendimento procedente da Palavra de Deus (a relva sobre a plataforma precisa de luz para crescer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O coração deve ser tratado, pois, não é um lugar de ferida, é um lugar de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ABRA SEU CORAÇÃO AOS CONSELHOS (4º DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor colocou no firmamento luzeiros para iluminar a terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos mentores, familiares e amigos são luzeiros que Deus colocou em nossa atmosfera. Eles nos aconselham, trazem luz, ajudando-nos com conhecimento e sabedoria. Ajudam-nos a saber se é tempo, se podemos avançar ou aguardar. São como as estrelas numa carta náutica que guiam durante a noite, ou a posição do sol durante o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palavra é a luz com que nossos luzeiros nos iluminam. Durante à noite (escuridão), somos iluminados por eles e cada um deles possuem sua grandeza específica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto nos ensina que não devemos fazer nada sozinhos, mas envolver outros em nossa atmosfera. Fazer coisas sozinho não é vontade de Deus para o homem. Provérbios 18:1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem coisas que somente são alcançadas quando escolhemos dividi-las: um filho por exemplo. Assim, ele nunca seria somente meu. Seria meu e de minha esposa. Também não seria metade de cada um. Um filho é sempre inteiramente do pai e inteiramente da mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua e as estrelas nos mostram que mesmo na escuridão, contamos com a ajuda do Senhor nos mostrando a direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O SENHOR NOS RODEIA DE VIDA (5º DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encham-se de vida a terra, os céus e os mares!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida que o Senhor cria é disseminada. Isto quer dizer que nossos projetos podem abençoar lugares onde talvez nunca coloquemos os pés, e podem alcançar gerações que talvez nunca vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor abençoa todo projeto. Ele gera vida até onde a vista não alcança ou onde os pés não chegam. Quando o projeto é bom, o Senhor prepara seu colorido de vida e graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é um Deus criativo e presta atenção nos mínimos detalhes de nossas vidas. Ele as enriquece com detalhes belíssimos, as pequenas coisas da vida, que não podemos desprezá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;INCLUINDO AS PESSOAS (6º DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus incluiu o homem nos seus planos. Isto significa que devemos incluí-los também nos nossos. Quando planejamos, devemos ter a intenção de abençoar pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intenção é a base. Tudo o que o Senhor fez foi visando incluir o homem no seu projeto. Depois de tudo feito, Deus entregou todo o projeto à administração humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CONCLUA BEM (7* DIA)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certa ocasião, ouvi um pastor afirmar: “Só pode descansar aquele que concluiu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor concluiu sua obra, por isto descansou. É um descanso interior, no espírito, a noção de que alcançamos aquilo que o Senhor nos despertou a efetuar&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TTh7S1GVEaI/AAAAAAAAANw/dSxIkN-597Y/s1600/Creation.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="193" s5="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TTh7S1GVEaI/AAAAAAAAANw/dSxIkN-597Y/s200/Creation.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PALAVRINHA FINAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando executamos um projeto, a cada fase, precisamos analisar se o que fazemos é bom. Este foi o controle de Deus. Precisamos ter prazer nisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus dividiu seu projeto em etapas, realizando um pouco a cada dia. Toda vez que fazemos um pouco a cada dia, alcançamos muito. Não devemos atropelar etapas, pois, não somos melhores que Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"O SENHOR me possuiu (a Sabedoria) no princípio de seus caminhos e antes de suas obras mais antigas"&lt;/b&gt; Provérbios 8:22. Escrito em 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7975672199498759714?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7975672199498759714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7975672199498759714&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7975672199498759714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7975672199498759714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/01/o-modelo-da-criacao.html' title='O modelo da criação'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TTh4T1buU9I/AAAAAAAAANk/Sq7npiyOvTI/s72-c/Creation2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6049041555202928907</id><published>2011-01-13T15:00:00.001-02:00</published><updated>2011-01-17T11:12:24.168-02:00</updated><title type='text'>Cocô ou esterco? Uma lição bovina</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TS8usb0yEEI/AAAAAAAAANg/i99D7Fak6qw/s1600/Crotte_vache.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; height: 175px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; width: 166px;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TS8usb0yEEI/AAAAAAAAANg/i99D7Fak6qw/s1600/Crotte_vache.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Final de tarde, um vento de primavera soprava na campanha... Eles encontravam-se no pasto....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olá! Como estás meu amigo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu estou bem, mas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas o quê? Que significa este mas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É o meu pai... Está um pouco triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uhm... Qual é o motivo? Diga-me logo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele e minha mãe conversavam algo sobre um dos empregados da fazenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele está doente? Algum problema na família?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não. Parece-me que o homem pediu para deixar o serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E tu sabes por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, pelo que entendi, o homem reconheceu que há algum tempo relaxa nas atividades e faz as coisas de qualquer maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entendo! Este é mais um caso de alguém entre o cocô e o esterco...&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino esboçou um sorriso e coçou a cabeça:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entre o cocô e o esterco? Que quer dizer isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quer saber mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sou todo ouvidos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Percebes quais as opções que o pobre homem se coloca? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu acho que é deixar o serviço ou continuar a fazer as coisas de qualquer maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bingo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acertei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, tu acertaste. Mas agora me responda: Qual o mérito da escolha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma escolha precisa ter mérito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai, ai, ai... Eu perguntei primeiro menino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem, eu só estava brincando contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É... agora não sei se espero tua resposta ou se te respondo a pergunta cara amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Deixe-me responder então a tua primeiro. Bem... uma vez que nossas decisões e escolhas são caminhos que nos levam sempre a algum lugar na vida, creio que elas devem ter algum mérito sim. Aliás, escolhas falam muito acerca de nosso caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que agora entendo... Bem, eu acho que há mérito em deixar o serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que tu achas isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque é melhor não atrapalhar que trabalhar de qualquer jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Parabéns! E isto com que ficaste é o cocô ou o esterco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não entendo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, diga-me: Qual preferes, o cocô ou o esterco?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Nenhum deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não. Estas são as opções que tu mesmo te colocaste. Sendo assim, precisas escolher uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah... sei lá, parece-me que dá no mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bingo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acertei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acertaste na mosca!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então explica-me!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ambas as decisões são autênticos atestados de indisposição, incompetência e mediocridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seja mais clara, por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, tu achas uma sábia decisão abandonar um serviço por se comportar de forma incompetente, seja qual for a razão para tal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Continuo achando que é melhor deixar que atrapalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sinto cheiro de estrume no ar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está bem, então, qual é sua explicação, oras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que tu acharias de escolher se tornar melhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uau, acho que agora entendi! As duas opções na cabeça dele são péssimas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É claro meu amigo! Há daqueles que escolhem permanecer medíocres a mudar sua atitude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, entre deixar de servir ou fazer as coisas de qualquer maneira, seria mais sábio escolher fazer as coisas da melhor maneira, sem nunca deixar de servir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, eu acho que estas são condições mais razoáveis a se apresentar. Sem esta mentalidade, dificilmente aquele homem crescerá em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entendo... mas tenho outra pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou pronta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que culpa ele tem se sua incompetência for um reflexo de sua falta de talento? Nem todo mundo sabe fazer de tudo, ou gosta de fazer tudo. Às vezes, as pessoas descobrem que não servem para determinadas funções ou tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É verdade. No entanto, um homem de caráter nobre não abandona um compromisso sem ter dado o melhor de si em executá-lo, ou o melhor de si em aprendê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino beijou a vaca e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os motivos pelos quais decidimos o que decidimos, refletem a grandeza ou a pequenez de nossos corações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que lindo isto menino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigado! Olha... preciso ir agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tão cedo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acho que tenho desculpas a pedir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpas? Que andaste aprontando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Faltei à escola ontem. Eu disse a minha mãe que estava com dor de barriga, mas, na verdade, era porque não fiz a tarefa de matemática. Acho que me faltou um pouco de vontade de aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uhm...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uhm, o quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sinto perfume de flores no ar... &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6049041555202928907?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6049041555202928907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6049041555202928907&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6049041555202928907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6049041555202928907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2011/01/coco-ou-esterco-uma-licao-bovina.html' title='Cocô ou esterco? Uma lição bovina'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TS8usb0yEEI/AAAAAAAAANg/i99D7Fak6qw/s72-c/Crotte_vache.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-3884852827724339409</id><published>2010-11-25T16:36:00.003-02:00</published><updated>2010-11-25T16:49:19.312-02:00</updated><title type='text'>Os dois lados</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TO6pf63tNfI/AAAAAAAAANQ/Eq9Pbt2apX8/s1600/Questions.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TO6pf63tNfI/AAAAAAAAANQ/Eq9Pbt2apX8/s200/Questions.jpg" width="190" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em muitas ocasiões, encontrei-me pensando o que significa existir. Lembro-me que, umas das primeiras vezes que este pensamento surgiu em minha mente, eu tinha uns cinco ou seis anos. Como sei disto? Bem, lembro-me exatamente do contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava deitado, no mesmo quarto em que dividia com meu irmão. Logo, meus olhos fixaram-se na madeira da cama ao lado. De repente, tudo parecia ilusão, como se nada fosse real. Meu irmão, que se encontrava em sua cama, escutou-me comentar: “Às vezes temos a impressão de que não existimos, não é mesmo?” É claro que não expressei isto de maneira tão formal, mas era isto que eu queria dizer. E ele, com praticamente a mesma idade que eu, concordou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca mais esqueci aquela percepção. Muitos pensamentos passaram em minha mente desde então. Alguns deles, motivos de orgulho. Eu sentia que realmente concebera uma ideia original. Com o tempo, passei a escrever acerca de minhas percepções, e, quanto mais eu escrevia, também, mais me frustrava. A frustração era de que, toda vez que pensava ter obtido uma ideia original, vez ou outra, escutava alguém que se, não falava algo exatamente igual, no mínimo, muito parecido. Ou minhas ideias são muito simples, ou, quem sabe, tudo do que falamos tem origem em algo que um dia ouvimos e saímos repetindo inconscientemente como papagaios.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como resultado, conclui que não importa quantas ideias possamos ter, pois, alguém, em algum lugar no mundo ou da história, já teria pensado a mesma coisa. Alguns afortunados escreveram sobre elas; outros, não se dando conta da importância de um entendimento, deixaram-no passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pensamentos sobre o qual me ocupei recentemente, fora: onde eu estava antes de estar aqui? Em outras palavras: onde eu estava antes ter nascido, ou, eu já existia antes? Comecei a pensar que outrora eu fora uma ideia, que um dia, materializou-se. Verdadeiramente conclui, através de alguma investigação mental, que poderia ser assim. Bem, quem sabe, seja isto mesmo. E é claro, eu seria uma ideia que estava em primeira mão na mente de Deus. No entanto, preciso confessar. Não estava tão preocupado em saber de onde vim ou se já existia. Preocupava-me saber para onde eu iria quando tudo acabasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltaria para o mesmo lugar? De repente estou, de repente, não estou mais. E quando não estiver mais, como seria para mim? Se é que seria alguma coisa. É fácil pensar no momento em que eu não estava. Não fazia a menor diferença. O mundo já estava aqui há muito tempo. Ele já girava. Não importava nada o fato de eu não estar aqui. Eu me importava de não existir? Bem, talvez não me importe quando aqui não mais estiver. Mas, de repente, eu era. Eu gostaria de saber, se, no que refere a mim, a realidade da entrada seria a realidade da saída? Um apagar de luzes? Não sei se estou me fazendo entender...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria assim a morte? Aparecemos na entrada e desaparecemos na saída? Ou será que transformamo-nos na entrada e transformamo-nos na saída? É uma ideia um tanto perturbadora. Não pelo medo de morrer, mas, pela fadiga do pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se minha vida é uma história, um registro, que no final, é apagado como se nunca houvesse acontecido? Exatamente como era antes de existir. Mas, aqui, vejo uma diferença do ponto de vista dos momentos... Meu registro apagado, não significaria apagar a minha memória, mas também, aquela memória, aquela marca, aquele traço, de todos quantos aparecem nas minhas páginas, mesmo que fosse num único instante. Isto significaria que muitas histórias estariam incompletas. Seria como recortar minha silhueta de uma foto entre amigos. Em contrapartida, toda vez que olhamos um retrato, deveríamos nos perguntar: não estaria faltando alguém aqui? Mas quem? Aquele que ainda não nasceu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se há inferno? Então, admitiria que uma ideia dEle fosse parar lá? E se há céu? É melhor que eu lá esteja. E mesmo que, um daqueles cuja história entrelaçou-se a minha, eu não encontre, a fotografia estará incompleta. E me perguntarei? Onde estará? Quem sabe, seu registro tenha sido lançado no fogo. Mas, se isto aconteceu, é obvio que sua história não fora totalmente apagada, uma vez que nossos laços denunciariam seus vestígios nas páginas da minha existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho duas soluções: A primeira, queimar a todos. Deste modo nada sobraria. A segunda, fazer tudo absolutamente novo, sem lembranças, sem histórias. Mas, se for assim, aquele seria eu? De qualquer forma, se isto acontecesse, eu teria mesmo desaparecido, sido apagado, de uma forma ou de outra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, é claro que não me importaria. Seria como se tivesse nascido no céu, e precisaria aprender e começar tudo de novo, não me dando conta disto, nem do que passou. E daí, eu pergunto? Por que a etapa terrena? Poderia ter nascido no paraíso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, quem sabe, tudo não passe de um sonho mesmo. E a realidade que sonho agora, é algo diferente daquele quem realmente sou. Daí, no dia em que despertar, verei a mim. Não me importará que tudo tenha passado, e não terá sido um pesadelo a ideia de não ser mais quem eu sempre fui. Isto porque, quando o dia chegar, estarei consolado e feliz de que finalmente tenha acordado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-3884852827724339409?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/3884852827724339409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=3884852827724339409&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3884852827724339409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3884852827724339409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/11/os-dois-lados.html' title='Os dois lados'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TO6pf63tNfI/AAAAAAAAANQ/Eq9Pbt2apX8/s72-c/Questions.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7301059887820679801</id><published>2010-11-22T14:48:00.005-02:00</published><updated>2010-11-22T17:29:18.278-02:00</updated><title type='text'>A casinha rosa chá</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOqeVyIpWLI/AAAAAAAAANM/u7ekPeWoqAM/s1600/Casinha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOqeVyIpWLI/AAAAAAAAANM/u7ekPeWoqAM/s200/Casinha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há algum tempo, perguntava-me acerca do porquê as coisas são como são. É claro, algumas coisas entendemos, ou, pelo menos, pensamos que entendemos. Quando passo pela rua, e vejo uma casa pintada de rosa chá, normalmente, não me perguntaria o porquê dela ser assim.&amp;nbsp; Obviamente, alguém a teria pintado daquela cor e pronto. É por isto que ela é rosa chá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem milhares de motivos que&amp;nbsp;levariam alguém a escolher uma cor. Se perguntasse às pessoas sua opinião sobre isto, a maioria concordaria que fora uma questão de preferência. Mas, mesmo&amp;nbsp;as preferências&amp;nbsp;têm seus motivos... O fato é que, uma casa nunca é pintada de rosa chá sem que um motivo mais complexo exista por trás deste “simples” fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda escolha, portanto, trás embutida em si, uma história. A casa rosa chá faz parte dela. Mas, como pensar nestas coisas é demasiadamente cansativo para muitos, acostumamo-nos a dizer: questão de gosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma reflexão nesta linha sofre muitas críticas. Que importa na prática, saber ou não, por que uma casa fora pintada de rosa chá? Como afirmei, são detalhes para os quais a maioria faria vistas grossas, pelo simples motivo de lhes parecer não servir para nada. E assim, filtramos o entendimento das coisas da vida pelo critério da praticidade e usabilidade. Faríamos o mesmo, caso, no lugar de uma casa, trocássemos nosso objeto rosa chá, por um ser humano? Agora, creio que conseguirei um acréscimo no número de interessados na questão.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me interessa saber o porquê de uma casa ser rosa chá, azul, ou verde. Ela está lá, na rua onde passo todos os dias, e isto, não tem a menor relevância. Aliás, o que importa mesmo, é o fato dela proteger e dar abrigo à família que lá habita. E esta também é uma dentre tantas opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, tenho de admitir, a casa não é rosa chá sem que haja um motivo para isto, seja esta percepção relevante ou não. Bem, se não é relevante, então, por que me&amp;nbsp;preocupar? E se for relevante, por que ainda não nos damos conta? E no caso de não ser relevante, como posso afirmar isto, com certeza, já que provavelmente, emito esta opinião à partir de meu próprio julgamento do que é ou não é relevante? Bem, caso algo para mim não tenha a mínima importância, isto não quer dizer que não tenha importância para a pessoa que decidiu que a casa fosse pintada de rosa chá. Certamente, algum motivo especial levou-a a ser pintada assim. Logo, concluo que, esta discussão é ao mesmo tempo absolutamente relevante, mas absolutamente irrelevante, dependendo do ponto de vista observado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parto da premissa de que aquela casa rosa chá não me é relevante. Em outras palavras, é algo que não me interessa. E se não me interessa, é porque uso o filtro da praticidade e da usabilidade. E neste caso, se não me serve para nada, então, não estaria sendo indiferente, ou, quem sabe, egoísta? Como poderia desprezar o meu próximo, crendo que o motivo que o levou a pintar sua casa de rosa chá, é algo muito pouco importante? Sinto que acabo de desrespeitá-lo, mesmo que ele não saiba nada sobre o que penso sobre a cor de sua casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, constato que a casa já começou a ter importância para mim, uma vez que mergulhei nestes pensamentos, que, diga-se de passagem, já tomaram um tempo de minha vida. Quem sabe, a importância que damos as coisas esteja relacionada com a percepção de que elas existem e porque pensamos nelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se eu presumisse o contrário? Se a cor da casa me fosse importante, então, é claro que talvez houvesse um sentido para isto. Das inúmeras respostas (excluindo-se a que todos diriam: eu gosto de rosa chá), talvez sentisse prazer em vê-la bem na minha rua. Ela deixa a paisagem muito bela, e isto é bom, pois, valoriza do ponto de vista estético a região onde moro e, logo, do ponto de vista mercadológico. E aqui chegamos a um ponto comum: não importaria se a casa fosse ou não importante, no final, revelo meu egoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu sei que a casa me é importante. Ela embeleza o local onde moro. Talvez, se fosse azul celeste, não combinasse com os demais imóveis da rua. E daí, eu desejaria que ela tivesse outra cor. Mas mesmo esta constatação, estaria baseado no valor subjetivo que dou ao azul celeste. Quem sabe, caso as demais casas trocassem suas cores, o azul celeste até que não ficaria tão ruim. Não, não. Definitivamente, não gosto do azul celeste. Até que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia me peguei usando a casa do vizinho. Meu visitante perdeu-se no bairro, mas logo, encontrou onde eu morava. Disse-me: lembrei do que me disseste, sobre a rua com a casa azul celeste da esquina... E foi aquela casa azul celeste, que eu tanto detestava, a melhor referência que encontrei. Agora ela faz parte da minha vida, e, por mais que seja difícil admitir, a lembrança de que ela está lá me deixa feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é verdade que, no dia em que a casa foi pintada de rosa chá, preocupei-me sobremaneira. Afinal, ela se tornara uma extensão de meu próprio endereço, do meu abrigo, do meu cantinho, da minha futura casa azul que lembra o céu.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7301059887820679801?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7301059887820679801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7301059887820679801&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7301059887820679801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7301059887820679801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/11/casinha-rosa-cha.html' title='A casinha rosa chá'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOqeVyIpWLI/AAAAAAAAANM/u7ekPeWoqAM/s72-c/Casinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-4653750233223129198</id><published>2010-11-17T10:35:00.023-02:00</published><updated>2010-11-17T16:43:13.062-02:00</updated><title type='text'>Uma aula de saltos e voos</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPTTjjQ4sI/AAAAAAAAANI/sRqwboatdc4/s1600/Papillon.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPTTjjQ4sI/AAAAAAAAANI/sRqwboatdc4/s200/Papillon.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Romanos 12:1-2, Almeida RA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Apóstolo Paulo, em sua epístola dedicada aos Romanos, faz um apelo aos cristãos: &lt;strong&gt;“Irmãos, pelo amor de Deus...!”&lt;/strong&gt;, paráfrase minha. Após 11 capítulos, o apóstolo abre parênteses, e apela aos destinatários de sua carta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo sabia que, sua recomendação, uma vez atendida, levaria seus irmãos a alcançar novo patamar em sua vida cristã e, a colherem um dom. Rogando, pelas misericórdias de Deus, pede:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“...apresenteis o vosso corpo por sacrifício...”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste trecho, a palavra “apresenteis”, no original grego, é a palavra &lt;strong&gt;parastêsai&lt;/strong&gt;. Esta era a palavra que, definia, o ato de exibir, prover, pelo sacerdote, diante do altar, o animal para um sacrifício. Percebe-se, pois, que, o apóstolo, no momento em que escrevia este trecho da carta, tinha em mente uma cerimônia nos moldes dos sacrifícios oferecidos no Antigo Testamento.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apóstolo rogava que deveríamos nos “parastêsar” diante do altar de Deus. Este ato, segundo ele, santo e agradável ao Senhor, constituía-se no que designou de “culto racional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra “racional”, no texto, é a tradução da palavra grega &lt;strong&gt;logikên&lt;/strong&gt;, da qual deriva ainda a palavra lógica. É como se o apóstolo diferenciasse aquilo que se definiria como um “culto espiritual”, de um culto racional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como culto espiritual, talvez se entenda a ministração onde fluem os dons espirituais, a profecia, os dons de línguas, as interpretações, os cânticos, as manifestações de poder, etc. E sobre os dons e a maneira como deveriam se manifestar na igreja o apóstolo também escreveu em outras ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto racional, como culto, ou seja, ministração ou serviço a Deus, também era entendido pelo apóstolo como uma manifestação de caráter lógico. Entendo que, o desejo de Paulo, era que os cristãos entendessem, tomassem uma decisão lógica de apresentar-se, dispor-se fisicamente ao serviço de Deus. E isto não necessariamente consistia em algo espiritualizado, já que um anjo do céu, por exemplo, não era necessário aparecer para que compreendessem que agora, era importante arregaçar as mangas e caminhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez Paulo tivesse motivos para crer que, alguns cristãos, não estavam se movendo, ou temesse que isto ocorresse: ou por preguiça, ou comodismo, por ignorância, ou seja lá o que fosse. Na visão de Paulo, a inércia, deveria ser vencida, mediante o “parastêsar”, pois, como poderiam os cristãos alcançar as coisas espirituais, caso não se submetessem a ministração da Igreja? É por isto que Paulo apelou. Em sua visão, todo ato em direção a Deus, também é uma espécie de culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez o corpo à disposição, agora, restava ainda o tratamento da mente. Na sequência, o apóstolo mais uma vez recomenda: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos...”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra “conformeis” é a palavra grega &lt;strong&gt;suschêmatizesthai&lt;/strong&gt;. Ela dá a conotação de “a forma semelhante” ou, “de acordo com um padrão”. Parafraseando, eu diria que o apóstolo exortava-os a não seguir a moda do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho alternativo sugerido pelo apostolo foi “transformai-vos”. Aqui, uma observação é importante: a transformação é intima. Em nenhum momento, o apóstolo disse que os cristãos deveriam mudar os costumes do mundo sobre os quais ele pedia que não se sujeitassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra grega original para “transformai-vos” é &lt;strong&gt;metamorphousthai&lt;/strong&gt;. Herdamos muitos dos radicais gregos para o português, logo, a palavra metamorfose (mudança de forma), é derivada deste termo. Tal, emprega-se comumente na biologia, para designar, por exemplo, o processo de transformação física que alguns animais passam entre a fase juvenil e a fase adulta. Talvez o exemplo mais clássico, seja a metamorfose de uma lagarta em borboleta. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPQs40_oGI/AAAAAAAAAM0/XzRGh5ra80I/s1600/Borboleta.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="176" px="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPQs40_oGI/AAAAAAAAAM0/XzRGh5ra80I/s200/Borboleta.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não estar se referindo a uma transformação física, o apóstolo utiliza o termo, tornando no original, ainda mais claro o processo de mudança que ele pretendia que cada crente vivenciasse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira brilhante, fez-se neste pequeno trecho, um paralelo entre o que se esperava de seus leitores: conformar, segundo o mundo, seria o mesmo que esculpir num pedaço de madeira uma peça qualquer, dando-lhe forma, no entanto, ela continuaria sendo madeira. Ao contrário, transformar-se, era aos seus olhos, como aquele que contemplando uma borboleta, duvidasse que um dia fora um animal tão estranho. Conformar não passaria de uma maquiagem, enquanto, transformar, implicaria numa cirurgia plástica radical. Este era seu apelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPRt8lkrXI/AAAAAAAAAM4/jjt_1hNS39c/s1600/Sapinho.gif" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" px="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPRt8lkrXI/AAAAAAAAAM4/jjt_1hNS39c/s1600/Sapinho.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;E é verdade que, somente as borboletas alçam voos e conhecem mais flores. Somente os sapos dão saltos. Lagartas e girinos passariam toda uma vida de reduzidas possibilidades. Talvez esta seja umas das respostas do porquê, alguns cristãos, parecem-nos alcançar tanto e outros, tão pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como alcançar isto? O apóstolo ensina o modo: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“pela renovação da vossa mente...”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cristão deveriam, submeter-se integralmente (corpo, alma e espírito), permitindo que o modo como pensavam fosse radicalmente transformado pela ministração da Palavra de Deus. Note-se que renovação é ação contínua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo não recomendava coisas a esmo. Tudo isto tinha um objetivo, que o deixava extremamente entusiasmando: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“para que experimenteis qual seja a... vontade de Deus”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginemos então o tom em que o apelo fora feito. Nada mais, nada menos estava em jogo que a experimentação, por parte da Igreja, da própria vontade de Deus. Experimentação esta que dependia da disposição pessoal em se apresentar diante de Deus e permitir que suas mentes fossem transformadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo Paulo não sabia qual era a vontade de Deus, por isto, escreveu: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“seja qual for...”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. No entanto, ele, de uma forma amorosa dá indícios de como ela é: &lt;em&gt;&lt;strong&gt;“...boa, agradável e perfeita...”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Neste processo, entende-se que, a vontade de Deus, antes de ser conhecida, ela é vivida. Ela é experimentada, dia após dia, renovação após renovação, toda vez que, alguma coisa mudada em nossos pensamentos, coloque-nos cada vez mais perto de Deus, e mais longe do pecado. Ministração no culto de Juniores e Adolescentes em 13/11/2010.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-4653750233223129198?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/4653750233223129198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=4653750233223129198&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4653750233223129198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4653750233223129198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/11/uma-aula-de-saltos-e-voos.html' title='Uma aula de saltos e voos'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TOPTTjjQ4sI/AAAAAAAAANI/sRqwboatdc4/s72-c/Papillon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-227405393732447152</id><published>2010-10-21T11:58:00.000-02:00</published><updated>2010-10-21T11:58:43.711-02:00</updated><title type='text'>Carta a uma feminista</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TMBE6Q85ZdI/AAAAAAAAAMc/GlzwfdPf8ag/s1600/Embriao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TMBE6Q85ZdI/AAAAAAAAAMc/GlzwfdPf8ag/s1600/Embriao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Carta à sra. Doris Margareth de Jesus, representante da UBM (União Brasileira de Mulheres) no Paraná. Esta carta foi baseada em debate com sua participação, pró-aborto, veiculado pelo programa Plano Geral da TV SINAL. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa tarde sra. Doris Margareth,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, gostaria de parabenizá-la por ser avessa à pratica do aborto. Por que penso assim? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, logo no início de sua fala, no programa Plano Geral, da TV SINAL, veiculado em 18/10/10, a sra. incluiu-se a si mesma, àquelas cuja bandeira é a "liberdade" de escolha sobre seu corpo e sexualidade. Contudo, tratou imediatamente de deixar claro ao público que, apesar da auto-inclusão, nunca antes cometera um aborto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que, se considerasse esta uma bandeira tão nobre, seu esclarecimento (que expressou tamanho pudor), seria desnecessário. Lembre-se: o corpo fala. Mas vejo que tentou se desligar de uma prática que em seu interior julga reprovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não desejo apontar o dedo e criminalizar ninguém, mas, reafirmar nossa liberdade com o maior exemplo dela já demonstrado, reafirmando: "Eu também não te condeno. Vá e não peques (erres) mais".&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu apelo é para que, deixe este sofisma de "liberdade" sobre o próprio corpo, liberdade de "direitos". Não cabe a outro decidir se um ser humano deve morrer. Sabe o porquê? Porque ninguém é dono de uma vida que não a sua, e, até mesmo esta, em parte. Portanto, não se deve manipulá-la como se proprietário dela fosse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O discurso pró-aborto é uma bandeira falida, porque é baseado no egoísmo, no amor próprio e na irresponsabilidade. É baseado na falta de caráter em assumir, na maioria dos casos, um compromisso pela consequência de sua própria escolha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca da tal sexualidade reprimida da mulher comentada, faz-me sentir como se procurasse um meio de se parecer com&amp;nbsp;um homem. Na verdade, homem da pior espécie. Sra. Doris, homens são homens, mulheres são mulheres. E um homem de verdade não é somente um homem porque possui um falo. Aqui, refiro-me a caráter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus argumentos levam as mulheres a se nivelarem por baixo, o pior padrão. Mulheres não merecem isto. Como sustenta a ideia de que o homem tem mais privilégio quando sai para uma "balada", onde é capaz de tantas transas que quiser, e a mulher, leva desvantagem nisto pelo risco de gravidez? Por que não se prega mais respeito e dignidade na prática de sua sexualidade? As mulheres e os homens são igualmente especiais, e cada um tem papéis que cabem somente a um ou a outro. Nisto, a própria natureza conspira contra seus argumentos feministas, e pouco femininos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também falou acerca do grau de desespero em que uma mulher encontra-se, a ponto de cometer um aborto. E eu concordo com isto, pois, quem em sã consciência desejaria tal catástrofe para si e para outro? Perceba que confessa que o aborto é fruto de uma mente perturbada, um coração destruído e desesperado. Não há raciocínio, não há controle, não há sensatez. Oxalá estivesse alguém que desse amor, ao lado de cada uma destas mulheres, nesta hora de tamanho desespero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro algo estranho em tudo isto. Por que não se investe em evitar que uma mulher chegue neste ponto triste e crucial? Por que esperar pela descriminalização para que venha acompanhada de campanhas de conscientização? Por que não se faz tais campanhas independentemente desta descriminalização?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sinto que existem forças que, conscientemente, levam a sociedade para a beira do abismo no que diz respeito a este tema. Lá, será mais fácil fazer-nos crer na falsa ideia de solução pela descriminalização. É o pau de arara. Diz-se, nele, entrega-se até a mãe. Não, nós não precisamos chegar à beira do abismo, se é que já não chegamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guardadas as devidas proporções, permita-me uma comparação: Se numa sociedade as pessoas estão extraindo mais dentes estragados, creio que a solução não é investir em mais consultórios odontológicos e formação de mais profissionais dentistas. Se numa sociedade, o número de cirurgias bariátricas cresce assustadoramente, creio que a solução não passa em preparar o SUS para que se atendam tantos casos quanto necessário. Não podemos pensar em tais problemas como simplesmente um problema de saúde pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mobilização e ação inteligente deveria, primeiramente, levar-nos a indagações: por que tanta extração? Por que tanta cirurgia? Quem sabe, assim, descubramos que a causa de tais problemas sejam os maus hábitos de alimentação, o consumo exagerado do açúcar, a ingestão exagerada de carboidratos e gorduras. Uma vez conhecido a causa, promovem-se políticas públicas de educação. E é claro que isto é mais inteligente do que no futuro se distribuir insulina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevenção é melhor caminho que a intervenção, pois, a ignorância é insaciável. Precisaríamos de menos dentistas se nosso povo fosse mais educado. Estimular a extração de um dente estragado resolveria um problema estético, a dor física, mas o vão e a dor estarão naquele corpo pelo resto da vida de uma mulher, não importa quantos pinos ou quanto amálgama se coloque lá para escondê-lo. Refiro-me a um vão interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mentira que o governo se importa com morte de mulheres negras e pobres que cometem aborto. Se fosse verdade, o governo teria atendido estas mulheres, dado atenção, desejado saber o porquê de terem cometido um ato extremo de implicações inimagináveis contra si mesmas e um filho. Teria procurado ajudá-las para que não acontecesse mais. O governo não se importa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o governo sabe com tanta precisão quem sãos as frágeis vítimas, as mulheres negras e pobres, já teríamos políticas públicas de prevenção e agentes comunitários em ação em todo lugar neste país onde existem mulheres negras e pobres. Isto eu ainda não vejo acontecer. Só ouço o grito das crianças assassinadas, a bandeira falida das feministas e a miopia governamental do problema de saúde pública. Onde estão as feministas? Por que não se mobilizam para ajudar estas mulheres? Vamos! Percorram os guetos onde estão as mulheres negras e pobres! Quanta dor poderíamos evitar. No entanto, mulheres que defendem o aborto creem que menor será sua culpa, quanto mais politicamente correto a questão se transformar. Aqui há engano. Anestesia são para os corpos, não para consciências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma lei interna e universal a favor da vida em todo ser humano. Alguns chamam isto de consciência. Não existem mulheres cujas leis internas lhes sejam favoráveis, que as façam se sentir melhor ou menos culpáveis após um aborto. Não importa o que digam as leis civis ou criminais de um país. Estas leis são independentes, e muitas delas, hoje escritas, estão baseadas na lei que por gerações, estão contidas no inconsciente senso de justiça e bem que a humanidade possui dentro de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não importa o motivo que leve uma mulher a cometer um aborto. No final, sua consciência lhe dirá que não valeu a pena. Será como resolver um "problema" substituindo por outro. Troca-se um vazio físico no útero por um vazio emocional. Um ser humano, nunca será abortado de verdade, pois, ele continuará lá, preso para sempre no coração e na alma da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda, sobre seu questionamento sobre se esta lei interna, já não seria suficiente, eu concordo contigo. Seria suficiente sim. Seria suficiente se as pessoas fossem capazes de respeitar esta lei natural. Mas não são. O ser humano prostitui sua consciência, tem seu preço, vende-se por egoísmo, prazer e até medo. Medo de morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, como sabemos, existem daqueles que infrigem a lei interna. Por isso, é preciso assegurar, proteger por meios legais o direito à vida de quem não pode se defender. A lei não pode garantir vida, isto foge ao total e completo controle humano, mas pode garantir seu direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, se assassinato é crime, como creem ser válido a descriminalização do aborto? Como podemos dizer que não é crime um crime? Um óvulo fecundado não é simplesmente uma "expectativa de vida" como disseste sra. Doris. E ele pode viver sim fora do corpo da mãe, feito num tudo de ensaio, ou congelado em nitrogênio líquido por décadas. Ele só precisa de um lugar para crescer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é, sem sombra de dúvidas, um ser vivo. Conseguiria porventura criar por conta própria nem que fosse uma única célula? Existe dúvidas de que ela é viva? Então, que significa destruí-la? Por menor que seja um ser humano ele precisa ser respeitado. No entanto, a exploração desta dúvida sempre haverá. Então, eu escolho a vida, pois, enquanto houver dela, haverá esperança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, é preciso protegê-la do egoísmo, da falácia e do sofisma da proteção da vida pela morte, eufemismo barato, disfarce da busca irresponsável do prazer pelo prazer sem compromisso no discurso da sexualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sra. Doris, ainda há tempo de se arrepender. Entenda que eu também não te condeno. Vá e não peques mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respeitosamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cléber C. FERNANDES&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-227405393732447152?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/227405393732447152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=227405393732447152&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/227405393732447152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/227405393732447152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/10/carta-uma-feminista.html' title='Carta a uma feminista'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TMBE6Q85ZdI/AAAAAAAAAMc/GlzwfdPf8ag/s72-c/Embriao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8657838057595851076</id><published>2010-09-14T14:37:00.002-03:00</published><updated>2010-09-14T14:51:42.443-03:00</updated><title type='text'>E agora, José ou Jesus?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TI-yhbUfAtI/AAAAAAAAAMQ/LSzPg12aEkM/s1600/Encruzilhada.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" qx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TI-yhbUfAtI/AAAAAAAAAMQ/LSzPg12aEkM/s200/Encruzilhada.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A vida é toda cheia de escolhas. Escolhemos a esquerda, a direita, a vanguarda ou a retaguarda. E, se ainda não nos bastasse, permanecemo-nos parados. Escolher é comprometer-se com o caminho sobre o qual trilhar. Escolher é medir certezas e incertezas. Escolher é utilizar-se de balança. Com ela, emitimos um parecer acerca do risco envolvido. Escolher é assinalar um X tal qual treliça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de decisão envolve muitas variáveis. O medo é uma delas. Entretanto, não me refiro àquele sentimento que nos alerta do perigo. Este, eu costumo chamá-lo prudência. Escolher não é algo fácil... “E se eu escolher a direita ao invés da esquerda, o que haverá no final deste caminho? Qual será o resultado desta decisão? Qual será a melhor opção? Esta é a melhor escolha?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dúvidas, dúvidas e dúvidas. A dúvida opõe-se à fé. A fé é certeza, a certeza das coisas não vistas. Onde se encontra o medo, encontra-se a dúvida. O medo não permite que se deem passos. Que é o medo? É poliomielite na alma... É uma pena que vacinemos somente corpos.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O progresso e os sonhos são incitados pela fé. O medo paralisa, esconde e não permite avanço. Ambos, fé e medo, trabalham de maneiras opostas. Quanto às escolhas? Eis que continuam na fila de espera. Aguardam um parecer, uma decisão. E o tempo corre. Ao levantar-me pela manhã, o mundo diz: “Bem-vindo ao jogo das escolhas! Esta é sua primeira: levantar-se ou dormir mais um pouco? E então? Ainda aguardo! TIC-TAC-TIC-TAC... O tempo passa!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão difícil não pareceu. Mas, e as outras durante a vida: abortar ou deixar viver, este poetinha, que ainda não escreveu nenhuma linha... A vida é um jogo de escolhas, e cujas escolhas exercerão influências sobre os que vivem e os que ainda hão de nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma decisão é como uma bomba detonada no centro de uma rede social. Para mim, as melhores escolhas são aquelas que, representarão ao mesmo tempo, como resultado, o mínimo impossível e inimaginável de prejuízos e o máximo impossível e inimaginável de benefícios. Se eu pudesse nomeá-la, diria que se trata de uma decisão “perfeita”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em se tratando de coisas perfeitas, os pensamentos de Deus são perfeitos. Ele conhece o final de todos os caminhos. Ele conhece o resultado de todas as escolhas. Ele sabe tudo! Optando pelo conselho de Deus, não corro risco de me confundir, já que, erros resultam de escolhas mal feitas. Um erro foi uma aposta mal sucedida. Não erramos porque gostamos de errar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vida, dentre tantas possibilidades, deveríamos atentar para os pensamentos de Deus, sinônimo do perfeito. Os conselhos de Deus são caminhos abençoados e já aprovados. Trilhá-los, levará o homem ao encontro do mínimo impossível e inimaginável de prejuízos e o máximo impossível e inimaginável de benefícios. E não nos enganemos: aquele que segue o conselho de Deus não é a marionete tolhida de sua própria vontade. Contudo, é aquele que trilha o caminho que escolheria se soubesse seu fim. E o propósito de nossas vidas? Viveremos, se tão somente o escolhermos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos que se bastam, não experimentarão daquilo que há de mais sublime. São como aqueles a quem se lhes preparou o mundo, porém, passarão sua existência a vagar... Vagar pelo quintal da vida. Tudo porque, não conhecem os pensamentos do Pai. Escrito por Cléber C FERNANDES.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8657838057595851076?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8657838057595851076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8657838057595851076&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8657838057595851076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8657838057595851076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/09/e-agora-jose-jesus.html' title='E agora, José ou Jesus?'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TI-yhbUfAtI/AAAAAAAAAMQ/LSzPg12aEkM/s72-c/Encruzilhada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8971660933286926182</id><published>2010-09-10T17:28:00.004-03:00</published><updated>2010-09-10T17:44:52.447-03:00</updated><title type='text'>A lição bovina do coração</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TIqUBVtnB6I/AAAAAAAAAMI/9YgLBD62ISQ/s1600/Coeur_vache.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TIqUBVtnB6I/AAAAAAAAAMI/9YgLBD62ISQ/s200/Coeur_vache.jpg" width="186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Final de tarde, sol se pondo. E lá estava ele, sentado sobre a cerca de madeira, tomando o tempo da vaca...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] Tu és tão sábia... Eu gosto tanto de conversar contigo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Falando deste jeito até me fazes sentir importante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu também queria ser sábio... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Esta é uma das maiores demonstrações de apreço que se pode oferecer. É quando queremos nos parecer com alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então tu achas que quando eu for grande serei sábio como tu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, isto depende de uma coisa fundamental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha, não sei se posso te ensinar isto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que é? Por favor, ensina-me!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está bem, está bem... Afinal, se tu não puderes aprender isto, então, não sei mais quem poderia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o menino inclinou-se em direção à vaca para ouvi-la.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ouça bem... O que te fará sábio ou não, dependerá do lado em que estará teu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim? Só existe um lado do coração. Eu aprendi na escola que o coração fica do lado esquerdo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sei, a escola... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que cara é esta? Não me diga que eles me ensinaram errado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, não, eles te ensinaram certo. Só não te ensinaram tudo que tu precisas para ser sábio de verdade... e nem poderiam mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu és mesmo muito misteriosa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas sabedoria que tu desejas, te tornará apto para entenderes os provérbios e parábolas, as palavras e enigmas dos sábios!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que quer dizer com o lado em que está meu coração?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, anatomicamente, o teu coração situa-se no lado esquerdo do peito. Logo, um coração que tende ao lado esquerdo, não faz nada mais além do que exercer um movimento natural, um comportamento cômodo. Pouco natural é um coração inclinar-se para o lado direito, contudo, este é o sinal daquele que alcançou a sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Este é um sinal de quem alcançou a sabedoria..., repetiu o menino. Uau! Eu nunca tinha pensado nisto antes! Onde foi que aprendeste isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu também tenho meus mestres meu caro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conta-me mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Imagine: um coração que tende à direita, é um coração que busca avançar em algo que lhe parece novo, e até certo ponto, desconfortável. Um coração que tende à direita, busca conhecer algo que ainda não conhece ou conquistar algo que ainda não conquistou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai, ai, ai... Esta parte me entristeceu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque ainda não conheço muitas coisas e ainda não consegui nada na pouca vida que já vivi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se eu posso te consolar, não importa nada disto, pois há tempo para todas as coisas. E seu tempo ainda não chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então não estou atrasado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- De maneira nenhuma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E como posso saber que cheguei ao tempo certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O tempo certo, é aquele no qual o coração alcançou o entendimento de que precisas para agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E como é este tal entendimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele é um raio de sol que aparece quentinho, mesmo que seja noite. Quando isto acontece, tu sentes que tua cabeça relaxa, aquece-te o peito, tuas sobrancelhas se levantam e teus lábios esboçam um sorriso. Depois, isto te faz feliz por encontrar um tesouro escondido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu falas coisas bem estranhas... mas é gostoso te ouvir. Conta-me mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está bem... voltemos ao assunto: Tu, em tua natureza, tens teu coração à esquerda. Ele tem dificuldades com coisas novas, por isto, a Sabedoria afirma: “E ninguém tendo bebido o vinho velho quer logo o novo, porque diz: Melhor é o velho”. Assim, a Sabedoria expõe a tendência do seu coraçãozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu estou impressionado... Eu acho que é por isto que eu destesto ir à cidade calçando sapatos novos. Eles apertam meus dedos e machucam meus pés! Mas, tu não me entenderias... Tu tens cascos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vaca, de olhos cerrados, emudeceu. No entanto, ela também sabia onde é que seu calo apertava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei! Ainda não entendo como isto pode me ajudar, disse o menino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei, eu sei meu amigo... tal dificuldade não me é estranha. No entanto, aprenda uma coisa: Um dia, o que é novo se tornará velho, e o que for velho chegará ao fim. E aqueles que se contentam somente com o velho, sem preparar algo novo, no futuro, não terão nenhum dos dois...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino sorriu. Saltou de um impulso a cerca e saiu correndo em direção à casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ei menino! Aonde é que tu vais?, perguntou a vaca estupefata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpa, tenho que ir! Preciso jogar fora meu velho par de sapatos furados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está bem! Mas cuidado, vá pela direeei... cuidaaado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente não houve tempo. O menino cravou seus pés no morrinho de estrume. Diante da cena, a vaca lamentou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Coitadinho, eu bem que tentei avisá-lo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado em Eclesiastes 10:2. “&lt;strong&gt;O coração do sábio se inclina para o lado direito, mas o do estulto, para o da esquerda&lt;/strong&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Na cultura judaica, há um conceito espiritual: as coisas santas estão relacionadas ao lado direito, enquanto que, o lado esquerdo, as opostas à santidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8971660933286926182?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8971660933286926182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8971660933286926182&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8971660933286926182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8971660933286926182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/09/licao-bovina-do-coracao.html' title='A lição bovina do coração'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TIqUBVtnB6I/AAAAAAAAAMI/9YgLBD62ISQ/s72-c/Coeur_vache.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-2702783220995473469</id><published>2010-08-26T09:24:00.002-03:00</published><updated>2011-01-25T14:00:08.169-02:00</updated><title type='text'>Todo mundo quer ser vaca</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/THZatgwq_8I/AAAAAAAAAL4/vOPSI6wC0RE/s1600/Vaquinha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/THZatgwq_8I/AAAAAAAAAL4/vOPSI6wC0RE/s200/Vaquinha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Aconteceu lá pelas bandas da Normandia, nos tempos do meu exílio... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- [...] Tu não gostarias de ter nascido vaca como eu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu acho que não... ser vaca deve ser bem monótono. Tu ficas aí, o dia inteiro, olhando para o horizonte. Ora come um pouco de grama, ora caminha até a cerca e depois volta. Não há grande vantagem em ser vaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu tens razão, minha vida é bastante monótona, mas não posso reclamar. Na verdade, eu até que tenho sorte. Eu dou leite. Existem algumas amigas que não têm a mesma sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não sabia que as vacas tinham sorte..., retrucou o menino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Têm sim, meu caro. Algumas de minha classe, quando atingem certo peso, são mortas para que os de sua classe comam carne. E então? Ainda acha que não tenho sorte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- É mesmo, tu tens muita sorte de que nós precisamos de leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei... de leite e de queijos também. É por isto que não posso reclamar. É a vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas o que vai acontecer contigo no dia em que teu leite secar?&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Olha, não quero nem pensar nisto. Por favor, não me assuste!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe, não queria te assustar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tudo bem, eu sei que não tinhas esta intenção. Ai, ai... eu gostaria mesmo é de ser uma vaca indiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por quê? Não te sentes feliz em ser uma vaca leiteira destas bandas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, vaca indiana é muito melhor. Uma vaca na Índia tem status de rainha. Ninguém pode tocá-las, pois são sagradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sagradas? Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na Índia, as vacas são respeitadas. Toda vaca gostaria de ter nascido indiana, porque, embora sejamos todas vacas, somente na Índia alcançamos o respeito que merecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entendo... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, tu não entendes. Somente uma vaca entenderia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que te consideras tão sábia? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Amigo, tu és ainda muito menino. Quando tu fores grande, entenderás o que digo. Todo o homem gostaria de ser uma vaca indiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah não, eu não quero ser nenhuma vaca! Estou muito satisfeito como menino, mesmo que não conheça muita coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu que pensas meu caro. Quando eu acordo pela manhã, e vêm tirar meu leite, ouço muitas histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que histórias?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bem, vou te contar algumas. Sabe, um dos que me ordenham, disse que se tivesse condições, teria suas próprias vacas. Daí, ele mesmo decidiria sobre sua vida, sem precisar trabalhar para os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Puxa, o que isto tem de mau? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tu não entendes mesmo... és muito menino. Vou te contar outra. Conhece o homem que mora na casa com jardim, perto da ordenha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, meu pai chama ele de veterinário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois então... ouvi ele dizer que na capital, não era ninguém; mas aqui no campo, todo muito precisa dele. E mais: à professora da escolinha perto da porteira, ninguém pergunta nada lá na igreja; ao padre, ninguém o cumprimenta lá na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Explica-me, por favor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está bem menino. Ouça... a Índia é o reino das vacas. Lá elas são soberanas. Todo mundo quer ser soberano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Por que todo mundo quer ser soberano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ora, porque no teu reino os outros te admiram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Admiram? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, eles admiram... Ocorre quando as pessoas olham para ti, e te veem com pelo menos o dobro do tamanho que tu tens, e todos querem ser grandes. Tu não queres ser grande?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quero sim! Meu pai sempre me diz que um dia eu vou ficar grande e poderei fazer coisas que eu quero, mas ainda não me deixam porque sou pequeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Entendo, todos os homens são iguais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então, se me admiram, deixarão que eu faça o que eu quiser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, sim. Mas para isto, tu precisas do teu reino. Só dentro do teu reino tu aumentas teu tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu acho que entendi. Eu queria ter nascido uma criança indiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Céus! Ser vaca destas bandas não é fácil mesmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrito em 25/08/2010.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-2702783220995473469?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/2702783220995473469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=2702783220995473469&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2702783220995473469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2702783220995473469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/08/todo-mundo-quer-ser-vaca.html' title='Todo mundo quer ser vaca'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/THZatgwq_8I/AAAAAAAAAL4/vOPSI6wC0RE/s72-c/Vaquinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-1733514378500381835</id><published>2010-08-19T13:52:00.004-03:00</published><updated>2010-08-25T13:41:46.497-03:00</updated><title type='text'>Uma conquista de criança</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TG1gYvJ-NBI/AAAAAAAAALw/l8SHqh1o5co/s1600/Singeleza.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" ox="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TG1gYvJ-NBI/AAAAAAAAALw/l8SHqh1o5co/s200/Singeleza.jpg" width="160" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Eu gosto muito da foto aqui ao lado. Toda vez que a contemplo, vejo ternura e alegria. Na verdade, eu tenho até um pouco de vontade de chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma criança descobre o mundo, tudo lhe parece curioso. Quando uma criança descobre o mundo, aquilo que lhe é desconhecido lhe provoca receio. Uma conquista de criança é uma coisa bem bonita. Ainda me lembro da primeira vez que ousei afastar-me da minha casa. Eu tinha uma bicicletinha usada, que meu pai me dera e, decidi que pedalaria até o final da rua. Isto significava uma quadra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu pedalava, enchia-me de emoção. O final da rua no horizonte, o tempo passando, o coração batendo... Como poderia sair tão longe de casa? Voltei rapidamente, pois me parecia algo de que os adultos não poderiam saber. Aquela foi uma grande e feliz conquista. Descobri a sensação de percorrer sozinho 50 metros além da minha casa. Se eu soubesse que um dia sentiria saudades disto, teria aproveitado um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me desta como uma das primeiras grandes emoções e contentamento de minha vida. Um prazer indescritível.&lt;br /&gt;Escrito em 18/08/2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-1733514378500381835?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/1733514378500381835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=1733514378500381835&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1733514378500381835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1733514378500381835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/08/um-novo-desafio.html' title='Uma conquista de criança'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TG1gYvJ-NBI/AAAAAAAAALw/l8SHqh1o5co/s72-c/Singeleza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-2885506454595335653</id><published>2010-08-12T11:53:00.029-03:00</published><updated>2010-08-24T11:47:03.496-03:00</updated><title type='text'>Falando um pouco de amor</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TGQKIgqgFbI/AAAAAAAAALo/HTKq3aOp0hY/s1600/Amor_crianca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="194" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TGQKIgqgFbI/AAAAAAAAALo/HTKq3aOp0hY/s200/Amor_crianca.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tu já leste o capítulo 13, da primeira carta de Paulo aos coríntios? Ainda que, ainda que, ainda que... Esta é a advertência. Não importa em qual extremo cheguemos, se não houver o amor, será como nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo o escritor a meditar em sua própria obra e nas praticadas por outros. Vejo-o à procura de gestos extremos da nobreza, da pureza, da humildade, para depois, desqualificá-los completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, confesso que não consegui expressar nas linhas anteriores o que vejo quanto a isto. Parece-me muito abstrato, como se o texto não possuísse um ponto firme. É como se dele pouco pudesse reter. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, um dos meus amigos com quem eu dividia o apartamento foi hospitalizado, pois passava mal. Resultado do exame: anemia. Macarrão era sua principal refeição. Aparentemente, saciava seu corpo e não sentia fome. Mas, o macarrão, não possui em sua composição todos os invisíveis nutrientes de que um corpo precisa para ser saudável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos olham as obras da benignidade e se admiram com sua aparência, contudo, seu verdadeiro valor, está em quanto do amor elas possuem.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes lições que aprendo com esta advertência, é de que, tudo quanto fizer, deve incluir o amor. E aprendo mais: sem amor, não há diferença entre realizar ou cruzar os braços. Quem sabe, cruzar os braços em amor seja melhor... Se é que quem verdadeiramente ama conseguiria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juventude é a época em que mais se fala do amor. Entre os jovens, muito se ouve acerca de como escolher um companheiro. Inúmeras formas e dicas se discutem. Uma das que ouço atualmente é a respeito do propósito. Como propósito, entenda-se a obra que Deus deseja que façamos na terra. E para esta obra, Deus nos fez como fez, com nossa personalidade, temperamento, talentos e habilidades. E os jovens são incentivados a escolherem seus namorados e namoradas, noivos e noivas, baseados neste valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Queres ser um missionário? Escolha uma missionária", "És uma pessoa assim? Não escolha um assado". É correto escolher alguém pelas similaridades, embora não se ame? Quão cruel é não poder olhar nos olhos, afirmar eu te amo, porque não se ama!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas o amor é uma decisão!”, defende-se. Sim, o amor é uma decisão, que envolve sentimentos. Se não fosse assim, uma separação não seria tão dolorosa, alías, bastaria que se decidisse por ela. O dia seguinte? Bem, como nada houvesse acontecido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo entregou-se porque amou. Se fosse para cumprir, o que dele se diz nas Escrituras, não pediria: “Se possível, afasta de mim este cálice”. E muitos, querem enfrentar o cálice sem amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais nobre que seja o propósito, não é ele o sofredor e benigno. Não é o propósito que não é invejoso, que não trata com leviandade ou que não se ensoberbece. Não é o propósito que não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita e não suspeita mal. Não é o propósito que não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Não é o propósito que tudo sofre, tudo crê, tudo supera, tudo suporta. Não é o propósito que nunca falha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só há um valor pelo qual duas pessoas devam se unir, e este valor, chama-se amor. Sem ele, não importa o sacrifício, não importa quão nobre pareça. Com amor se vence todo desafio. O amor é inconfundível, e sabemos, quando verdadeiramente amamos ou quando forçamos o amor. Nossos propósitos, um dia, desaparecerão; o amor, permanecerá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus conhece o tempo e o modo, quando e como, revelará e cumprirá seus propósitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés já estava na casa de seus 80 anos quando Deus lhe revelou o que faria. Antes, passou 40 anos no deserto, pastoreando algumas ovelhas e levando sua vida pacata. Mais tarde, o Senhor o transformaria no maior legislador que já existiu no planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério para se construir um relacionamento entre um homem e uma mulher é o amor. O propósito não é suficientemente seguro como critério de escolha. Não se deve fixar os olhos exclusivamente nele, mas crer que, independentemente de qual seja, Deus é suficientemente grande para fazer milagres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus faria de Abraão pai de nações, no entanto, foi uma mulher estéril que tomou como companheira. Do ponto de vista do propósito, pareceria incoerente e inviável. Do ponto de vista do amor, Sara acompanharia seu marido fielmente para todo e qualquer lugar, e, sofreria tudo o que ele sofresse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando nos esquecemos do amor e, promovemos o propósito de Deus através de nossas próprias escolhas, expomo-nos a riscos. Abraão tentou em seu próprio entendimento promovê-lo e frustrou-se. Sem amar, tomou para si uma escrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que eu seja mal interpretrado, gostaria de esclarecer algo. Não defendo que nos envolvamos com pessoas simplesmente pelo sentimento, sem que avaliemos outras características. O caráter é essencial, a aparência e o charme são filtros naturais da atratividade. Os sonhos pessoais falam muito acerca de como uma pessoa é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvi dizer que, para que um relacionamento dê certo, é necessário que um casal tenha sonhos em comum. Será? Bem, acho essencial que haja concordância num relacionamento, no entanto, isto será sempre assim? Claro que não. Quando conhecemos alguém, conhecemos apenas a ponta do &lt;i&gt;iceberg&lt;/i&gt;. No decorrer da vida, milhares de outras decisões e situações novas e inimagináveis surgirão. E, não temos como saber o que alguém pensa acerca de problemas que ainda não existem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos simplesmente escolher alguém pelo que ela pensa agora, pelos sonhos que ela possui no presente. Os valores e a importância das coisas na vida das pessoas mudam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma união é como fecho &lt;i&gt;éclair&lt;/i&gt;. Escolher pelos sonhos e pensamentos, é como engatar os primeiros ganchos, tendo os demais durante a vida como uma constante incógnita. Escolher pelo amor, é coincidir desde o início todos os ganchos, mesmo que ainda não tenhamos chegados a cada um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se me envolvo com alguém que considero às avessas: "Seus sonhos são diferentes, mas eu a(o) amo..." Até aqui tudo certo. Contudo, a pergunta que faço é: "Esqueceria seus próprios sonhos para viver os dela(e)?" Se tu não fores capaz, então não amas de verdade. Um amor verdadeiro farias com que tivesses a compaixão e o bom caráter de não te envolveres com alguém que farias sofrer com esta antecipada decisão de não abrir mão de ti mesmo em prol do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se ama também quando desejamos mudar alguém. Não podemos esperar que alguém mude? Podemos, mas não contemos com isto. Quando cobramos uma mudança, é porque nos apaixonamos por alguém que não é a pessoa que vemos, mas sim, alguém que ainda não existe, mas somente em nosso mundo de desejos e imaginação. Se não nos dispostos a aceitá-la como é, não amamos de verdade, aquela, ali, de carne e osso, com seus defeitos e fraquezas. Assim, muitos relacionamentos fracassam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraão sonhava com um filho, mas abriu mão dele porque amou. Abriu mão quando amou Sara, suportando-a, uma estéril, sem procurar por outra mulher. Esqueceu-se de si por amá-la. Quanto a escrava, foi sua própria mulher quem a entregou. E Sara, entregou-a porque queria vê-lo feliz com seu sonho cumprido. Esqueceu-se de que era sua verdadeira mulher. Não lhe importava que o filho fosse de outra. Mais tarde, Abraão quase imolou a Isaque por amor ao seu SENHOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vemos que apesar das dificuldades do dia-a-dia, dos sonhos pessoais, todos abriram mão de si pelo outro, por causa do amor. É como uma conversa de adolescentes ao telefone: "vai desliga... Ah não, desliga primeiro..." É assim que o amor é. Todos abrem mão de si, dando a vez ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Deus prometeu cumprirá. Não são as similaridades, ou sonhos em comum que manterão um casal unidos. Somente o amor é capaz de suportar as dificuldades que ambos enfrentarão durante suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que dá para escrever mais. Quando vier a inspiração, deixarei impressa aqui. Escrito em 12/08/2010.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-2885506454595335653?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/2885506454595335653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=2885506454595335653&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2885506454595335653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2885506454595335653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/08/falando-um-pouco-do-amor.html' title='Falando um pouco de amor'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TGQKIgqgFbI/AAAAAAAAALo/HTKq3aOp0hY/s72-c/Amor_crianca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7079242741828243709</id><published>2010-08-10T09:59:00.008-03:00</published><updated>2010-08-10T17:03:12.539-03:00</updated><title type='text'>Deus é fiel? Haha!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TGFNrP9Jh_I/AAAAAAAAALY/-RI3Y6QytXM/s1600/Light_body.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503765625036179442" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TGFNrP9Jh_I/AAAAAAAAALY/-RI3Y6QytXM/s200/Light_body.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;"Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si..."&lt;/strong&gt; Isaías 53:4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...] Milhares de pontos de luz surgiam no chão e formavam anéis luminosos. À medida que suas luzes se intensificavam, os anéis levitavam. Da poeira que agitavam, gradativamente subiam, e os corpos dos mortos eram recompostos dos pés à cabeça, transformando-se o pó em carne. Eram milhares deles, e, um violento vento soprou devolvendo-lhes a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia dos que morreram vítimas das doenças e pragas da terra. Seus corpos, agora, encontravam-se íntegros e saudáveis, mesmo, aqueles que sofreram mutilações nas guerras, dilacerados pelas feras ou esmagados em catástrofes.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As águas também se agitavam. A espuma das ondas levavam à praia a lama dos oceanos, onde, esculpiam-se os corpos dos que um dia foram tragados pelo mar. Os anéis luminosos subiam aos céus, após completada a obra, bem como todos os ressurretos. No meio da multidão, uma voz se ouviu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Verdadeiramente, esta Palavra é fiel!"&lt;/strong&gt;, bradou. A promessa se concretizava. Tudo ocorreu como num abrir e piscar de olhos. O Espírito disse: &lt;strong&gt;"Estes são aqueles que venceram. De suas feridas foram sarados; de suas tristezas foram consolados..."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isto, sobre a Terra, homens murmuravam, pois, parecia-lhes absurda a tal fidelidade de Deus. Outros, entendiam que, a quantidade do bem ou mal que se sofria sobre a terra não era medida de quão fiel Ele é, contudo, sim, o cumprimento de seu propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes foram aqueles cujas perdas e derrotas lhes levaram a negarem a fé. Perceberam, tivessem olhado para Cristo, compreenderiam que a fidelidade de Deus nunca é sepultada com a carne... Escrito em 09/08/2010, inspirado numa antiga visão do arrebatamento.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7079242741828243709?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7079242741828243709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7079242741828243709&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7079242741828243709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7079242741828243709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/08/deus-e-fiel-haha.html' title='Deus é fiel? Haha!'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TGFNrP9Jh_I/AAAAAAAAALY/-RI3Y6QytXM/s72-c/Light_body.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-2271404485763731609</id><published>2010-08-03T10:27:00.002-03:00</published><updated>2010-08-03T10:32:05.008-03:00</updated><title type='text'>A melhor explicação</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TFgZ5amZUiI/AAAAAAAAALQ/SpMdeiVavtQ/s1600/Sola.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 87px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501175419016663586" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TFgZ5amZUiI/AAAAAAAAALQ/SpMdeiVavtQ/s200/Sola.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;As crianças da classe de 8 e 9 anos participavam de mais uma aula. Num determinado momento, trazia à memória delas o significado da palavra Páscoa: &lt;strong&gt;“Então crianças, aqueles cujas casas estavam as marcas do sangue do cordeiro, a morte passava por...”&lt;/strong&gt;. E elas, como eu esperava, responderam: &lt;strong&gt;“Cima!”&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meninos, em sua graça peculiar, perguntou: &lt;strong&gt;“Por que não passava por baixo?”&lt;/strong&gt; Ao que outro, imediatamente, como quem explicava o que lhe parecia óbvio, respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Ora, porque quem passa por baixo é o diabo!”&lt;/strong&gt;. Aulinha da EBI, em 01/08/2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-2271404485763731609?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/2271404485763731609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=2271404485763731609&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2271404485763731609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2271404485763731609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/08/melhor-explicacao.html' title='A melhor explicação'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TFgZ5amZUiI/AAAAAAAAALQ/SpMdeiVavtQ/s72-c/Sola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-5763839221858502578</id><published>2010-06-10T15:09:00.004-03:00</published><updated>2010-06-14T08:46:20.247-03:00</updated><title type='text'>Por favor, cosquilha-me!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TBErIEbNuyI/AAAAAAAAALE/GkHPySRb-zE/s1600/Chatouille.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 144px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481209639113440034" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TBErIEbNuyI/AAAAAAAAALE/GkHPySRb-zE/s200/Chatouille.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Certa ocasião, aprendi algo que mudou completamente a maneira como vejo as pessoas. Foi como se, de repente, tudo fizesse sentido, como se descobrisse um grande tesouro e compreendesse um grande mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso pintar um quadro com as palavras. Não me parece tão trivial. Ele está lá dentro de mim, mas é difícil expô-lo. E a imagem que pretendo pintar é a de uma frustrada multidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a ideia que tenho da felicidade? Felicidade para mim se parece muito com uma vida tranquila. Como gozá-la? Como obtê-la? Como vivê-la?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sai procurando a felicidade. Não sei exatamente como, mas, eu já sabia de que dela não se encontra jazidas por ai. Como encontrá-la é uma ótima questão. Assim, valendo-me da razão, pensei que a melhor forma de encontrá-la seria observar ou pedir ajuda a quem já a houvesse encontrado. Certamente, pouparia-me muito tempo e trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhei ao meu redor e vi a felicidade impregnada naqueles que a encontraram. Como eu suspeitava, tratava-se de uma manifestação. Ela se manifestava em uma boa casa. Manifestava-se em uma boa poupança. Manifestava-se em um bom emprego. Manifestava-se em boa saúde. Manifestava-se em reconhecimento. Descobri onde encontrá-la, finalmente. Agora, precisava possuí-la.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente, pela razão, possuir a felicidade era-me sinônimo de adquirir os corpos nas quais seu espírito incorpora. Se a felicidade se manifesta em uma boa casa, é deste corpo que eu preciso. Se ela se manifesta em reconhecimento, é dele que necessito. Se em uma boa poupança, é dinheiro que preciso ganhar. E assim, explica-se o motivo pela qual fazemos o que fazemos na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta caminhada, em busca da felicidade, inevitavelmente, deparei-me com muitas dificuldades, ou melhor, com muitas infelicidades. Também me deparei com muitos infelizes, mesmo que me não transparecessem. O julgamento era meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizes são todos aqueles que não apenas não encontraram a felicidade, mas também aqueles que não a procuram. Infelizes são aqueles que não desejam a casa que eu quero ou o reconhecimento que eu busco. Infelizes são aqueles que, pelas circunstâncias, provavelmente nunca alcançarão aquilo que eu desejo. Quando penso nos miseráveis, penso nos infelizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma frustrada multidão. Eis a pintura. No entanto, mas que parecer frustrada, é uma multidão que julgo frustrada. E há daqueles que deveras o são. Bem, neste momento da caminhada, já compreendo que a felicidade tem tantos significados quanto pessoas no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando olho para este quadro vejo rostos tristes e infelizes. São milhares de milhões. Nunca alcançarão sua felicidade. São pessoas a quem não se dá valor algum. Pessoas das quais nunca mais se falarão após a sua morte. Pessoas que nunca deixarão nenhum bem material para seus filhos. Pessoas cujas contribuições para o mundo são absolutamente inexpressivas. Parece não terem nenhuma importância, sendo sem valor sua existência. Por que nasceram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, eu saia do meu trabalho. Algumas pessoas cruzavam. Uma delas chamou-me atenção. Esbravecia muito, sua face era dura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele instante, uma voz suave ditou ao meu coração: Ela nasceu para ser amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que nascemos, por que vivemos? Não me resta dúvida alguma. Toda vez que olho alguém, seja quem for, seja boa, seja má, eu vejo um profundo e grandioso amor dedicado a ela. Isto faz meu coração enternecer. Cessam-se todos os meus julgamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei exatamente o porquê de acontecer comigo. Meus olhos não são mais os mesmos. Todas as pessoas tornaram-se especiais e importantes. Não importa quem, não importa onde. Não importa seu nascimento, ou onde foram criadas. Não importa se têm dinheiro ou não. Não importa se são educadas ou ignorantes, se brancas ou negras. Adultos ou crianças. Não importa nada. A vida só faz sentido se nasceram para serem amadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me perguntava: De toda esta multidão, por que tantas passam por aqui, desapercebidamente? Milhares nascem e sofrem. Milhares nascem e morrem. Deus escolheu tê-los. Qual o sentido do nascer? Não seria melhor que Deus tivesse misericórdia das pessoas para que elas não precisassem nascer mais? Afinal, aflições e frustrações são o que a todos aguarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se nascemos, e Deus assim permite, certamente há um motivo muito forte, que faz toda diferença. Dentre todos os piores motivos que possam existir para que Deus exercesse misericórdia impedindo um nascimento, existe um bom motivo capaz de sobrepujá-los a todos. E por causa deste motivo, Deus é capaz de permitir que um bebê venha à vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu fosse Deus bem que seria capaz de impedir novos nascimentos. Contudo, no dia em que eu conhecesse o propósito da vida, não haveria coisa ruim que me impedisse de permitir tantos nascimentos quanto fossem necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só existe um motivo pelo qual Deus permite que um novo bebê venha à vida. E este motivo é: Ele merece ser amado. Seria cruel poupá-lo deste amor, mesmo que fosse por um único segundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando Deus olha e vê o tamanho e o valor do amor que espera por cada novo ser, Ele não se contém. É melhor que nasçam tantos quantos seja possível. É o desejo de Deus amá-los. É o desejo de Deus que ele ame e seja amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém já te fez cócegas? Daquelas ininterruptas e das quais não se consegue correr? De repente, cais no chão sem aguentar nem mais um toque. Continuas rindo até que não tenhas mais força alguma para lutar contra seu cosquilhador. Entrega-te. E o cosquilhador continua, mas tu não lutas mais. Estás farto e cansado, transbordas de riso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada pessoa nasceu para que seja amada desta forma. O amor tão grande, tão intenso, que se torne um prazer insuportável. No seu último dia de vida, caias sobre a terra com tanta alegria, farto de tanto amar e ser amado, que não encontres que algo te falta. Estarás saciado, foi bom passar por aqui... E isto te alegrará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa missão, nosso propósito é este. No final, nenhum outro faz sentido. Se nascemos para acumular bens, viajarmos o mundo, alcançarmos a fama, seja lá o que for, lamento. Nunca encontraremos a felicidade, pois, só pode habitar dentro de nós... e em mais nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se amamos e somos amados, não importa idade, não importa onde estamos ou onde estaremos, não importa o que temos ou não temos. Nada importa. Não importa se moramos em desertos, montes, ilhas ou vales. Não é isto que define a importância de um nascimento. A importância de um nascimento é: Nasceu para fartar e ser farto das cócegas do amor. Oh, por favor, cosquilha-me!  Trecho do meu livro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-5763839221858502578?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/5763839221858502578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=5763839221858502578&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5763839221858502578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5763839221858502578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/06/por-favor-cosquilha-me.html' title='Por favor, cosquilha-me!'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TBErIEbNuyI/AAAAAAAAALE/GkHPySRb-zE/s72-c/Chatouille.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-4718867091850163567</id><published>2010-05-01T09:36:00.000-03:00</published><updated>2011-02-01T09:42:18.413-02:00</updated><title type='text'>"Une baguette s'il vous plaît!"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TUfwAflr01I/AAAAAAAAAN8/OMXWw7O4U_0/s1600/Pao.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" s5="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TUfwAflr01I/AAAAAAAAAN8/OMXWw7O4U_0/s200/Pao.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Amados, a Palavra de Deus nos instrui de que as crianças devem ser ensinadas no caminho em que elas devem caminhar. Esta é uma atribuição nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da semana passada, eu estava no retiro de adolescentes. Em nosso momento de lazer, uma criança, de apenas cinco anos, ao passar por ela, chamou-me a atenção dizendo: “Eu conheço você... você é aquele que contou a história do diabo e do pão”. Bem, numa certa ocasião, perguntei a elas: Com que compararei a Palavra de Deus? E mostrei: Com um pão baguete! A Palavra de Deus é alimento, mas também é uma espada contra nosso inimigo, comprida como baguete. E aquela criança nunca mais esqueceu disto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho aprendido que crianças, mas que uma tentativa de ensiná-las, devemos encantá-las. Encantá-las com o caminho em que devem andar, para que nunca dele se desviem e sejam livres. Ministração sobre crianças, 18/04/2010.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-4718867091850163567?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/4718867091850163567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=4718867091850163567&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4718867091850163567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4718867091850163567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/05/une-baguette-sil-vous-plait.html' title='&quot;Une baguette s&apos;il vous plaît!&quot;'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/TUfwAflr01I/AAAAAAAAAN8/OMXWw7O4U_0/s72-c/Pao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-24206073156934876</id><published>2010-03-30T16:33:00.007-03:00</published><updated>2010-03-30T16:43:49.099-03:00</updated><title type='text'>Testosterona, sabedoria e os 4 elementos</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/S7JSyP8Ul1I/AAAAAAAAAK0/53CGElrN2Rk/s1600/Fogo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454513121925568338" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/S7JSyP8Ul1I/AAAAAAAAAK0/53CGElrN2Rk/s200/Fogo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Há três coisas que me maravilham, e a quarta não a conheço: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha, o caminho do navio no meio do mar e o caminho do homem com uma virgem”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Pv. 30:19.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomão dedicou parte de sua vida ao estudo, ao conhecimento e prática da sabedoria. Observava atentamente o mundo e tentava explicar a ação do homem. Numa de suas observações, demonstrou-se maravilhado com três coisas: o caminho da águia no céu, o caminho da cobra na penha e o caminho do navio no meio do mar. Para completar, revela: uma quarta ,ainda não conheço - o caminho do homem com uma virgem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certa ocasião, ouvi quem citasse este texto, abordando o valor que para o sábio representava a pureza de uma mulher. No entanto, creio que não foi sobre isto que Salomão chamava atenção.&lt;span id="fullpost"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloquemo-nos na posição de Salomão, ao observar uma águia. Há alguns anos atrás, assisti um vídeo sobre a vida e os hábitos do condor dos Andes. O animal e seu voo são realmente impressionantes. Não fora à toa que Salomão maravilhara-se estupefato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das prontas perguntas que fazemos ao nos depararmos com tal espetáculo é: “Como ela pode?”, ou seja, que maravilhoso seria alçar voo como a águia... Creio que o que mais impressionou Salomão foi o domínio e o controle que aquele animal tão naturalmente e graciosamente exercia sobre a gravidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, Salomão cita o caminho da cobra na penha. Quem não se impressionaria ao ver uma cobra escalando uma montanha? E a pergunta que me faço: “Como pode?”, como ela consegue subir e não despencar? E o que falar do caminho do navio no mar? Que maravilhoso olhar um transatlântico no meio do oceano... Até mesmo o tolo se impressionaria com um gigante de aço que não afunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas observações inspiraram Salomão. Entendo que se há algo em comum entre estas três, trata-se de domínio, controle e governo exercido. Por último, o sábio afirma: “a quarta não conheço... o caminho do homem com uma virgem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salomão declara que, de tudo do que se podia maravilhar, nunca havia visto o caminho de um homem com uma virgem. Se a águia domina os céus, a cobra domina a terra, o navio domina as águas, nunca se viu um homem que dominasse o fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher, a virgem, é como um fogo. Que homem conseguiria resisti-la, acompanhando-a no caminho e ainda manter o domínio e o controle? Certamente, não existe sabedoria que resista a altas doses de testosterona na corrente sanguínea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando, reflitamos o pensamento do sábio rei:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“Tomará alguém fogo no seio, sem que as suas vestes se queimem? Ou andará alguém sobre as brasas, sem que se queimem os seus pés?”&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Pv. 6:27-28. Escrito por Cléber em 30/03/2010.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-24206073156934876?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/24206073156934876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=24206073156934876&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/24206073156934876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/24206073156934876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/03/testosterona-sabedoria-e-os-4-elementos.html' title='Testosterona, sabedoria e os 4 elementos'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/S7JSyP8Ul1I/AAAAAAAAAK0/53CGElrN2Rk/s72-c/Fogo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6766908044251568782</id><published>2010-03-05T16:38:00.007-03:00</published><updated>2010-03-05T16:56:00.189-03:00</updated><title type='text'>Uma raposinha solitária</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/S5FeM-FaPVI/AAAAAAAAAKs/pB60e2XXLYs/s1600-h/Renard.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5445237001384770898" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/S5FeM-FaPVI/AAAAAAAAAKs/pB60e2XXLYs/s200/Renard.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Antoine de Saint-Exupéry, em seu livro mais famoso, O Pequeno Príncipe, escreveu acerca dos laços de carinho formados entre as pessoas.&lt;br /&gt;Na história, o menininho de cabelos de ouro, trava um diálogo com uma raposinha, que lhe ensina o valor da amizade. Eis abaixo alguns trechos selecionados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta semana, aconteceu-me algo que abalou-me profundamente. Um buraco, um vazio na alma é como descrevo. O vazio de uma perda, como a perda da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, sinto que conhecê-la, foi-me mais gratificante que para ela conhecer-me. No entanto, sei que amou-me com toda força que podia. Ela tornou-se importante para mim. Eu depositei nela a confiança que poucas vezes na vida depositei em alguém. Então, quando ela se foi, doeu muito, pois fora como se um pedaço de mim fosse arrancado...&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ela, abri muitas vezes meu coração. Contei daquilo que me afligia, daquilo que eu sonhava, daquilo que me alegrava, daquilo que me entristecia. E eu também a vi chorar... Ela conheceu meu verdadeiro caráter. Na presença dela, muitas das minhas máscaras eu não utilizei... Ela conheceu como realmente sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O teu (passo) me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de deixar-me, eu já sentia saudades dela. Aliás, eu sentia saudades todas as tardes que me despedia dela. Tudo bem, tudo bem... eu já sentia saudades algumas horas antes da hora de me despedir. E é esta amizade que torna um local de trabalho tão agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, deixava-me um pouco confuso, pois, parecia-me um pouco arisca e misteriosa, enquanto outras vezes, extremamente dócil e transparente. Eu aprendi a amá-la da maneira como ela é, e isto enriquece profundamente meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigos são tesouros preciosos, raros, que não se encontram facilmente por ai. Com um pouco de tristeza eu confesso: creio que não alcancei esta marca em seu coração, e talvez, seja minha maior decepção. Não sei ser tão bom amigo, como ela soube ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu soube que trabalharia com ela, imaginei tudo diferente. Imaginei que brigaríamos, imaginei que não a amaria. Mas todos os dias, quando ela chegava, eu a observava do lado onde estava. Aprendi dela pouco a pouco, até que, um dia, ousei aproximar-me e surpreendi-me quando a vi permanecer em seu lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me que sentava-me próximo a ela, perguntava como ela estava. Dividíamos muitas coisas. Ela me fazia feliz. Eu amava muitíssimo sua companhia, aguardando com expectativa, uma pessoa leal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, no final, o principezinho cativou a raposinha e correu ver as rosas que não a sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como sinto. A única no mundo. Por isso, o sentimento de perda é ainda maior...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana foi minha irmã e companheira. A ela eu digo: Obrigado por tornar nosso trabalho tão leve e agradável. Tu serás inesquecível para mim. Tu enriqueceste minha vida com sua amizade. Tu és única em todo o mundo. Espero que tu não te esqueças de mim, pois “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Deixaste-me órfão, mas alegro-me, porque agora, estás livre para voar. Escrito por Cléber em 05/03/2010.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6766908044251568782?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6766908044251568782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6766908044251568782&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6766908044251568782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6766908044251568782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2010/03/uma-raposinha-solitaria.html' title='Uma raposinha solitária'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/S5FeM-FaPVI/AAAAAAAAAKs/pB60e2XXLYs/s72-c/Renard.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6396441618033235312</id><published>2009-12-16T15:56:00.004-02:00</published><updated>2009-12-16T16:03:39.623-02:00</updated><title type='text'>Ele se importa</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SykfyI7Y4jI/AAAAAAAAAKk/mbXMDaUs0aY/s1600-h/Planets.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 190px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415894973140230706" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SykfyI7Y4jI/AAAAAAAAAKk/mbXMDaUs0aY/s320/Planets.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Em certa ocasião, via algumas figuras dos planetas em escala. Inicialmente, parecia-me apenas curioso, depois, entendi que era muito mais que isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, a Terra desaparecia. A cada astro com que ela era comparada, tornava-se cada vez menor. A Terra ainda seria muito grande se comparada a um grão de areia na praia. Estrelas sobrepujavam o tamanho de nosso planeta que, não passava de um ponto quase imperceptível, até desaparecer por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma janela abriu-se em meu entendimento: qual seria então o tamanho de Deus? E meus pensamentos, tentavam imaginá-lo até tornar-se um exercício mental insuportável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somos mais que uma partícula de pó no universo. E, se porventura, pudesse conceber a dimensão do infinito, ela seria apenas uma nova partícula. É como se pudesse colocar o universo numa caixinha, e, em seguida, esta mesma caixinha fosse colocada dentro do universo, e assim, infinitamente.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reflexão não parou ai. Após percorrer tantos anos-luz, retornei ao ponto inicial. Descobri que ainda não tinha chegado ao ponto insignificante. Ao olhar meu próprio corpo, não seria ele composto igualmente de células microscópicas? Em se tratando dos átomos, não seria eu mesmo comparado ao universo para eles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu era criança, olhava os livros de geografia e fascinava-me o tamanho de Júpiter. Com certa inveja, eu me perguntava: por que não era a Terra também tão grande assim? Bem, hoje penso diferente. Entendi que não importa o tamanho que tivéssemos, ainda seríamos um ponto. Portanto, nossa importância não está em nosso tamanho, mas sim, no que significamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo tão pequenos, Deus se importou conosco. Por isso deu o Filho. E eis que no universo havia um único átomo, que sofria uma interferência. E mesmo assim Ele se importou. Ele poderia ter passado de largo, mas sabia, enquanto uma simples poeirinha sofresse, o universo não estaria de seu agrado. Ainda há dúvidas de que Ele se importa com cada detalhe da vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que se canta um louvor a Ele, ali, naquele canto da criação, estão os seus ouvidos, pois Ele se importa. Trecho do meu livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna&lt;/em&gt;” Evangelho de João.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6396441618033235312?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6396441618033235312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6396441618033235312&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6396441618033235312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6396441618033235312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/12/ele-se-importa.html' title='Ele se importa'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SykfyI7Y4jI/AAAAAAAAAKk/mbXMDaUs0aY/s72-c/Planets.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8078594892252206702</id><published>2009-12-14T18:01:00.004-02:00</published><updated>2009-12-14T18:13:28.240-02:00</updated><title type='text'>Corrida Maluca</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyabHTWDHRI/AAAAAAAAAKY/tS4s5wPatHY/s1600-h/Corridamaluca.gif"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 109px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415186151713742098" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyabHTWDHRI/AAAAAAAAAKY/tS4s5wPatHY/s200/Corridamaluca.gif" /&gt;&lt;/a&gt; De minuto em minuto, passa-se toda a vida. O mundo impõe a pressa do seu ritmo ao nosso viver. No entanto, nem mesmo o tempo se corrompe: nunca, um único segundo, atendeu alguma demanda em caminhar mais depressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, nascemos e desembarcamos num lugar em que, primeiramente, herdamos. Um lugar estranho, construído pelos que nos antecederam. E logo, dita-nos as regras de como pensar, agir, ter e obter. Convence-nos e reprime-nos a uma louca corrida atrás de não se sabe bem o que, ou, aonde se deve chegar. Sob pena de sermos engolidos, conformamo-nos em aceitar seu ritmo. E hoje, já não vale muito um único idioma estrangeiro, ou uma única especialização, ou trabalhar também aos sábados. É sempre preciso mais. O mundo dita todos os dias quanto mais. O exigido hoje, é menos do que será amanhã.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia-se homem ao mundo. Os homens criam o padrão, após distanciarem-se o bastante. São inatingíveis, e isto, garante-lhes o status. E precisam continuar inovando, ditando o que se alcançar e sonhar. E como quem já obteve o que ostenta, divertem-se com a nossa admiração, e, quem sabe, nossa fadiga. O mundo que pronto está a me esmagar, é o mesmo que me afaga o ego. Hipócrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta corrida, acostumamo-nos a passar por cima dos outros, mas não somente deles. Pisamos a ética, a honra e atropelamos o caráter. Afinal, são detalhes, são barreiras que, somente atrapalham... Esquecemo-nos que na vida, de tudo que se alcança, há do que se consegue exclusivamente com a ajuda de outros. Jesus ensinou: “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á”. Como interpreto? Bem, ora recebo diretamente de Deus; ora me esforço; ora encontrarei em outros. E por que neles? Porque se eu mesmo pudesse abrir, não teria batido. E bater, é diferente de pisar... Neste sistema, daquilo que se nos abre, não teria sido dado diretamente dos céus a quem nos abriu? Bem, disto concluo: se chegou até nós, não seria então tudo vindo de Deus? Trecho do meu livro.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8078594892252206702?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8078594892252206702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8078594892252206702&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8078594892252206702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8078594892252206702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/12/corrida-maluca.html' title='Corrida Maluca'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyabHTWDHRI/AAAAAAAAAKY/tS4s5wPatHY/s72-c/Corridamaluca.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6595825471311757189</id><published>2009-12-12T11:29:00.013-02:00</published><updated>2009-12-14T09:40:16.470-02:00</updated><title type='text'>Sou homem como tu</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOg0ohHAxI/AAAAAAAAAKQ/vepGBhXtVHg/s1600-h/Sudario_corpo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414348003119399698" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOg0ohHAxI/AAAAAAAAAKQ/vepGBhXtVHg/s320/Sudario_corpo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;De repente, encontrava-me numa antessala. Havia uma mesa sobre uma plataforma no centro. As paredes ao redor, revestidas de muitos detalhes, encantavam pela beleza, e, as colunas, uniam-se no alto umas as outras através de arcos. Deveras, tratava-se de um local magnífico e de muito esplendor, remetendo-me ao prazer estético. Minha missão naquele local me parecia pontual: eu deveria estudar o tecido de linho que, segundo dizem, fora o mesmo que cobriu o corpo de Cristo quando retirado da cruz - o Santo Sudário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sala ficava em nível rebaixado em relação à entrada. Caminhei em direção à plataforma e pedi para ver o Sudário. Um homem, atendendo a solicitação, desenrolou uma peça sobre a mesa. Olhei, e imediatamente percebi que aquilo não era o Sudário. Na verdade, fora-me exposta uma tela, onde se via, inúmeros quadrinhos, como num tabuleiro de xadrez. Cada quadro tinha uma figura, e suas cores eram muito vivas, onde o vermelho era a de maior abrangência e destaque. Um dos meus irmãos, o Raphael, acompanhava-me naquela visita. Enquanto eu tentava entender o que significava aquilo, uma vez que esperava ver o Sudário, afastou-se de mim meu irmão.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodeei a mesa, colocando-me em outra posição. Olhei para minha direita. Vi que havia uma porta numa das paredes, que era a entrada para outro cômodo. Encontrava-se semiaberta, por isso, observava o que acontecia lá dentro. A penumbra dominava o ambiente. Uma grande janela, que se estendia até o alto, permitia que raios de luz atravessassem suas frestas e dissipassem um pouco das trevas em seu interior. Em frente à janela, um homem em vestes brancas caminhava de um lado para o outro, e, atribui tal conduta, à preocupação. Naquele instante, como se uma seta de entendimento penetrasse em meu espírito, compreendi algo: aquele era o quarto do Papa; o homem em seu interior, ele próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu observava a cena, Raphael, estendeu sua mão e tocou a parede. Quase que simultaneamente, eu o repreendi: “Cuidado, não incomode o Papa!”, disse com veemência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num momento em que me encontrava parado ao lado da mesa, um outro homem, de súbito, surgiu. Assemelhava-se a um frade, e seu aspecto transmitia violenta preocupação. Com uma das mãos, ele tampava sua boca e nariz, na tentativa de proteger-se do ar que respirava. Demasiadamente agitado, perguntou-me se porventura, eu ignorava o fato de que além da porta encontrava-se o quarto do Papa, retirando-se em seguida. E alcançou-me novamente a seta: de uma doença contagiosa, o Papa sofria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns instantes se passaram e o homem retornou. Trouxe consigo, estendida em seus braços, uma túnica vermelha. Entregou-a em minhas mãos, e, saiu apressadamente. Ao recebê-la, desejei vesti-la, e sai para um passeio pelo esplendoroso palácio. Eu me sentia feliz, e até certo ponto, divertia-me. Subi alguns degraus, e virei à direita, saindo daquela câmara. Caminhei pelo corredor, e no final dele, à direita, havia um posto de recepção. Nele, encontravam-se duas senhoras que, aproximando-me delas, com um ar de respeito e reverência, cumprimentaram-me dizendo: “Santidade...”&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOdWcPFUjI/AAAAAAAAAJo/fRgzr5kPAuk/s1600-h/Versailles.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOeg_qslAI/AAAAAAAAAJ4/3kpLWVbDekI/s1600-h/Versailles.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOgNZ2BrpI/AAAAAAAAAKI/a5KPRtU9ykg/s1600-h/Versailles.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 140px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414347329165700754" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOgNZ2BrpI/AAAAAAAAAKI/a5KPRtU9ykg/s200/Versailles.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando as ouvi, disse: “Não se preocupem, pois lavarei antes de devolvê-la”, referindo-me à túnica que vestia. Olharam-se, e em seus lábios, discretos sorrisos, como se eu fizesse uma amável e singela brincadeira. Ao observar tal comportamento, atingiu-me a seta do entendimento pela última vez: verdadeiramente, eu era o novo Papa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por alguns segundos, refleti. Compreendendo minha posição, meu coração encheu-se de alegria. Eu gostava do que acontecia. Um sentimento de muito prazer preenchia minha alma. De repente, ouvi clamores, e meus olhos foram transportados para além daquelas paredes. Do alto, eu vi uma grande multidão reunida numa enorme praça defronte ao palácio, ovacionando-me e dando-me as boas-vindas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei as senhoras, e, caminhando, adentrei em um grande salão, cuja parede a minha esquerda era de pedras e possuía aberturas como janelas. Jovens encostados nas paredes observavam minha passagem. Eu sorria e observava seus rostos. De início, estranhei por não vê-los ajoelhando-se, pois, imaginava, seria a atitude natural diante do Papa. No entanto, não era algo que eu desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar ao final do salão, havia três ou quatro degraus. Na iminência da descida, um homem correu ao meu encontro, reverenciou-me e ajoelho-se diante de mim, tomado de intensa emoção. Censurando-lhe a atitude, pedi que se levantasse depressa e afirmei: “Não te ajoelhes diante de mim, pois, como disse Pedro: sou homem como tu”. E o sonho acabou. Bem, no mínimo, um sonho bastante estranho para um huguenote. Trecho do meu livro, de um sonho que tive em 2004.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6595825471311757189?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6595825471311757189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6595825471311757189&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6595825471311757189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6595825471311757189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/12/um-sonho-estranho.html' title='Sou homem como tu'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SyOg0ohHAxI/AAAAAAAAAKQ/vepGBhXtVHg/s72-c/Sudario_corpo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-4651099141653599650</id><published>2009-09-21T15:54:00.017-03:00</published><updated>2009-09-21T16:24:40.476-03:00</updated><title type='text'>Esta é a nossa marca</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SrfMVG5cSuI/AAAAAAAAAIs/HE8xVFRyvwE/s1600-h/Children.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; FLOAT: left; HEIGHT: 147px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383996542545578722" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SrfMVG5cSuI/AAAAAAAAAIs/HE8xVFRyvwE/s200/Children.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; “Amados, todos os domingos recebemos as crianças em nossas classes. Há algum tempo, perguntava-me qual seria nossa contribuição, nossa marca na vida delas. Contar histórias bíblicas? Entretê-las enquanto seus pais celebram ao SENHOR?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nós desejamos ser vitoriosos e que nossos filhos também o sejam. Para aqueles que creem nisto, a Palavra de Deus afirma: “e esta é &lt;em&gt;a vitória que vence o mundo: a nossa fé&lt;/em&gt;”.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SrfM_pjxcYI/AAAAAAAAAJE/xyrSBqxNjdY/s1600-h/Crian%C3%A7as.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 181px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383997273404436866" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SrfM_pjxcYI/AAAAAAAAAJE/xyrSBqxNjdY/s200/Crian%C3%A7as.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A vitória que vence o mundo não é o cursinho pré-vestibular do Positivo, não é a graduação em medicina na PUC, não é uma alta posição numa empresa, não é falar um segundo ou terceiro idioma fluentemente. Tudo isto são coisas importantes, mas sem fé, não são garantias de vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reunimo-nos com elas todos os domingos e, nosso desafio, com a ajuda de Deus, é imprimir a fé em cada um destes corações”. Ministração sobre crianças, 20/09/2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-4651099141653599650?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/4651099141653599650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=4651099141653599650&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4651099141653599650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/4651099141653599650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/09/esta-e-nossa-maior-marca.html' title='Esta é a nossa marca'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SrfMVG5cSuI/AAAAAAAAAIs/HE8xVFRyvwE/s72-c/Children.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7800207342381362531</id><published>2009-09-15T16:24:00.025-03:00</published><updated>2009-12-16T15:16:06.617-02:00</updated><title type='text'>Primavera parisiense</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sq_w2rofOhI/AAAAAAAAAIk/DBl-NKAfj8U/s1600-h/Avenue_Paris.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381784901947177490" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sq_w2rofOhI/AAAAAAAAAIk/DBl-NKAfj8U/s200/Avenue_Paris.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Era um dia de uma primavera e eu caminhava pelas ruas de Paris. Se fosse um filme, meu passeio seria embalado ao som de um &lt;em&gt;musette&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela tarde, encontrei uma criança cujas mãos erguidas aos céus, atraiam pássaros bailarinos! Voavam ao redor de suas mãos, e apresentavam um belíssimo espetáculo aéreo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após passar pela torre Eiffel e pelo túmulo de Napoleão, seguia em direção às margens do rio. Durante o trajeto, uma cena que jamais esquecerei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo durou apenas alguns segundos, mas o momento parece eterno. Ela manobrava uma bicicleta que me pareceu peça de museu... Assim que surgiu na esquina, meus olhos, fixados nela, permitiam-me à alma um dos maiores prazeres que jamais senti. Não sei de onde ela vinha, nem para onde iria... E a paisagem ao meu redor se transformou. Uma sensação nostálgica e poética, a imagem daquela moça, proporcionou aos meus sentidos experimentarem. Ah, como gostaria de vê-la mais uma vez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ela se aproximava, meu coração se impressionava. Eu sentia que vira algo parecido, mas somente em filmes de época. Seria um &lt;em&gt;déjà vu&lt;/em&gt;? Manifestavam-se em mim muitos sentimentos. Impressionante inocência foi um deles. Em contraste com a realidade de uma grande cidade, de repente, nada mais singelo, simples e romântico surgia. E aquela calçada, de uma rua pouco importante, sob as sombras das árvores, foi o cenário perfeito.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua fisionomia? Não me recordaria. Vejo como que lembranças envoltas em brumas, mas que ainda têm o poder de me inspirar. Eu caminhava no sentido oposto ao dela, mas a oposição, neste caso, presenteou-me com uma das mais lindas pinturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me de sua face serena, de sua pele branquinha e dos contornos suaves do seu rosto de menina de não mais de vinte anos. Talvez, aquele seja o que poderia descrever como um típico traço francês. Ela trajava um comportado vestido escuro, de um modelo que me traz a lembrança uma linda boneca de pano. Seu pedalar suave, combinado aos meus passos, aproximavam-nos um do outro. Seus cabelos estavam presos, e seu rosto era adornado por um par de óculos. Enquanto escrevo, sinto como que minha alma clamasse por conhecê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos bons sentimentos afloram ao me recordar. Sua imagem materializava a da própria pureza, da própria singeleza e da própria inocência. Era como se meu coração não compreendesse, mas se rendesse ao seu encanto. Aquele foi o dia em que não imaginei o passado, mas o passado veio até mim, surpreendendo-me próximo à esquina. Sua passagem pela minha vida foi como um vento, que traz um sentimento de uma lembrança bucólica da infância. Talvez eu nunca saiba quem ela é, mas sempre saberei quem ela foi para mim... Trecho do meu livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sentirmos um pouco desta inocência, recomendo o vídeo abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-91fa526eca473130" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v21.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D91fa526eca473130%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331317115%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D44662AC92A508FBD565C28587B9471BE955D8FE6.5A3656537DEDBA101DF40FA729057775CE9B4843%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D91fa526eca473130%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D6mdKY6bEMAu8t2mssXqiTp7IC_Q&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v21.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D91fa526eca473130%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331317115%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D44662AC92A508FBD565C28587B9471BE955D8FE6.5A3656537DEDBA101DF40FA729057775CE9B4843%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D91fa526eca473130%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D6mdKY6bEMAu8t2mssXqiTp7IC_Q&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7800207342381362531?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7800207342381362531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7800207342381362531&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7800207342381362531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7800207342381362531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/09/primavera-parisiense.html' title='Primavera parisiense'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sq_w2rofOhI/AAAAAAAAAIk/DBl-NKAfj8U/s72-c/Avenue_Paris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-5968707655597075402</id><published>2009-09-02T15:06:00.007-03:00</published><updated>2009-09-02T15:17:54.788-03:00</updated><title type='text'>Horário do ônibus</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sp60kL63fDI/AAAAAAAAAIc/kxgh-T7De24/s1600-h/Biarticulado.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 150px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376933538894937138" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sp60kL63fDI/AAAAAAAAAIc/kxgh-T7De24/s200/Biarticulado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Naquele dia eu aguardava o ônibus. Não lembro para onde ia e nem o porquê deveria, mas lembro-me que devido a pressa, aguardava-o com muita expectativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passava, e nada do ônibus vir. O tempo em que eu aguardava era significativo, e logo, um pensamento brotou dentro de mim: “Talvez não seja dia deste ônibus circular...”, imaginei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, contrariando minha imaginação, outro pensamento surgiu: “É claro que o ônibus virá... Eu conferi o horário dele no terminal...”, e tornei-me confiante. Apesar de todas as circunstâncias cooperarem para que eu desistisse, obrigava-me admitir que o ônibus viria.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, um outro pensamento: “Se julgas de confiança um informativo num papel, não seria razoável que confiasses ainda mais no que está escrito na Palavra de Deus?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este pensamento foi libertador... Ali, eu senti como se corresse muitas distâncias para mais perto de Deus. Escrito por Cléber C. FERNANDES.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-5968707655597075402?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/5968707655597075402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=5968707655597075402&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5968707655597075402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5968707655597075402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/09/horario-do-onibus-e-palavra-de-deus.html' title='Horário do ônibus'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sp60kL63fDI/AAAAAAAAAIc/kxgh-T7De24/s72-c/Biarticulado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6824205260994753433</id><published>2009-08-26T13:03:00.005-03:00</published><updated>2009-12-12T10:33:33.909-02:00</updated><title type='text'>A verdade sobre ofertas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SpVfB0ddFgI/AAAAAAAAAHs/QeYD8iHvY3Q/s1600-h/Dracma.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 190px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374306215203247618" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SpVfB0ddFgI/AAAAAAAAAHs/QeYD8iHvY3Q/s200/Dracma.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Certa vez, ouvia um pastor falar sobre ofertas. Baseava-se no texto em que o rei Davi comprou a eira de Araúna para que ali erguesse um altar. A história conta que quando o rei chegou àquela propriedade, seu dono intentou doar-lhe o terreno. Davi não aceitou o presente, mas ofereceu o pagamento devido. Ele declarou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Não, mas por preço justo to comprarei, porque não oferecerei ao SENHOR meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta siclos de prata”&lt;/em&gt; II Samuel 24:24.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entendimento do pastor, este texto significa que devemos ofertar a Deus de forma que sintamos ser aquela uma renúncia dolorosa, pois para ser agradável a Deus, precisa custar algo. Normalmente, assim nos sentimos, quando somos incitados a entregar mais do que temos como prova de nossa fé e amor.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, entendamos como Davi realmente se sentia ao fazer aquilo. Davi era um homem riquíssimo. O livro de I Crônicas, capítulo 29, descreve como empregou seus recursos para a construção do Templo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu, pois, com todas as minhas forças já preparei para a casa de meu Deus ouro para as obras de ouro, prata para as de prata, bronze para as de bronze, ferro para as de ferro e madeira para as de madeira; pedras de ônix, pedras de engaste, pedras de várias cores, de mosaicos e toda sorte de pedras preciosas, e mármore, e tudo em abundância. E ainda, porque amo a casa de meu Deus, o ouro e a prata particulares que tenho dou para a casa de meu Deus, afora tudo quanto preparei para o santuário: três mil talentos de ouro, do ouro de Ofir, e sete mil talentos de prata purificada, para cobrir as paredes das casas; ouro para os objetos de ouro e prata para os de prata, e para toda obra de mão dos artífices. Quem, pois, está disposto, hoje, a trazer ofertas liberalmente ao SENHOR? Então, os chefes das famílias, os príncipes das tribos de Israel, os capitães de mil e os de cem e até os intendentes sobre as empresas do rei voluntariamente contribuíram e deram para o serviço da Casa de Deus cinco mil talentos de ouro, dez mil daricos, dez mil talentos de prata, dezoito mil talentos de bronze e cem mil talentos de ferro. Os que possuíam pedras preciosas as trouxeram para o tesouro da Casa do SENHOR, a cargo de Jeiel, o gersonita. O povo se alegrou com tudo o que se fez voluntariamente; porque de coração íntegro deram eles liberalmente ao SENHOR; também o rei Davi se alegrou com grande júbilo”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis acima a descrição da quantidade doada por Davi, diretamente de sua fortuna pessoal, como afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Três mil talentos de ouro de Ofir; e sete mil talentos de prata purificada, para cobrir as paredes das casas...”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convertendo-se para unidades conhecidas, temos o mesmo verso da seguinte forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“...cento e cinco toneladas de ouro puro de Ofir e duzentos e quarenta e cinco toneladas de prata refinada, para o revestimento das paredes do templo”&lt;/em&gt; NVI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Davi comprou a eira por 50 ciclos de prata, e considerando que cada siclo equivalia a 12 gramas, é fácil descobrir quanto pagou pela propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta agora é: Foi um doloroso sacrifício para um homem que possuía pelo menos 245 toneladas de prata refinada, pagar 600 gramas dela pela terra de Araúna? Se não foi, então o que Davi quis dizer quando desejou que o local lhe custasse algo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Davi desejava oferecer a Deus algo que pertencesse a si, e não algo que pertencesse a outro. Infelizmente, este texto é usado de maneira a estimular as pessoas a ofertarem mais do que poderiam. O apóstolo Paulo orienta que isto não aconteça acerca de ofertas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem”&lt;/em&gt; II Coríntios 9:12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos oferecer nossas ofertas para Deus pelo espírito de propósito e nunca, pelo espírito da coação. Quando nos sentimos parte do projeto de Deus, ofertamos generosamente e voluntariamente, entendendo que contribuímos para o avanço daquela obra. È por isto que Davi doou sua fortuna; é por isto que os cristãos depositavam seus bens aos pés dos apóstolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada do que possamos oferecer a Deus em troca de suas bênçãos tem valor. Deus não se agrada disto, pois não são nossos atos de justiça (Isaías 64:6) ou obras que alcançam o favor do SENHOR (Efésios 2:8-9). Deus não é comprável como pensaram Ananias e Safira (Atos 5). Deus não está brincando conosco num jogo de toma lá, dá cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Atos dos Apóstolos narra-se a história de um homem convertido ao cristianismo. No passado ela fora mágico (conhecido em sua região como O Grande Poder), e ficou extasiado ao ver os sinais que eram realizados através dos apóstolos. E o texto declara:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Vendo, porém, Simão que, pelo fato de imporem os apóstolos as mãos, era concedido o Espírito [Santo], ofereceu-lhes dinheiro, propondo: Concedei-me também a mim este poder, para que aquele sobre quem eu impuser as mãos receba o Espírito Santo. Pedro, porém, lhe respondeu: O teu dinheiro seja contigo para a perdição, pois julgaste adquirir, por meio dele, o dom de Deus. Não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus. Arrepende-te, pois, da tua maldade e roga ao Senhor; talvez te seja perdoado o intento do coração...”&lt;/em&gt; Atos 8:18-22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com qual intenção temos ofertado a Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a viúva pobre? Interessante notar que o próprio Cristo afirma que ela deu tudo o que tinha, e não daquilo que ela não tinha (Lucas 21:1-4). Infelizmente, hoje, muitos são motivados a ofertarem além daquilo que possuem. Neste texto, é claro que Jesus está falando de proporções, e não de quantidades. A oferta da viúva foi generosa e voluntária. Por quê? Porque ninguém naquele local estimularia alguém a ofertar o que lhes parecia insignificante. No entanto, a sua oferta foi a maior. Escrito por Cléber C. FERNANDES.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6824205260994753433?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6824205260994753433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6824205260994753433&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6824205260994753433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6824205260994753433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/08/verdade-sobre-ofertas.html' title='A verdade sobre ofertas'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SpVfB0ddFgI/AAAAAAAAAHs/QeYD8iHvY3Q/s72-c/Dracma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-7036301723951642378</id><published>2009-07-17T10:15:00.012-03:00</published><updated>2009-07-20T19:37:52.007-03:00</updated><title type='text'>Eu amo este capítulo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SmB8-2iZUaI/AAAAAAAAAHk/IcMywR5jFoU/s1600-h/Isaque_Jacob.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359420975804404130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SmB8-2iZUaI/AAAAAAAAAHk/IcMywR5jFoU/s200/Isaque_Jacob.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“&lt;em&gt;Então, lhe disse Isaque, seu pai: Chega-te e dá-me um beijo, meu filho. Ele se chegou e o beijou. Então, o pai aspirou o cheiro da roupa dele, e o abençoou, e disse: Eis que o cheiro do meu filho é como o cheiro do campo, que o SENHOR abençoou; Deus te dê do orvalho do céu, e da exuberância da terra, e fartura de trigo e de mosto. Sirvam-te povos, e nações te reverenciem; sê senhor de teus irmãos, e os filhos de tua mãe se encurvem a ti; maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar&lt;/em&gt;” Gênesis 27:26-29.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Perguntou-lhe Isaque, seu pai: Quem és tu? Sou Esaú, teu filho, o teu primogênito, respondeu. Então, estremeceu Isaque de violenta comoção e disse: Quem é, pois, aquele que apanhou a caça e ma trouxe? Eu comi de tudo, antes que viesses, eu o abençoei, e ele será abençoado&lt;/em&gt;” Gênesis 27: 32-33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos textos bíblicos que mais amo é o capitulo 27 do livro de Gênesis.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo descreve o momento em que Jacó recebeu a bênção de seu pai Isaque, em lugar de seu irmão Esaú.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, antes que isto ocorresse, Jacó comprou seu direito de primogênitura por um prato de comida. Esaú desprezou um tesouro espiritual em troca de um momento de prazer. Gênesis 25:29-34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaque não sabia que o direito de primogenitura fora transferido para Jacó, tampouco, Esaú considerava-se desprovido dele. Quando se apresentou diante de seu pai, evocou o seu direito, dizendo: “&lt;em&gt;Sou Esaú, teu filho, teu primogênito...&lt;/em&gt;” Gênesis 27:32. Esaú tinha o direito de primogenitura na carne, mas Jacó, o tinha pela fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena meditar nas palavras de Isaque, quando abençoou seu filho. Uma análise deste texto revela que as palavras proferidas por uma autoridade portam um grande poder. Palavras são como caminhos por onde trafegam autorizações espirituais. As palavras por si só não são as bênçãos (mas são ligações para elas), pois as bênçãos proveem da parte de Deus. Estas autorizações têm o poder de exercer influência sobre o mundo material pelo poder e vontade de Deus, baseado na natureza daquilo que se pronunciou. Estas declarações servem tanto para o bem, quanto para o mal. Quando são utilizadas para o bem, diz-se tratar-se de uma bênção, do contrário, uma maldição, por onde trafegam poderes malignos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bênção nada mais é que bendizer, ou seja, dizer bem, falar bem. Analogamente, a maldição é a atitude de falar mal ou de falar coisas ruins. Salomão cria nisto e escreveu: “&lt;em&gt;A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto&lt;/em&gt;” Provérbios 18:21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Isaque proferiu palavras sobre seu filho, ele preparava o ambiente espiritual para que aquilo se cumprisse. Ele tinha autorização para isto, já que era uma autoridade familiar. Nada daquilo que ele proferiu ainda existia materialmente, mas chamaria à existência ao emitir tais declarações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaque chamou seu filho Esaú para abençoá-lo. A intenção de seu coração era de que este filho recebesse sua bênção. No entanto, Jacó, fazendo-se passar por Esaú, colocou-se diante do seu pai e foi abençoado no lugar de seu irmão. A intenção do coração de Isaque nunca fora que Jacó recebesse tal bênção. Isaque via a Esaú dentro de si, apesar de ter a Jacó em seus braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez possamos imaginar a cena: Isaque e Jacó, a sós em uma tenda. O coração do pai alegrava-se ao chegar o momento da entrega da bênção ao filho que mais amava. Ele pensara sobre o assunto durante algum tempo e era chegada a hora. Suas mãos tocavam seu filho Jacó, sua barba roçava seu corpo enquanto o cheirava e pronunciava palavras de bem... Só que, no coração de Isaque, quem estava presente era Esaú. Então, se a intenção era de que a bênção de Deus caisse sobre o filho mais velho, por que Deus abençoou de fato o filho mais novo? Já não bastava o filho enganá-lo, Deus também igualmente o faria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A velha expressão de que "o que vale é a intenção" não é bíblica. Não são as intenções que alcançam o favor do SENHOR, mas as ações. A bênção de Deus só encontra guarida onde existe fé. Se não fosse assim, Esaú teria sido abençoado onde quer que estivesse, e aquela ocasião teria sido nada mais que um ritual sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mãos de Isaque representam o trabalho, as ações e obras que provêm de fé. As intenções por si mesmas não produzem nada, já que a fé sem as obras está morta. Esaú estava em seu coração, mas suas mãos, sobre Jacó. Por outro lado, Jacó recebeu aquela bênção pela fé, enquanto que Esaú confiava que a receberia pelo direito da carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isaque compreendia que a bênção era irrevogável, como declara: “... &lt;em&gt;e o abençoei, e ele será abençoado&lt;/em&gt;” (Gênesis 27:33). Mesmo que Esaú, o filho amado, tivesse clamado com lágrimas por ela, Isaque não teria mais como anulá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas vidas, a exemplo do texto bíblico, devem ser dirigidas a transformar as intenções em ações, já que são as ações que prosperam (Salmo 1:3). Deus aguarda que realizemos mais do que temos efetivamente realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anos mais tarde, cumpriam-se as declarações feitas por seu pai: “&lt;em&gt;E o homem se tornou mais e mais rico; teve muitos rebanhos, e servas, e servos, e camelos, e jumentos&lt;/em&gt;”. Gênesis 30:43.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, temos todas as bênçãos de nosso Pai celestial a nossa disposição. No entanto, não fomos nós quem a compramos. Jesus Cristo pagou um preço de sangue para que pudéssemos ter acesso a elas, e a exemplo de Jacó, devemos tomá-las pela fé. Finalizando, todas as bênçãos de Deus são irrevogáveis, ou seja, não podem ser anuladas. Não existe possibilidade de que não sejamos abençoados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Bendito o Deus e pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo...&lt;/em&gt;” Efésios 1:3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos&lt;/em&gt;” II Coríntios 4:13.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-7036301723951642378?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/7036301723951642378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=7036301723951642378&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7036301723951642378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/7036301723951642378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/07/eu-amo-este-capitulo.html' title='Eu amo este capítulo'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SmB8-2iZUaI/AAAAAAAAAHk/IcMywR5jFoU/s72-c/Isaque_Jacob.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6784605008535946625</id><published>2009-07-06T14:07:00.005-03:00</published><updated>2009-07-20T19:06:40.205-03:00</updated><title type='text'>Deus proverá o socorro</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SlItjSCfauI/AAAAAAAAAHc/Gm02GW69YyQ/s1600-h/Monte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355392991057898210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SlItjSCfauI/AAAAAAAAAHc/Gm02GW69YyQ/s200/Monte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Certa ocasião, eu precisava tomar uma decisão que me gerava muito medo e julgava demasiadamente difícil. Durante o tempo em que a protelei, minha alma perturbava-se muito. Não conseguia me entregar completamente a Deus, e me sentia como alguém desprovido da fé, sem a qual, seria impossível agradá-Lo (Hebreus 11:6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, vi algo sobre o qual vale a pena refletir. De repente, encontrei-me no alto de um monte, e era necessário que eu descesse. Completamente amedrontado, imaginava-me jogando-me do alto. Eu tinha muito medo, pois, lançar-me, significaria meu fim. Meu coração angustiava-se (porque sentia que não confiava em Deus), e este sentimento aumentava mais e mais. Como a angústia tornou-se maior que o medo, intencionei saltar, como prova de minha confiança. Eu precisava de paz, e a morte já não parecia tão ruim assim...&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, ouvi uma voz que me dizia: &lt;em&gt;Desce pela corda, não te jogues!&lt;/em&gt; E havia uma corda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao vê-la, perguntei: &lt;em&gt;Mas SENHOR, isto não seria falta de fé?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o SENHOR respondeu: &lt;em&gt;Não importa como descerás, importa que tu desças. A fé não é medida por maneiras, mas sim por obras&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, creio que entendo as Palavras de Jesus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve&lt;/em&gt;" (Mateus 11:8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto escrevo isto, ouço-o falar: &lt;em&gt;É, filhinho... Nunca te pedi que fizeste as coisas da maneira mais difícil...&lt;/em&gt; E sinto-me aliviado.&lt;br /&gt;Escrito em 06/07/2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6784605008535946625?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6784605008535946625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6784605008535946625&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6784605008535946625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6784605008535946625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/07/deus-provera-o-socorro_06.html' title='Deus proverá o socorro'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SlItjSCfauI/AAAAAAAAAHc/Gm02GW69YyQ/s72-c/Monte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6140599621596938876</id><published>2009-07-02T12:53:00.017-03:00</published><updated>2009-07-20T19:08:16.092-03:00</updated><title type='text'>A porta certa, sim.  O tempo certo, não.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sk0DiAEWsvI/AAAAAAAAAHU/2F7OyCDsy4s/s1600-h/Tempo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353939414682088178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sk0DiAEWsvI/AAAAAAAAAHU/2F7OyCDsy4s/s200/Tempo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta manhã, acabei me atrasando um pouco para ir ao trabalho. Encontrava-me cansado quando cheguei, pois, caminhei mais depressa que o normal, na tentativa de compensar o tempo perdido. Como de costume, uso as escadas para alcançar o terceiro andar onde fica minha sala, já que normalmente o elevador é bastante disputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ao atravessar o corredor, percebi que o elevador estava parado. Suas portas abertas pareciam-me como que um largo sorriso! Tomado de um sentimento misto de pressa, exaustão, surpresa e alegria, pensei ser aquela uma grande oportunidade. Imagine: Cansado como estava, providencial parecia-me o elevador inteiramente vazio aguardando-me entrar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que depressa embarquei e apertei o botão para o terceiro andar. Parecia tudo perfeito, até que atinei: Precisaria ainda que eu registrasse minha entrada no relógio ponto, e este, ficava exatamente no andar onde eu tomara o elevador. Agora, sentia invadir-me a frustração... Meu coração também havia tomado um elevador, só que agora, ele estava pra baixo, ou ainda, sentia-me como numa gangorra que me levava de volta ao chão.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto descia, pensei: Parecia uma grande oportunidade! E era mesmo. Todavia, antes que eu pudesse tê-la agarrado, importava que cumprisse outras exigências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como se não bastasse, pedi o andar errado, atrasei-me um pouco mais e acabei utilizando as escadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a Palavra de Deus nos ensina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado&lt;/em&gt;" Provérbios 19:3. Escrito em 02/07/2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6140599621596938876?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6140599621596938876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6140599621596938876&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6140599621596938876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6140599621596938876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/07/porta-certa-sim-o-tempo-certo-nao.html' title='A porta certa, sim.  O tempo certo, não.'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sk0DiAEWsvI/AAAAAAAAAHU/2F7OyCDsy4s/s72-c/Tempo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-3891336965869189831</id><published>2009-06-24T16:34:00.007-03:00</published><updated>2009-07-20T19:10:40.179-03:00</updated><title type='text'>Estilo normando</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SkKCvzP4bNI/AAAAAAAAAHM/Ntks5kJTr0A/s1600-h/Casas_Rouen.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350983064991853778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 154px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SkKCvzP4bNI/AAAAAAAAAHM/Ntks5kJTr0A/s200/Casas_Rouen.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;... As casas também me chamavam atenção. Aquelas fachadas com toras de madeira em forma de X estão em todo lugar. Antes eu chamava isto de estilo &lt;em&gt;germânico&lt;/em&gt;, lembrando-me das fachadas das casas alemãs que eu conhecia. Como não estava na Alemanha, achei que haveria outra denominação. Quem sabe, trata-se de um estilo &lt;em&gt;normando&lt;/em&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época em eu era aluno de engenharia, estudei a mecânica e a resistência de materiais. Aprendemos que estruturas de nome &lt;em&gt;treliças&lt;/em&gt; são as mais fortes formas de se construir um arranjo estrutural. Uma espécie de triângulo de forças. Aquelas fachadas lembraram-me as treliças. Com um único X, pode-se criar quatro triângulos.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homens da idade média já pareciam saber disto. Suas casas ainda estão em pé. Interessante... Em Rouen, situa-se o mais antigo restaurante de toda França. Data do século XIV, ou seja, tem setecentos anos. Ele é feito com treliças. Nossas vidas poderiam ser feitas de treliças. Como seriam treliças que nos construiriam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que maluquice de pensamento... ou, quem sabe, já sejamos feitos de treliças, afinal, não somos corpo, alma e espírito? Bem, se isto tem fundamento, então por que não duramos? Talvez, o problema esteja na distribuição das forças. Sobrecarregamos o corpo, esquecemo-nos do espírito e vendemos a alma. Desta forma, não há homem que resista. Trecho de meu livro, escrito em 2004, Rouen, França.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-3891336965869189831?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/3891336965869189831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=3891336965869189831&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3891336965869189831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3891336965869189831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/06/estilo-normando.html' title='Estilo normando'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SkKCvzP4bNI/AAAAAAAAAHM/Ntks5kJTr0A/s72-c/Casas_Rouen.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8649378163005875799</id><published>2009-06-12T13:35:00.025-03:00</published><updated>2009-07-20T19:12:23.739-03:00</updated><title type='text'>O vencedor ensina-nos a vencer</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKaIEkHxvI/AAAAAAAAAGs/F2AHkQee70A/s1600-h/Escada.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346505171097077490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKaIEkHxvI/AAAAAAAAAGs/F2AHkQee70A/s200/Escada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á"&lt;/em&gt; Mat. 7:7-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus investiu grande parte de seu ministério nos ensinando. Quando somos ensinados, alcançamos entendimento. E este entendimento é como um presente que capacita aquele que o recebe a efetuar a obra que o SENHOR lhe confia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Jesus faz a declaração registrada em Mateus, capítulo 7, versículos 7 e 8, Ele revelava um grande segredo. O desejo de Cristo é que seus filhos alcancem alvos em suas vidas, agindo em perseverança, através de um relacionamento com o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas instruções dados por Cristo, Ele mesmo nos incita a trilharmos até três etapas na busca por resultados: &lt;strong&gt;PEDIR, BUSCAR e BATER&lt;/strong&gt;. Vejamos cada uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PEDIR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 3º lei de Newton nos afirma que a cada ação corresponde uma reação. A Bíblia nos ensina que há uma lei espiritual semelhante. A ação de &lt;strong&gt;PEDIR&lt;/strong&gt; dispara o princípio: Pedimos e recebemos. O PEDIR é a ação e o receber é a reação. “Pedi e dar-se-vos-á”, afirma o texto sagrado. E continua: “Pois todo o que pede recebe”. Aqui vale a pena destacar: Esta não é uma exceção, é a regra. Também não é para alguns cristãos, porém para todo cristão, desde que ele peça.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKapLr6RZI/AAAAAAAAAG0/0-3AqUWi4Y0/s1600-h/Orar_menina.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346505739944478098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 179px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKapLr6RZI/AAAAAAAAAG0/0-3AqUWi4Y0/s200/Orar_menina.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Neste nível de oração há o envolvimento entre &lt;strong&gt;EU&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;DEUS&lt;/strong&gt;. Aquele que pede e aquele que dá. Somos somente nos dois, face a face, olho no olho... Ele aguarda que eu peça e eu aguardo que Ele responda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;PEDIR&lt;/strong&gt; é o fundamento do alcançar alvos com êxito. É o princípio básico. Eu peço e espero que o SENHOR aja. Esta é a primeira etapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BUSCAR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seqüência, Jesus nos dá a liberdade de &lt;strong&gt;BUSCAR&lt;/strong&gt; por aquilo que havíamos pedido. Este nível está alicerçado no fundamento anterior. Funciona como uma escada. Não se pode construir um segundo degrau sem que ele esteja apoiado no primeiro. Nesta etapa, já não encontramos mais um cristão acomodado, pois o &lt;strong&gt;BUSCAR&lt;/strong&gt; denota uma ideia de ação. Então, estão presentes &lt;strong&gt;EU&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;DEUS&lt;/strong&gt; mais a &lt;strong&gt;AÇÃO&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKcC-G7PnI/AAAAAAAAAG8/OvwFIiftUmk/s1600-h/Binoculo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346507282487918194" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 196px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKcC-G7PnI/AAAAAAAAAG8/OvwFIiftUmk/s200/Binoculo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando agimos, significa que temos maior fé do se assim não fizéssemos. Não simplesmente acomodamo-nos aguardando uma resposta, porém nos movemos com o objetivo de encontrar a resposta. Este é um nível mais sofisticado na busca dos alvos no Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo bíblico é a história de Ana. Orou pedindo a Deus um filho. Ela alcançou o “SIM” de Deus quando PEDIU. No entanto, se ela não tivesse mantido uma relação com seu marido, nada teria acontecido. Mais tarde, ela viu, porque agiu, porque buscou. Ou ainda, Moisés, que pedia a Deus ajuda diante do Mar Vermelho, porém Este o advertiu: &lt;em&gt;“Disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem”&lt;/em&gt;, ou seja, agora não é hora de pedir, mas de agir! Êx. 14:15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BATER&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus nos afirma que a conseqüência do &lt;strong&gt;BATER&lt;/strong&gt; é o abrir. Nesta etapa envolvemo-nos &lt;strong&gt;EU&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;DEUS&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;AÇÃO&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;PRÓXIMO&lt;/strong&gt;. Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando bato, obviamente espero que outro abra, pois se eu mesmo pudesse abrir, não teria batido. Este nível de oração é o que Deus deseja que alcancemos e pratiquemos, pois é nele que envolvemos pessoas. Este nível é mais nobre que o primeiro, pois não nos envolvemos somente com Deus, sem nos relacionarmos com outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;strong&gt;BATER&lt;/strong&gt; também está implícita a especificidade do alvo. Significa que amadurecemos a ponto de encontrar exatamente aquilo que buscamos indo em direção a ele. O &lt;strong&gt;BATER&lt;/strong&gt; também é a ação do coração. É ele quem BATE. Deus olha e vê que seu batimento é aquilo que expressa seu íntímo e contribui para que a porta seja aberta. Muitas vezes não recebemos o que pedimos porque Deus sabe que na verdade nosso coração não bate aquilo. Quantas vezes pedimos coisas hoje que nem mais nos lembramos no dia seguinte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKcQY8WzcI/AAAAAAAAAHE/tHTQ2gYzt1A/s1600-h/Portas_abertas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346507513029643714" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 155px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKcQY8WzcI/AAAAAAAAAHE/tHTQ2gYzt1A/s200/Portas_abertas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para alcançarmos algo, precisamos que nosso próximo nos ajude. É por isto que necessitamos uns dos outros e até mesmo daqueles que não suportamos. Nas mãos daqueles que não suportamos está a chave para determinadas bênçãos que temos pedido incessantemente a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos nos relacionar bem uns com os outros e sempre nos perdoar. Deus espera que tenhamos paz com o outros, pois Ele sabe que aquilo que anelamos está nas mãos do nosso irmão. Foi Deus mesmo que quis que fosse assim. É a maneira dele nos envolver um na vida do outro. Se tudo dependesse de nós mesmos, quem suportaria nossa arrogância? Só estamos onde estamos porque alguém acreditou em nós algum dia ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de perdão é o fracasso do homem. Significa que nunca alcançaremos muitas coisas durante toda vida. Não que Deus não nos deseje abençoar. Isto não tem nada a ver com Ele. No entanto, Deus olha para nós e diz: “Filho, não está comigo, está com teu irmão...” E nosso próximo nunca nos abrirá a porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;APLICAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PEDIR&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;BUSCAR&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;BATER&lt;/strong&gt; foram citados nesta ordem não por acaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme crescemos na vida cristã, Deus deseja que amadureçamos em nossa carreira e maneira de nos relacionarmos com Ele. Por isto, temos a liberdade dada por Cristo de trilhar três etapas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando éramos crianças, nossos pais entendiam nossas atitudes de crianças e seria incoerente se nos exigisse algo fora de nossa capacidade. No entanto, é esperado de um adulto um comportamento condizente com sua estatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns alcançam no &lt;strong&gt;PEDIR&lt;/strong&gt;, outros ao &lt;strong&gt;BUSCAR&lt;/strong&gt;, e ainda outros, ao &lt;strong&gt;BATER&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos não alcançam porque só pedem, outros até buscam e acham, porém não batem. E é por isto que muitas vezes eu e você nos frustramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estatura espiritual em que nos encontramos ou a que Deus deseja que alcancemos determinará em qual destes níveis devemos trilhar. É através de um relacionamento com o Espírito Santo, em que Deus gera em nós o querer e o efetuar para que alcancemos alvos no Reino de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos agir, pois a fé sem obras, sem ações é morta. &lt;strong&gt;E sem um relacionamento com o Espírito Santo, nunca saberemos o que PEDIR, quando BUSCAR e onde BATER.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, quando trilhamos estes três níveis em direção à conquista, alcançamos um maior envolvimento e conhecimento de Deus. &lt;strong&gt;A oração é o pretexto de Deus para que estejamos mais perto Dele&lt;/strong&gt;. Eis a razão porque isto é assim. Ministração para o culto de juniores e adolescentes em 07/03/2009, sob o título &lt;em&gt;Jesus, o Mestre&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8649378163005875799?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8649378163005875799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8649378163005875799&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8649378163005875799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8649378163005875799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/06/o-vencedor-ensina-nos-vencer.html' title='O vencedor ensina-nos a vencer'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SjKaIEkHxvI/AAAAAAAAAGs/F2AHkQee70A/s72-c/Escada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-2715217083477087942</id><published>2009-06-05T13:10:00.011-03:00</published><updated>2009-07-20T19:14:00.119-03:00</updated><title type='text'>Acorda, Pedro!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SilIO90jRHI/AAAAAAAAAGc/vbNKZYb-7Rg/s1600-h/Galao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343881854802150514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 188px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SilIO90jRHI/AAAAAAAAAGc/vbNKZYb-7Rg/s200/Galao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;Momentos antes de Jesus ser levado preso, ele dava suas últimas orientações aos seus discípulos. Conhecedor das profecias a seu respeito, declarou aos que o seguiam uma passagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“&lt;strong&gt;Ferirei o Pastor&lt;/strong&gt; e as ovelhas do rebanho ficarão &lt;strong&gt;dispersas&lt;/strong&gt;. Mas, depois da minha ressurreição, irei adiante de vós para a &lt;strong&gt;Galileia&lt;/strong&gt;”&lt;/em&gt; Mat. 26:31-32.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto, Cristo dizia a eles: "Quando me virem sendo preso, saiam, corram, dispersem-se. Encontrem-me mais tarde na Galileia". Pedro ainda não levava muito a sério seu Mestre Jesus. Após ouvir a orientação, opôs-se a ideia, ao invés de sair, e preparar suas malas para a viagem...&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Mas Jesus replicou: "Em verdade te digo que, nesta mesma noite, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes"&lt;/em&gt; Mat. 26: 34.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Pedro continuou a duvidar: &lt;em&gt;"Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei..."&lt;/em&gt; Mat. 26:35.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Cristo conhecia as Escrituras e também conhecia a Pedro, e assim, sabia que em breve seu discípulo estaria se metendo em confusões e apuros... Jesus não quis discutir, mas intentou ensiná-lo. Uma lição que jamais esqueceria para o resto de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como parte do plano para livrar Pedro, Jesus foi orar e o levou junto consigo. Ele sabia que a oração levaria Pedro a alcançar o entendimento de que necessitava. Na presença de Deus ele teria seu entendimento aberto para que compreendesse as Escrituras. Também levou consigo os dois filhos de Zebedeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus afastou-se para a oração. Ao retornar, viu que os discípulos dormiam. Como alcançariam a revelação de Deus sem comunhão com Ele? E nesta ocasião, Cristo revela a Pedro antecipadamente o motivo do seu futuro fracasso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“&lt;strong&gt;Vigiai e orai&lt;/strong&gt;, para que &lt;strong&gt;não entreis&lt;/strong&gt; em tentação; o &lt;strong&gt;espírito&lt;/strong&gt;, na verdade, está &lt;strong&gt;pronto&lt;/strong&gt;, mas a &lt;strong&gt;carne&lt;/strong&gt; é &lt;strong&gt;fraca&lt;/strong&gt;”&lt;/em&gt; Mat. 26:41.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vigiar é o mesmo que observar atentamente. Observar o que? A orientação que Cristo havia dado. Pedro havia desprezado a Palavra, não dando ouvidos a ela. Mas Jesus o advertiu dizendo que deveria vigiar nela, e orar, porque a oração traria a ele a revelação, o entendimento de que necessitava. Sem o entendimento não há obediência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus foi bem claro ao dizer que esta revelação o impediria que "entrasse em tentação", ou seja, existe um lugar de perigo, de exposição ao mal. E nele Pedro não deveria penetrar, para que não falhasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristo também mostra que compreendia perfeitamente o coração de Pedro quando afirma: &lt;em&gt;"...o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca"&lt;/em&gt;. Aqui, Jesus afirma que entendia Pedro e sua disposição em segui-lo até a morte como afirmou minutos atrás. A veemente afirmação de Pedro: &lt;em&gt;"Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei"&lt;/em&gt;, retrata seu espírito pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, Jesus sabia que apesar da prontidão do espírito, a carne não estaria disposta ao mesmo. E por isto, deveria seguir a orientação e correr para não entrar no local da tentação. Mas Pedro não entendeu isto. Minutos depois a Palavra se cumpria. Os soldados chegaram e os discípulos dispersaram-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas. Então, os discípulos todos, &lt;strong&gt;deixando-o, fugiram&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt; Mat. 26:56.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro continuava a desobedecer. Ao invés de correr, tentou defender a Cristo e cortou a orelha do soldado. Nesta hora foi repreendido mais uma vez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que todos dispersaram, Pedro continuou em sua sequência de equívocos. Na verdade, ele deveria ter se dispersado com os demais. A Palavra porém afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Mas Pedro o seguia de longe, até o pátio do sumo sacerdote e, &lt;strong&gt;tendo entrado&lt;/strong&gt;, assentou-se..."&lt;/em&gt; Mat. 26:58.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus ensinou-lhe que vigiar e orar fariam com que não entrasse em tentação, mas agora, Pedro &lt;em&gt;"tendo entrado, assentou-se..."&lt;/em&gt; Ao entrar no pátio, Pedro estava exposto desnecessariamente ao perigo. Ali ele estava vulnerável. A partir de então, foi alvejado por uma sequência de tentações. Pedro viu os soldados batendo em Jesus. Teve medo e o fruto foi negar ao Mestre. Sua carne revelou fraqueza. E agora, onde estava aquele Pedro de espírito pronto, disposto a morrer por Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o galo cantou, Pedro acordou. O galo foi o despertador, ou seja, Pedro entendeu a estupidez que cometera. Ele entendeu finalmente a orientação de Jesus e de que ali não era o lugar em que deveria estar. Depois disto, agiu:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SilIX90wE9I/AAAAAAAAAGk/o0pAFyT_xNE/s1600-h/Despertador.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5343882009421812690" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SilIX90wE9I/AAAAAAAAAGk/o0pAFyT_xNE/s200/Despertador.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Então, Pedro se lembrou da palavra que Jesus lhe dissera: Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes. e, &lt;strong&gt;saindo dali&lt;/strong&gt;, chorou amargamente"&lt;/em&gt; Mat. 26:75.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quando Pedro obteve o entendimento, agiu em obediência. Saiu de onde nunca deveria ter entrado. Mas, era demasiadamente tarde. Agora, sofria desnecessariamente tremenda dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro aprendeu a duras penas a vigiar. Mas agora, trilhava o caminho certo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Seguiram os onze discípulos para a &lt;strong&gt;Galileia&lt;/strong&gt;, para o monte que Jesus lhes ordenara.”&lt;/em&gt; Mat. 28: 16.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro compreendeu que, a observância e o entendimento, teriam poupado seu coração de todas aquelas amarguras. O entendimento vem em nosso relacionamento com o Espírito Santo através da oração.  Escrito em 05/06/2009&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-2715217083477087942?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/2715217083477087942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=2715217083477087942&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2715217083477087942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/2715217083477087942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/06/acroda-pedro.html' title='Acorda, Pedro!'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SilIO90jRHI/AAAAAAAAAGc/vbNKZYb-7Rg/s72-c/Galao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-1653581592200298339</id><published>2009-05-26T13:15:00.022-03:00</published><updated>2009-07-20T19:14:53.885-03:00</updated><title type='text'>Minhas primeiras letras</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShxDxQab7VI/AAAAAAAAAFM/WH53UDqz39k/s1600-h/Letras_coloridas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340217771653066066" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 169px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShxDxQab7VI/AAAAAAAAAFM/WH53UDqz39k/s200/Letras_coloridas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda me recordo&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Shwc-xWrsVI/AAAAAAAAAEk/6zqTjqOn-j8/s1600-h/Letras_coloridas.jpg"&gt;&lt;/a&gt; das minhas primeiras letras. Eu completara meus sete anos e meus pais me colocaram na escola. Era a primeira série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes disto, porém, um dia lá em casa, meus pais conversavam sobre o fato de seus filhos irem à escola aprender. Conversa vai, conversa vem, e eu, como toda criança que gosta de elogios e atenção, escrevi num pedacinho de papel as vogais, tais como as apresento abaixo:&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340170684554611410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShwY8bTVCtI/AAAAAAAAAEU/fci2JTZpww4/s400/aeiom.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Corri até a minha mãe, orgulhoso de mim mesmo e mostrei o que eu fizera. “Viu mãe como já sei as vogais!”, disse com contentamento. “Estão certas, não é mesmo?” Ela concordou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Então eu fui para a escola. Um dia, a professora pegou nossos cadernos de caligrafia para uma tarefa. Ela escreveu as vogais e pediu que copiássemos até que a folha acabasse. Copiava, até que percebi um sinal nada familiar. Então pensei: “O que é isto? A professora deve ter se enganado...”. Terminei a tarefa e entreguei o caderno para a professora, que ao verificá-lo, pareceu confusa. Eis o que ela viu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340217488229800354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShxDgwlEGaI/AAAAAAAAAFE/JnxwrGI0Ax4/s400/aeiou.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mediante tal resultado, chamou outra professora e mostrou o que eu escrevera. “Por que será que ele fez isto?”, perguntou-lhe. Ela respondeu: “Não sei... Peça que faça novamente”. E assim foi. A professora apagou e eu consertei. Ela nunca soube o porquê daquilo. Mas eu sabia. Obviamente, eu tinha mais confiança na minha mãe do que em qualquer outra pessoa. Então cedo, logo entendi, que atrás de cada ação há um pensamento, por mais incompreensível que possa parecer.&lt;/p&gt;Passaram-se os anos. Tentei melhorar minha escrita. Certamente ainda não sou de todo bom neste ofício. Por isso, peço aos caros amigos, que se em algum momento um erro eu cometer, não me julguem tão severamente, pois ainda tenho muito que aprender... Escrito no verão de 2006.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-1653581592200298339?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/1653581592200298339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=1653581592200298339&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1653581592200298339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1653581592200298339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/05/minhas-primeiras-letras.html' title='Minhas primeiras letras'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShxDxQab7VI/AAAAAAAAAFM/WH53UDqz39k/s72-c/Letras_coloridas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6506959399615430251</id><published>2009-05-20T10:34:00.017-03:00</published><updated>2009-07-20T19:42:09.816-03:00</updated><title type='text'>A receita e o bolo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShRKCNQghLI/AAAAAAAAACo/9rtHbYWPyDI/s1600-h/Receita.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337972860119975090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 140px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShRKCNQghLI/AAAAAAAAACo/9rtHbYWPyDI/s200/Receita.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Alguns dias atrás, ao meditar em um texto da Palavra de Deus, veio-me a mente uma imagem: um homem com uma receita de bolo nas mãos. Inquestionavelmente tratava-se de uma receita deliciosa, e o homem gabava-se de conhecê-la. Onde ele ia, mostrava aquela receita aos seus amigos e a lia com entusiasmo, tentando convencer aos que o ouviam que saborosa receita era!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, viu algo que mudou sua vida: encontrou outro homem com um delicioso bolo em suas mãos, feito da mesma receita que ele tinha nas suas.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caindo em si, finalmente entendeu: seu maior prazer, encontraria em praticar, e não somente em conhecer...&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShQTAT3suEI/AAAAAAAAACg/XonF1G93Mxc/s1600-h/Bolo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337912354395699266" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 146px; CURSOR: hand; HEIGHT: 128px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShQTAT3suEI/AAAAAAAAACg/XonF1G93Mxc/s200/Bolo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o texto no qual eu meditava é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos" Tiago 1:22.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6506959399615430251?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6506959399615430251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6506959399615430251&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6506959399615430251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6506959399615430251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/05/receita-e-o-bolo.html' title='A receita e o bolo'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShRKCNQghLI/AAAAAAAAACo/9rtHbYWPyDI/s72-c/Receita.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8578937847110313183</id><published>2009-05-20T09:16:00.023-03:00</published><updated>2011-08-19T13:44:02.001-03:00</updated><title type='text'>Ser mestre: uma grande responsabilidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sh12kYtomxI/AAAAAAAAAFc/dPaQASafqws/s1600-h/BÃ&amp;shy;blia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340555100612500242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sh12kYtomxI/AAAAAAAAAFc/dPaQASafqws/s200/B%C3%ADblia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo" Tiago 3:1.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É necessário que tenhamos um entendimento correto da Palavra de Deus para não cairmos em erros e levarmos muitos a praticá-los. Por causa disto, infelizmente, existem muitas heresias e falsos ensinamentos. Acredito que tais erros, na maior parte, surjam, não de forma intencional (afinal de contas, qual pregador consciente de sua responsabilidade em Cristo gostaria de cometer uma heresia?). Todavia, falsas interpretações podem levar milhares ao inferno e, é verdade que muitos são usados pelo diabo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, ouvi de um pregador que Martinho Lutero ajudou na colonização dos Estados Unidos da América, indo de cidade em cidade e fundando vilarejos (motivo pelo qual esta seria uma nação de maioria protestante). Pelo que a história conta, Martinho Lutero começou a Reforma, na Europa, por volta do ano de 1517, século XVI, ou seja, a América era recém descoberta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;Os Estados Unidos da América foram colonizados pelos ingleses muitos anos depois e, Martinho Lutero, um alemão, nunca colocou seus pés em continente americano. Não serei conservador e farisáico a ponto de elevar a erudição ao princípio mais importante na pregação do Evangelho. Os próprios apóstolos Pedro e João foram considerados "indoutos e iletrados" (Atos 4:13), porém, o Espírito de Deus agia através deles e os doutores da lei ficavam admirados com sua sabedoria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Tenho consciência de que a revelação do Espírito Santo está acima de qualquer conhecimento humano. Contudo, preocupa-me que um erro como o citado anteriormente coloque em xeque a credibilidade do pregador e da pregação, pois, se há um erro como este, quantos outros conceitos e informações incorretas existiriam na mesma mensagem transmitida? Necessitamos manejar bem a Palavra de Deus, como sugere o Apóstolo São Paulo a Timóteo (II Timóteo 2:15) e, vigiar, para não transmitir mentiras e falsos ensinamentos ao povo de Deus. Trecho extraído do texto Irão realmente os tímidos para o inferno?, escrito em 2004, Rouen, França.&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sh11w0KWfdI/AAAAAAAAAFU/iLKQwj9yVj8/s1600-h/BÃ&amp;shy;blia.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8578937847110313183?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8578937847110313183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8578937847110313183&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8578937847110313183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8578937847110313183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/05/ser-mestre-uma-grande-responsabilidade.html' title='Ser mestre: uma grande responsabilidade'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sh12kYtomxI/AAAAAAAAAFc/dPaQASafqws/s72-c/B%C3%ADblia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-160443167289231771</id><published>2009-05-18T16:21:00.017-03:00</published><updated>2009-07-20T19:46:41.320-03:00</updated><title type='text'>Era uma vez uma igrejinha...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShG6gKTFKtI/AAAAAAAAABo/KOctckntYQY/s1600-h/Fantoche.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337252095093713618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShG6gKTFKtI/AAAAAAAAABo/KOctckntYQY/s200/Fantoche.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quero contar uma parábola. Era uma vez uma igrejinha (não usei o diminutivo pejorativamente, porém significa que era uma pequena congregação...), onde havia uma irmãzinha que ficava na porta da frente recepcionando aos que chegavam. Ela tinha uma sorriso lindo e transmitia através dele, paz, simpatia, gentileza e amor notável a todos quantos a cumprimentavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia um casal não cristão que há muito tempo planejava uma visita a igrejinha que ficava a poucos metros de sua casa, foram recepcionados pela irmãzinha. Aquele sorriso ao recepcioná-los tocou profundo no coração de ambos e eles se sentiram tão bem recebidos e amados que começaram a freqüentar as reuniões. Aceitaram a Cristo e começaram a fazer parte do corpo.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns meses depois, numa reunião familiar, o jovem homem compartilhou com os demais sua experiência de conversão e disse: "Eu e minha esposa fomos tocados pelo amor de Deus neste lugar no dia em que chegamos, e aquela senhora na portaria nos recebeu. Entendemos muito pouco acerca do que o pastor pregou, pois para nós tudo era novo, porém o sorriso dela nos cativou". Ouvindo isto, muitos outros irmãos sorriram e disseram que com eles havia ocorrido o mesmo. Deus usava aquela irmã na portaria para ganhar almas e se dependesse somente do pastor, quem sabe o casal nem mesmo tivesse retornado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitas irmãzinhas nas portarias têm conquistado almas para o SENHOR. Fica evidente que o local onde Deus nos colocou é o melhor local reservado em todo universo. O lugar daquela irmãzinha não era um púlpito, nem uma sala de aula de escola dominical, porém Deus queria usá-la na portaria, um lugar que aos olhos naturais é menos importante que o altar. Muitas vezes aqueles que estão nos bastidores são os grandes conquistadores. O detalhe é que faz a grande diferença. O detalhe que nem se percebe. Um frango que gira num forno de churrascaria é tentador, sobretudo se se está com fome. A grande decepção é levá-lo a boca e descobrir que não tem sabor. Alguém esquecera de colocar o sal. O sal não aparece mais que o frango, porém sem ele, o frango por inteiro perde seu valor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando eu era criança, costumava fazer fantoches de papel &lt;em&gt;mâché&lt;/em&gt;. Eu os construía, porém eles eram tão sem graça... Depois eu pintava uma sobrancelha, pregava os olhos, pintava os detalhes das orelhas e quando terminava um boneco estava pronto. Dependendo do modo como eu pintava, da cor da espuma e lã que colava para fazer seus cabelos, eu criava crianças, mulheres, velhinhos e velhinhas. Os detalhes eram transformadores. Somente a cabeça e os braços não significavam nada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, quanto aos discípulos que têm se sentido não mais que um mero detalhe no corpo, gostaria de parabenizá-los, porque, tais como os bonecos que construía, são os detalhes que embelezam e tornam o corpo de Cristo tão maravilhoso. O importante é sempre ser um detalhe, independentemente da posição que ocuparmos. Somos um detalhe maravilhoso cujo único que deve realmente aparecer é Jesus Cristo, pois como disse João Batista: "É necessário que ele cresça e que eu diminua" (João 3:30). Adaptado da versão original escrita em 2004, Rouen, França.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-160443167289231771?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/160443167289231771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=160443167289231771&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/160443167289231771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/160443167289231771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/05/quero-contar-uma-parabola.html' title='Era uma vez uma igrejinha...'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShG6gKTFKtI/AAAAAAAAABo/KOctckntYQY/s72-c/Fantoche.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-3291934442876861107</id><published>2009-05-07T10:01:00.006-03:00</published><updated>2009-07-20T19:47:55.472-03:00</updated><title type='text'>Desde pequeno eu tinha um sonho</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SgLoKJksGVI/AAAAAAAAABg/RkImc4Y5I4A/s1600-h/Rua_flores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333080169826228562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SgLoKJksGVI/AAAAAAAAABg/RkImc4Y5I4A/s200/Rua_flores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde pequeno eu tinha um sonho. Habitava na mesma casa de meus pais e meus irmãos. Era uma casa pobrezinha, feita de madeira, e tinha um grande quintal. Agradava-me cultivar as flores e desejava ter um jardim.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um certo dia, tive uma grande ideia: cultivaria meu próprio jardim em frente a minha casa. Carreguei muita terra para cultivar as flores e também a grama. Passava quase todo o dia com os aparelhos de jardinagem trabalhando sobre o solo. As semanas passavam...&lt;span id="fullpost"&gt; a grama e as flores cresciam! Isto me alegrava muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando era quase o dia findo e a noite caia, regava a terra e as plantas. O meu jardim não era ainda como os jardins que via nos filmes ou nas revistas, contudo, o amava muitíssimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um outro dia, meu irmão me chamou. Alguém arrancava a grama do meu jardim: era minha avó! Infelizmente, era muito tarde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois, decidi não plantar mais, pois era muito difícil cuidar das plantas e estudar para as provas da escola. Assim, o tempo passou... mudei-me para uma outra cidade onde encontrei flores nas ruas!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde pequeno eu tinha um sonho... e ainda o tenho. Adaptado da versão original em italiano, escrito em 12/08/2008&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-3291934442876861107?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/3291934442876861107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=3291934442876861107&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3291934442876861107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/3291934442876861107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/05/desde-pequeno-eu-tinha-um-sonho.html' title='Desde pequeno eu tinha um sonho'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SgLoKJksGVI/AAAAAAAAABg/RkImc4Y5I4A/s72-c/Rua_flores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-5309876429179410243</id><published>2009-05-04T09:42:00.004-03:00</published><updated>2010-03-17T16:42:44.896-03:00</updated><title type='text'>Sem amor nada seria</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sf74GvmkTLI/AAAAAAAAABY/8TQgJlMBprQ/s1600-h/Ponte.jpg"&gt;&lt;em&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331971803594378418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sf74GvmkTLI/AAAAAAAAABY/8TQgJlMBprQ/s200/Ponte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria..." I Co 13:1-3.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas semanas atrás, recebi em meus braços uma criança. A pequena parecia muito triste e abatida, e segundo sua mãe, estava doente. Abracei a princesinha do SENHOR com muito carinho e a trouxe para a sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte do tempo ela ficou sentada no canto da sala, sem se envolver com as demais crianças. Eu a observava de vez em quando, para ver se ela continuava bem... e ela de vez em quando vinha e me envolvia com um abraço, e depois, retornava ao cantinho dela...&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em determinado momento, ao vê-la tão inerte, pensei: "Vou orar por esta criança". No entanto, um segundo após meu pensamento, um sentimento invadiu-me: "Não ore!". Fiquei confuso. Como não oraria por ela? Mesmo assim, obedeci, esperando entender o porquê daquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o tempo passava, envolvíamos todos nas atividades de sala de aula. A princesinha vinha e foi acolhida com muito carinho, abraços, beijos e atenção. No final daquela aula, coloquei-a em meus ombros e corríamos de um lado para outro da sala. Ela ria e se divertia e eu nem sabia o que estava fazendo, pois em nenhum momento agi pensando em levantar seu astral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, chegou o fim. A mãe da criança veio, e a levou. Alguns minutos depois, aquela mulher retornou com um dos maiores sorrisos que eu jamais vi em seu rosto. Ela perguntou-me com regozijo: "O que foi que tu fizeste com minha filha?" No primeiro instante eu não entendi sua pergunta. Contudo, ao compreendê-la, respondi: "Eu não fiz nada", e já não era a mesma criança que fora deixada por ela naquele lugar. Uma lição aprendi desta história: Não importa o que fizesse, sem amor, nada seria...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-5309876429179410243?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/5309876429179410243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=5309876429179410243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5309876429179410243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/5309876429179410243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/05/sem-amor-nada-seria.html' title='Sem amor nada seria'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/Sf74GvmkTLI/AAAAAAAAABY/8TQgJlMBprQ/s72-c/Ponte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-8855715213997784031</id><published>2009-04-30T14:26:00.003-03:00</published><updated>2009-07-20T19:49:19.136-03:00</updated><title type='text'>Aprendendo a sonhar</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShbRg1ro9QI/AAAAAAAAAC4/SacMHo4d0YE/s1600-h/Horizonte.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5338684770390439170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShbRg1ro9QI/AAAAAAAAAC4/SacMHo4d0YE/s200/Horizonte.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;"Ao homem que é capaz de crer de todo o seu coração e toda sua alma, digo, verdadeiramente, que Jesus Cristo esta voltando... Haverá algo impossivel que este homem possa crer, sonhar e alcançar? Haverá sonho humano inacessível? Você vai até aonde seu sonho alcança. Se sonha pequeno, alcança pouco; se sonha grande, alcança muito. É como uma semente: pode parecer fraca e insignificante, porém ela se tornará numa flor de beleza insuperável... ou numa árvore frondosa... Basta crer e investir.&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhar não custa nada! Sonhar é grátis! Você não precisa sequer um centavo no bolso ou um carro importado na garagem! Basta ousar e olhar além. Quanto mais longe melhor... e acreditar, que irás alcançar. Digo isto porque creio nisto. E se alguma coisa alcancei, é porque em primeiro lugar cri em Cristo e como disse o Apóstolo São Paulo: "Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece" (Filipenses 4:13). Escrito em 11/02/2004, Rouen, França.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-8855715213997784031?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/8855715213997784031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=8855715213997784031&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8855715213997784031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/8855715213997784031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/04/aprendendo-sonhar.html' title='Aprendendo a sonhar'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShbRg1ro9QI/AAAAAAAAAC4/SacMHo4d0YE/s72-c/Horizonte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-6001390823901770835</id><published>2009-04-30T13:45:00.017-03:00</published><updated>2009-07-20T19:51:38.510-03:00</updated><title type='text'>O violino</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShrcaXbbN7I/AAAAAAAAADA/zoSyICFKD7w/s1600-h/Violino.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339822653724899250" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 128px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShrcaXbbN7I/AAAAAAAAADA/zoSyICFKD7w/s200/Violino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShbPj9q3m9I/AAAAAAAAACw/SL0DrD4sltk/s1600-h/Violino.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O violino. O que falar sobre ele? Talvez começar com uma das inúmeras descrições que encontramos tais como: "pequena caixa de madeira...", ou, "instrumento musical da família das cordas...", ou ainda, "instrumento musical cujo som é obtido através do atrito de um arco...". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inúmeras são as descrições que vi até hoje e não me atrevo repetir. Quero falar daquilo que nunca ninguém falou e gostaria de fazê-lo de forma especial. O violino é um pequeno instrumento capaz de transportar as mais remotas dimensões dos sentimentos. Ele com seu arco é capaz de tocar o fundo da alma. Aliás, o violino também tem alma. Os sons obtidos de suas cordas transformam sentimentos abstratos e invisíveis que fazem parte somente do mundo daquele que o detém, em ondas mecânicas captadas pelos ouvidos de tantos quantos estiverem ao seu alcance, fazendo-se entender no coração desses. &lt;/div&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O violino é um materializador de emoções. Em mãos hábeis ele se torna oporta-voz de quem o manuseia. Um universo de sons e melodias é produzido por ele, e saber tocá-lo é o mesmo que comunicar em uma linguagem que somente a alma pode interpretar. Sinto como se ele possuísse personalidade própria. Quando estão reunidos numa orquestra evidenciam sua força; sozinho, sua beleza. Ora torna-se melancólico, ora colérico. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua expressividade é fascinante. Com ele nós homens somos capazes de produzir chuva, sol, ventos e desta forma alegrando ou entristecendo seus ouvintes. Somos capazes ainda de hipnotizar uma plateia que se entrega as delícias e ao prazer de cada nota produzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta mesma plateia retribui quase que em um delírio coletivo, manifestando-se através de aplausos e gritos de agradecimentos. Ele é um instrumento perigoso... pode manipular os sentimentos. Não é fácil domá-lo, pois é selvagem. Apesar de sua aparência refinada, elegante e aristocrática é um selvagem. Quem já tentou domá-lo que o diga. Muitos são os que se apaixonam, porém ele não se deixa conquistar. Entendê-lo demanda anos e anos de dedicação. Entregamo-nos por completo e ele não se importa conosco. Passamos horas e horas, dias e dias de estudo... Algumas vezes é preciso deixá-lo, como numa demonstração de orgulho e amor próprio, porém sem efeito. Ele nunca se rende e logo voltamos a colocá-lo em nossos braços. Morremos de saudade e ele parece saber disto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quais segredos ele carrega junto a si? Por que é tão difícil compreendê-lo? Ele sempre esconde uma surpresa. Por mais que pareça que progredimos na difícil arte de domesticá-lo, ele, vez ou outra nos mostra quem na verdade tem o controle da situação e ele faz isto da maneira mais irritante possível. Nos faz sofrer quando grita naquela"arranhada" que produz por um golpe de arco mal conduzido. Lógico que não foi nossa intenção, mas ele faz de propósito,ou quem sabe seja parte de sua natureza, mais nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algum dia deixar-se-á vencer? Conseguirei compreendê-lo? Tenho a impressão que no passado alguns conseguiram ou chegaram muito perto. Bach, Vivaldi, Paganini, Brahms... Não foram muitos. Foram poucos. Talvez seja assim mesmo. De tempos em tempos ele deva abrir sua exceção, deixar-se conquistar, compreender, domar. Enquanto isto ele continua me encantando e seduzindo tantos outros pela sua voz melancólica a continuar aquecendo-lhe junto aos braços. Escrito em 04/05/2004, Rouen, França.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-6001390823901770835?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/6001390823901770835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=6001390823901770835&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6001390823901770835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/6001390823901770835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/04/o-violino.html' title='O violino'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/ShrcaXbbN7I/AAAAAAAAADA/zoSyICFKD7w/s72-c/Violino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-643546659308275476.post-1758113417439003922</id><published>2009-04-30T11:31:00.010-03:00</published><updated>2009-07-20T19:53:16.888-03:00</updated><title type='text'>Estas esponjinhas as crianças</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SfnbPNBWyhI/AAAAAAAAABI/4zljjYV8dpw/s1600-h/Bambino.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330532688209562130" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 166px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SfnbPNBWyhI/AAAAAAAAABI/4zljjYV8dpw/s200/Bambino.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"&lt;em&gt;Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas vinho novo em odres novos, e ambos se conservam&lt;/em&gt;" Mateus 9:17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;em&gt;E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus...&lt;/em&gt;" Mateus 18:3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Jesus Cristo, em sua Palavra, afirma que não se deita vinho novo em odre velho. Esta noite, vos apresento os mais novos odres que temos nesta igreja: nossas crianças. &lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhar com crianças é uma grande responsabilidade. Ensináveis, absorvem como esponjinhas e são atentas a tudo. Aqui estão promessas de grandes homens e mulheres de Deus, escolhidos desde o ventre. Amados, Jesus também nos afirma que, se não formos como elas, não poderemos entrar no reino dos céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê? Porque o Evangelho da Salvação são Boas-Novas... e como receberemos Boas-Novas se nos tornarmos como odres velhos? E porque elas são odres novos, esta geração tem o potencial de alcançar muito mais além daquilo que nós mesmos alcançamos" Ministração sobre crianças, 19/04/2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/643546659308275476-1758113417439003922?l=meuquadronegro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/feeds/1758113417439003922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=643546659308275476&amp;postID=1758113417439003922&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1758113417439003922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/643546659308275476/posts/default/1758113417439003922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://meuquadronegro.blogspot.com/2009/04/ministracao-sobre-criancas.html' title='Estas esponjinhas as crianças'/><author><name>Cléber</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12620735632065142152</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_7UzwPOIsuhI/SfnbPNBWyhI/AAAAAAAAABI/4zljjYV8dpw/s72-c/Bambino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
